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O Novo Capítulo de Maria

Capítulo 3 

Palavras: 596    |    Lançado em: 02/07/2025

nte começou c

ou Sofia da cozinha.

com meu avental de sempre, mas c

zinha sem nem

esa, que estava vazia, excet

ncararam,

ou João, a irritação clara em sua

te, pegando minha bolsa. "Eu nã

o rosto deles

ulidade e, fin

cê está dizendo?", rosn

o-me para encará-lo. "Se querem café, façam voc

ria. "Mãe, você enlouqueceu? O pai está doente! A tia

única obrigação é comigo mesma. Uma obri

cidiu que era hora de

rceu em uma máscar

a da mesa e a atiro

a da minha casa

ra teria me atingido, e eu ter

estava esper

a xícara se espatifou na parede atrás

to, cobrindo a boca com a

o lado do pai. "

nto, perman

o, senti uma

de porcelana no ch

com a voz casual. "Este sintom

r, o ódio claro em seus ol

ele sibilou, baixo o suficie

sor

erido", disse eu, em voz alta para que todos ouvissem. "Na

a, que ainda tenta

na hora de levarmos seu pai a u

João e Ana foi insta

presa em sua negação. "Um espe

r essa... agressividade", expliquei pacientemente. "Precisamos ter certeza de que ele está recebendo o tratamento co

" pairou no ar como u

e Ana fic

ngir e me encaro

ria", ele diss

a qualquer coisa para garantir o bem-estar do meu amado marido

u celular

ue eu não est

naquela casa havia

va apenas

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O Novo Capítulo de Maria
O Novo Capítulo de Maria
“Na minha primeira vida, dei meu último suspiro numa cama de hospital fria, o corpo corroído pelo câncer de fígado sem que eu soubesse. Enquanto a morfina tentava apagar a dor, vi meu marido, João, com quem dividi um lar por mais de quarenta anos, sussurrar doces palavras para Ana, sua ex-namorada, ao meu lado. "Ana, querida, não chore. Quando ela se for, finalmente poderemos ficar juntos sem nos escondermos", ele disse, com uma ternura que nunca mais foi minha. Meu mundo desabou ao ouvir Ana reclamar: "Mas João, foram três anos. Três anos servindo essa velha como uma empregada. Estou tão cansada." Por três longos anos, acreditei na farsa do Alzheimer de João e acolhi sua "prima distante" em minha própria casa, trabalhando exaustivamente para cuidar deles. Meu corpo cedeu à traição e ao cansaço, e eles esperavam ansiosamente pela minha morte para herdar meus bens. Para minha dor e choque, minha filha, Sofia, sabia de tudo, repreendendo-me por não ser "paciente" com o pai doente e "gentil" com a pobre Ana. A raiva e o arrependimento me sufocaram, mas minha voz não saía, meu corpo não me obedecia mais. Fechar os olhos, ouvindo a risada contida deles, foi meu fim. Mas então, uma luz. Abri os olhos, não no hospital, mas na sala da minha casa, com minhas mãos fortes e saudáveis. O som da porta se abrindo, e Sofia entrou, sorrindo, com Ana logo atrás, segurando uma mala, me trouxe de volta ao dia em que meu inferno começou. Desta vez, a fúria gelada e calculista tomou conta de mim, lembrando de cada humilhação e mentira. Eles queriam uma performance? Eu lhes daria uma. "Bem-vinda, Ana", eu disse, com um sorriso que não alcançou meus olhos. "A casa é sua." Por enquanto.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11