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A Mulher Que Virou o Jogo

Capítulo 2 

Palavras: 933    |    Lançado em: 02/07/2025

Eu me movia pela casa como uma autômata, o cheiro do café que Pedro Henrique preparou me en

O pai do meu amigo comprou um pra ele qu

ada, o tom de uma criança

edro," eu disse, tentando manter a cal

! Todo mundo na escola tem um novo!

ia fria entre nós, ele era o reflexo do pai, valorizando o que era caro, desprezando o que era simples. A

dro," minha voz saiu mai

nde nada de coisas boas! Ele disse que ia me da

momento, com seu sorriso falso no ros

qui? Brigando com a sua mã

E não comprou meu tênis!" João Pedro correu

e lançou um olha

videogame, qual o problema?

ra ser um materialista," eu respondi, a raiva crescendo

humildade," ele disse com desdém. "Deix

para João P

filho, o papai va

arido e meu filho, eles eram uma unidade, e eu estava do lado de fora. A dor

olhado que João Pedro deixou e caí, batendo o braço com força na

iram meu grito, mas ninguém veio ver o que tinha acontecido, continuei no chão po

roxo, olhei para a sala, eles continuavam ali, vidrados na TV, como se nad

ligou, como sempre fazia,

que o João Pedro está querendo umas coisas,

ia de uma falsa compaixão

oja de brinquedos e eletrônicos, eu poderia conseguir

ueza que ela desfrutava com meu marido,

eu disse secamente. "Nós nã

onder, Pedro Henrique pego

ele disse, rindo. "Claro que aceitamos sua ajuda,

sozinha com a humilhação. Ele a chamou de anj

e veio até mim

ado, na casa de praia dela, ela quer que você faça aquela su

ozinhasse para a festa da amante dele

ou," eu d

dele des

m pedido, não seja ingrata, Maria, é o mínimo que vo

ue sacrifiquei minha vida por ele, era a ingrata?

ro Henrique, se ela quer mo

seu rosto perigosa

é melhor você baixar a bola e fazer o que eu estou ma

recuei, a mulher dócil e submis

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A Mulher Que Virou o Jogo
A Mulher Que Virou o Jogo
“Por dez anos, vivi o cheiro de maresia e peixe, orgulhosa da nossa vida simples de pescadores, tudo por amor ao meu marido, Pedro Henrique. Mas, em uma viagem para comprar o remédio de tosse do nosso filho, vi o Pedro. Não o meu pescador humilde, mas um homem em terno caro, saindo de uma BMW com Ana Paula, minha melhor amiga, deslumbrante em seda e joias, e beijando-a na boca sem pudor. Fiquei paralisada, o pacote de remédio pesando uma tonelada. A mentira desmoronou: dez anos de sacrifício, amor e vida simples eram uma farsa, e aquele beijo me feriu profundamente. Como pude ser tão cega? Como ele pôde me enganar por tanto tempo, e com minha melhor amiga? A dor inicial de choque se transformou em uma raiva fria e cortante, um desejo imenso de vingança. Maria Antônia, a bióloga marinha que abriu mão de uma carreira brilhante, estava de volta. Peguei meu celular velho, digitei o número do Professor Silva e liguei, pronta para retomar minha vida e destruir as muralhas de mentiras que ele construiu.”