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Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva

Capítulo 4 

Palavras: 361    |    Lançado em: 02/07/2025

oz dura. "Estás a mentir, não estás? É mais

sentindo apenas u

go. Vou-m

u a minha calm

eocupada contigo. Fo

antar-me da cadeira de rodas para ir à casa de banho, mas o meu

olhos dele. Ele fez um movimento

omento, Lilith

do, estava à

-se. Ele virou-me as

sa, mas a Lilith

lizou na rampa de acesso à casa de banho. Caí no chão c

mim, no chão,

Não posso ser visto a

dele foram o

e, com uma falsa p

estás bem? Deix

uda," respondi, a voz

ela, baixinho, para que só eu ouvisse. "Eu sei

adamente nos meus pés e grit

rou-me! Hugo, e

os a arder de fúria. Ele n

atreves a

mpurrou-a com força para fora do quarto,

ental, gelada. A água engoliu-me, o

ico, a água a enc

, o seu rosto uma

proximar-te da Li

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Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva
Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva
“Eu esperei oito anos por ele. O meu nome é Vanessa Hayes, e a minha voz, o meu fado, era tudo o que eu tinha. Eu dei-lhe a minha juventude, a minha paixão, transformei cada nota na melodia do meu amor. No meu vigésimo quarto aniversário, a data em que a nossa promessa, feita em tom de brincadeira, se deveria cumprir, vesti o meu melhor vestido e levei uma garrafa de Porto vintage personalizada para o restaurante onde Hugo esperava. Mas o que eu ouvi partiu-me o coração em mil pedaços. "A 'fadistazinha' irritante deve estar a chegar." "A atriz já chegou com o bebé. A Lilith vai fingir ser a minha namorada, e vamos anunciar o nosso noivado. Assim, a Vanessa desiste de vez." Eu não era a mulher que ele iria pedir em casamento. Eu era a peça final de um plano cruel para conquistar a mulher que ele realmente amava. Eu era a "fadistazinha" que deveria ser esmagada sob os seus pés. Como pude ser tão cega? Cada canção, cada sacrifício, cada esperança... tudo por uma farsa. Como é possível que ele me odiasse tanto, que se divertisse com a minha humilhação? A dor do meu braço partido no hospital não se comparava à dor de ver o homem que eu amava ignorar-me, virar-me as costas, e rir enquanto eu caía. Ele me empurrou para uma piscina gelada, desejando minha morte. Como ele pôde? Eu tinha de saber a verdade por detrás de tanta crueldade. Chega. Eu não vou esperar por um homem que me esmagaria sem pensar duas vezes. Não mais. Eu vou para Paris, e a minha música, que antes implorava por amor, agora grita por liberdade. Nunca mais serei um peão no jogo de alguém.”