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O Enigma da Fórmula

Capítulo 1 

Palavras: 687    |    Lançado em: 02/07/2025

ão víamos, e um silêncio profundo a envolvia. Os médicos diziam que era um atraso no desenvolvimento, mas minha mãe, Laura, acreditava em outra coisa. Ela diz

de gerações. Sua primeira

s o folclore de uma senhora idosa. Mas

silenciosa da nossa família. Eu, Sofia, com dez anos a mais, já estava imersa no mundo da ciência que meu pai, Ricardo, me ap

rmal. Ele andava de um lado para o outro em seu escritório, o telefone pressionado contra a orelha, falando em voz baixa e

o que ac

esligar o telefone com uma expressão sombria. O silêncio e

não v

íamos falar. Suas bochechas estavam coradas pelo esforço, mas seus olho

. Ele se ajoelho

cê disse,

u silêncio, como se a porta que se abriu por

. Foi a última vez que ouvimos sua voz. Ele saiu de casa para ir ao banco, segundo disse, e nunca mais voltou. Seu carro foi encontrado abandonado perto de uma velha ponte, com as chaves na ignição e seu celular n

diu largar tudo. Eles vasculharam a casa, o laboratório, mas não encontraram nada que indicasse um crime. Eles sugeri

mem gentil com um sorriso paciente, sentou-se com ela por uma

de alguma coisa sobr

a triste ou

estivesse ali. Para a polícia, era apenas uma criança traumatizada, talvez com algum distúrbio que a impedia

tia-avó ecoava em minha cabeça. E a imagem de Luna, falando pela primeira vez naquela noite fatídica, me assombra

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O Enigma da Fórmula
O Enigma da Fórmula
“Minha irmã Luna nunca falou, seus olhos escuros viam um mundo que o nosso não alcançava, até os cinco anos, quando ela sussurrou a terrível profecia: "Papai não volta." Ele desapareceu, levando consigo apenas bilhetes sobre uma "fórmula", uma "maldição" e um aviso: "Proteja-se." Para a polícia era um caso arquivado, para minha mãe, uma escuridão que a engolia, e para mim, Sofia, uma cientista, era a prova viva de que a verdade estava escondida. Eu sabia que Luna escondia a chave, seu silêncio era pesado, e o maldito bilhete de meu pai na mesa do escritório, que só encontrei escondido na segunda folha, revelava mais: "A doença é real. Atinge um a cada geração. A fórmula é a única esperança. Eles sabem. Aegis Corp. Não confie no meu irmão." Minha tia-avó disse que a primeira palavra de Luna seria uma profecia e eu descobri o quão real isso era. Cinco anos de luto e buscas, quando a vida me deu um respiro na forma de Leo, meu namorado. Mas Luna ressurgiu, sorrindo aquele sorriso vazio dela, sussurrando um aviso no ouvido de Leo, que por sua vez se recusou a me contar, dizendo ser "para o meu bem." A quietude se quebrou com a fúria da mídia, e então a voz de Luna veio de um vídeo online, prometendo revelar tudo sobre nosso pai na velha ponte. Até que, um telefonema assustador revelou a verdade: "É armadilha... veneno... Anselmo...", antes da linha cortar com um som pesado, e em seguida, a notícia de que Leo, meu Leo, fora vítima de um "acidente". Luna e Leo estavam em perigo por minha causa, por causa dos segredos da minha família! Sabendo que fui manipulada para a ponte, o local do "acidente" do meu pai e onde Luna prometeu revelações, tomo o volante, sentindo uma fúria fria. A polícia logo ligaria, mas eu já tinha toda a verdade em minhas mãos, pronta para desvendá-la, pronta para honrar a memória de Luna e de meu pai, pronta para não ser mais uma vítima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10