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O Enigma da Fórmula

Capítulo 2 

Palavras: 639    |    Lançado em: 02/07/2025

donou." "Eu ouvi dizer que ele estava envolvido com gente perigosa." "E a filha mais nova? Dizem que ela não é normal." Cada palavra era um golpe, afundando minha mãe ainda mais em sua pr

um ponto final em um mistério que gritava em nossas vidas. Eu rasguei o relatório em pedaços. Eles não entendiam. Eles não viram o olhar do meu pai, não ouvir

la de escape. E essa válvula era Luna. Numa tarde chuvosa, eu a encontrei em seu

a voz tremendo. "Você sabia

. Não demonstrou

os ombros, forçando-a a olhar pa

da você fala, e é pra dizer que o papai não vai

u rosto, quentes e amargas. Eu a estava chacoalhando, desesperada por

pegou um lápis e um pedaço de papel de sua mesinha. Com uma c

RI

l. Eu olhei para a pal

Quem está em perigo

ção, a dor, o medo, tudo veio à

-las. "Se você tivesse dito alguma coisa antes, talvez pudéssemos ter feito algo! Talv

o de Luna permaneceu inexpressivo, mas eu vi algo vacilar em seus olho

e papel com a palavra "PERIGO" caindo de minha mão e flutuando até o chã

Não havia alegria nele, nem tristeza, nem qualquer emoção que eu pudesse reconhecer. Era um sorriso vazio, um sorriso que dizia que ela sab

m daquele sorriso assustador gravada na minha mente. Aquele sorriso me gelou até

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O Enigma da Fórmula
O Enigma da Fórmula
“Minha irmã Luna nunca falou, seus olhos escuros viam um mundo que o nosso não alcançava, até os cinco anos, quando ela sussurrou a terrível profecia: "Papai não volta." Ele desapareceu, levando consigo apenas bilhetes sobre uma "fórmula", uma "maldição" e um aviso: "Proteja-se." Para a polícia era um caso arquivado, para minha mãe, uma escuridão que a engolia, e para mim, Sofia, uma cientista, era a prova viva de que a verdade estava escondida. Eu sabia que Luna escondia a chave, seu silêncio era pesado, e o maldito bilhete de meu pai na mesa do escritório, que só encontrei escondido na segunda folha, revelava mais: "A doença é real. Atinge um a cada geração. A fórmula é a única esperança. Eles sabem. Aegis Corp. Não confie no meu irmão." Minha tia-avó disse que a primeira palavra de Luna seria uma profecia e eu descobri o quão real isso era. Cinco anos de luto e buscas, quando a vida me deu um respiro na forma de Leo, meu namorado. Mas Luna ressurgiu, sorrindo aquele sorriso vazio dela, sussurrando um aviso no ouvido de Leo, que por sua vez se recusou a me contar, dizendo ser "para o meu bem." A quietude se quebrou com a fúria da mídia, e então a voz de Luna veio de um vídeo online, prometendo revelar tudo sobre nosso pai na velha ponte. Até que, um telefonema assustador revelou a verdade: "É armadilha... veneno... Anselmo...", antes da linha cortar com um som pesado, e em seguida, a notícia de que Leo, meu Leo, fora vítima de um "acidente". Luna e Leo estavam em perigo por minha causa, por causa dos segredos da minha família! Sabendo que fui manipulada para a ponte, o local do "acidente" do meu pai e onde Luna prometeu revelações, tomo o volante, sentindo uma fúria fria. A polícia logo ligaria, mas eu já tinha toda a verdade em minhas mãos, pronta para desvendá-la, pronta para honrar a memória de Luna e de meu pai, pronta para não ser mais uma vítima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10