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O Enigma da Fórmula

Capítulo 3 

Palavras: 803    |    Lançado em: 02/07/2025

o silêncio ainda era seu companheiro constante. Ela vivia em seu próprio mundo, frequentava uma escola especial, mas não tinha amigos. Ela se movia pela casa como um fantasma, seus

as cortinas fechadas. Eu me tornei sua cuidadora, sua ponte com o mundo exterior. Eu me formei em bioquímica, seguindo os passos do meu pai, e

os reagentes químicos do laboratório. Eu me lembrava de sua risada, de como ele me colocava em seus ombros para que eu pudesse ver as estrelas. Lembranças de um tempo em

i ao escritório dele. O bilhete com a sequência genética estava sobre a mesa. Movida por um instinto, passei os dedos por baixo da folha. Senti uma leve irr

o. A fórmula é a única esperança. Eles sa

mão do meu pai, me gelou. Eu escondi aquele pedaço de papel, o guardando como uma relíquia perigosa. Er

entia por seu silêncio, por aquele sorriso, pela sensação de que ela carregava a chave para tudo e se recusava a

iente. Ele via além da minha fachada de força e tocava a vulnerabilidade que eu escondia tão bem. Ele me ouvia falar sobre meu pai, sobre minha mãe, sobre a ciência. Ele não me julg

um jantar oficial, para "discutir o futuro". A ideia de um evento familiar, de normalidade, me encheu de pânico. Co

a de um lado para o outro na cozinha, incapaz de ficar parada.

o bem", ele disse, su

ra esta casa. Olhe para a minha vida. Eu não

abraço. "Eles vão amar você pelo que você é. Eu amo você pelo qu

ez em anos, eu me permiti acreditar que talvez, apenas talvez, um futuro feliz fosse possível. Mas eu me

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O Enigma da Fórmula
O Enigma da Fórmula
“Minha irmã Luna nunca falou, seus olhos escuros viam um mundo que o nosso não alcançava, até os cinco anos, quando ela sussurrou a terrível profecia: "Papai não volta." Ele desapareceu, levando consigo apenas bilhetes sobre uma "fórmula", uma "maldição" e um aviso: "Proteja-se." Para a polícia era um caso arquivado, para minha mãe, uma escuridão que a engolia, e para mim, Sofia, uma cientista, era a prova viva de que a verdade estava escondida. Eu sabia que Luna escondia a chave, seu silêncio era pesado, e o maldito bilhete de meu pai na mesa do escritório, que só encontrei escondido na segunda folha, revelava mais: "A doença é real. Atinge um a cada geração. A fórmula é a única esperança. Eles sabem. Aegis Corp. Não confie no meu irmão." Minha tia-avó disse que a primeira palavra de Luna seria uma profecia e eu descobri o quão real isso era. Cinco anos de luto e buscas, quando a vida me deu um respiro na forma de Leo, meu namorado. Mas Luna ressurgiu, sorrindo aquele sorriso vazio dela, sussurrando um aviso no ouvido de Leo, que por sua vez se recusou a me contar, dizendo ser "para o meu bem." A quietude se quebrou com a fúria da mídia, e então a voz de Luna veio de um vídeo online, prometendo revelar tudo sobre nosso pai na velha ponte. Até que, um telefonema assustador revelou a verdade: "É armadilha... veneno... Anselmo...", antes da linha cortar com um som pesado, e em seguida, a notícia de que Leo, meu Leo, fora vítima de um "acidente". Luna e Leo estavam em perigo por minha causa, por causa dos segredos da minha família! Sabendo que fui manipulada para a ponte, o local do "acidente" do meu pai e onde Luna prometeu revelações, tomo o volante, sentindo uma fúria fria. A polícia logo ligaria, mas eu já tinha toda a verdade em minhas mãos, pronta para desvendá-la, pronta para honrar a memória de Luna e de meu pai, pronta para não ser mais uma vítima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10