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O Enigma da Fórmula

Capítulo 4 

Palavras: 849    |    Lançado em: 02/07/2025

ram, sorridentes e calorosos, trazendo uma sobremesa e uma garrafa de vinho. Eu os instalei na sala de estar, minha mãe fez um esforço sobre-humano e s

a entrada da sala, meu coração se apertou. Ela usava um vestido simples que eu havia comprado para ela, mas parecia engoli-la. Seu rosto estava pálido, com

una", eu disse, tenta

no canto mais distante do sofá, uma presença silenciosa e incômoda. Durante todo o jantar, ela não tocou na comida. Ela ignorou todas as tentativas de Leo de i

anos para o nosso noivado, sobre datas, sobre o futuro. A atmosfera ficou densa com a formalidade. Eu sorria e

que o mu

is no tapete. Ela não olhou para mim. Ela não olhou para os pais de Leo. Ela fo

suss

vez na vida qu

um segundo. Eu prendi a respiração, meu coração martelando contra minhas costelas

axou. Ele olhou para Luna e deu um leve aceno de cabeça, um olhar de compreensão passando

spelho exato daquele dia no corredor. Um calafrio percorreu minha espinha. Ela olhou diretamente para mim por um instante, o s

os, mas tentaram disfarçar, retomando a conversa sobre flores e locais para a festa.

trás de seus pais, eu me vire

" A pergunta saiu ra

. Ele começou a junt

O que a minha irmã

o os olhos. Havia uma sombra nel

a. Coisas de irmã m

E eu vi o sorriso dela. Foi o mesmo sorriso do dia

a voz baixa e firme. "Por favor, ap

gredos. Meu pai desapareceu por causa de segredos. E agora você, a única pessoa em quem eu ach

a sentido. Ele, minha luz, minha esperança, agora era parte da escuridã

o o chão desaparecer sob meus pés. "Até voc

o-o sozinho na sala de jantar, em meio aos res

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O Enigma da Fórmula
O Enigma da Fórmula
“Minha irmã Luna nunca falou, seus olhos escuros viam um mundo que o nosso não alcançava, até os cinco anos, quando ela sussurrou a terrível profecia: "Papai não volta." Ele desapareceu, levando consigo apenas bilhetes sobre uma "fórmula", uma "maldição" e um aviso: "Proteja-se." Para a polícia era um caso arquivado, para minha mãe, uma escuridão que a engolia, e para mim, Sofia, uma cientista, era a prova viva de que a verdade estava escondida. Eu sabia que Luna escondia a chave, seu silêncio era pesado, e o maldito bilhete de meu pai na mesa do escritório, que só encontrei escondido na segunda folha, revelava mais: "A doença é real. Atinge um a cada geração. A fórmula é a única esperança. Eles sabem. Aegis Corp. Não confie no meu irmão." Minha tia-avó disse que a primeira palavra de Luna seria uma profecia e eu descobri o quão real isso era. Cinco anos de luto e buscas, quando a vida me deu um respiro na forma de Leo, meu namorado. Mas Luna ressurgiu, sorrindo aquele sorriso vazio dela, sussurrando um aviso no ouvido de Leo, que por sua vez se recusou a me contar, dizendo ser "para o meu bem." A quietude se quebrou com a fúria da mídia, e então a voz de Luna veio de um vídeo online, prometendo revelar tudo sobre nosso pai na velha ponte. Até que, um telefonema assustador revelou a verdade: "É armadilha... veneno... Anselmo...", antes da linha cortar com um som pesado, e em seguida, a notícia de que Leo, meu Leo, fora vítima de um "acidente". Luna e Leo estavam em perigo por minha causa, por causa dos segredos da minha família! Sabendo que fui manipulada para a ponte, o local do "acidente" do meu pai e onde Luna prometeu revelações, tomo o volante, sentindo uma fúria fria. A polícia logo ligaria, mas eu já tinha toda a verdade em minhas mãos, pronta para desvendá-la, pronta para honrar a memória de Luna e de meu pai, pronta para não ser mais uma vítima.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10