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Renascida para a Justiça

Capítulo 3 

Palavras: 728    |    Lançado em: 02/07/2025

s brilhante, as cores mais vivas. A sensação de ter evitado a catástrofe me deu uma nova esperança. Eu

e, um sorriso no rosto, pr

cheg

reu nos lábios. Meu

e conversando animadamente

centro da minha família, parecen

, seu rosto se ilu

ue você chegou. Olhe quem

tava sentado em uma poltrona próxima, sorrindo ino

onvidou para passar o fim de semana aqui, mas que você deve ter se esquecido de nos avisar

. As palavras de Pedro ecoaram na m

adora.

fraqueza que eu não tinha previsto: a bondade do meu irmão. Ela mentiu para ele,

inocência e triunfo mal disfarçado. Havia um brilho em seus olhos que

tira antes se transformou em frustração e raiva. Eu a tin

fazer? Gritar que ela era uma mentirosa na frente da mi

acreditar

rada. Pedro a tinha trazido para casa. Se eu a atacasse agora, eu pareceria a

rem, forçando um sorriso no meu rosto. Era o sorri

forçada. "Que bom que você encontrou o Pedro, Clara. Eu... eu estava tão dist

am gosto de vene

uerida. Já estávamos começando a nos pr

so como uma corda de violino. Eu tive que agir normalmente, tive

, eu a observava. Cada sorriso, cada palavra doce, cada gesto de gratidão era uma p

a da xícara de chá, ela me deu um sorriso mínimo, quase impercep

que o verdadeiro jogo

ente. Para proteger minha família, eu teria que deixá-la ficar. Eu teria que mantê-l

qualquer coisa. O ódio dentro de mim se acalmou, transformando-se em uma determinação fria e a

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Renascida para a Justiça
Renascida para a Justiça
“As chamas lambiam as paredes da casa, o calor e a fumaça queimavam meus pulmões, mas meus olhos estavam fixos no rosto de Clara, deformado pelo terror. O ódio que senti naquele momento era tão puro, tão intenso, que superava qualquer dor física. Na minha vida passada, a destruição da minha família começou com um pedido inocente e a malícia de Clara, minha colega de quarto universitária. Ela armou um escândalo, acusando meu irmão, Pedro, de assédio na véspera de seu vestibular crucial. Mesmo sem provas, a reputação de Pedro foi destruída, a universidade retirou sua oferta e nossos pais, ingênuos, a acolheram em nossa casa para evitar que nos prejudicasse mais. Pedro abandonou seus sonhos, trabalhando em uma fábrica clandestina para sustentar o luxo de Clara. A notícia de sua morte, esmagado por uma máquina, partiu meus pais, que adoeceram e se foram rapidamente, me deixando sozinha. Com o coração cheio de ódio, ateei fogo à casa, levando Clara comigo, vendo seu rosto aterrorizado como minha última vingança. E então, abri os olhos novamente, na luz do sol do meu antigo quarto universitário. O cheiro de livros e café me envolveu, e a data em meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que tudo começou, o dia em que Clara me pediria para morar em nossa casa. Eu tinha voltado, tido uma segunda chance. Um arrepio percorreu minha espinha – tudo era real. Naquele momento, a porta se abriu, e Clara entrou com seu sorriso doce e falso, seus olhos cheios de uma inocência fingida. "Sofia, posso te pedir um favor?" Sua voz melosa era um eco do inferno, mas desta vez, a resposta seria diferente. Eu não apenas impediria a tragédia; eu garantiria que ela pagasse por tudo que fez, e a justiça seria servida fria e em público.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10