icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Renascida para a Justiça

Capítulo 4 

Palavras: 918    |    Lançado em: 02/07/2025

omida caseira da minha mãe, que antes me trazia tanto conforto, agora parecia sufocante. Minha família, c

asanha. Você está tão magrinha", disse minha mã

ra cozinha como um anjo", respondeu Cla

stibular, fingindo um interesse que ela não possuía. Ela era uma atriz talentosa, e minha família era sua

o como Clara se inseria perfeitamente na nossa vida fa

is temia. O momento que era um

a o grande dia amanhã. Sofia, por que você não mostra o quarto de hóspedes para a Clara?

proximidade física era a chave para o plano dela. A oportunidade perfeita para ela se

gir. E precisa

tentando manter a calma. Um plano começou a se formar na mi

um copo de leite morno para ajudar a dormir? É uma noite import

anho. Era o tipo de coisa

bolsa, tirei discretamente uma pequena cartela de comprimidos para dormir, daqueles fortes que se compra

om os dois copos. Entreguei o

edro. Be

ara Clara, oferece

rantir que você tenha uma boa noite

ar sem parecer rude. Ela pegou o copo e bebeu, sorrindo em

unda parte d

u leite e fosse para o seu quarto.

Posso

pijama. "Claro, Sofia.

el acabou de me ligar. Ele está desesperado com uma matéria d

sta. "Agora? Mas e

dar de ares na noite antes da prova. Sabe, para não ficar tão ansioso aqui em casa. Por que você não vai para a casa del

a inveja de Gabriel foi um fator crucial. Ele nunca admitiria que Pedro não estava com ele. Mas agora, antes da trai

nto, mas depois cedeu. "Você tem razão. O Gabriel preci

mas roupas. Eu o ajudei, meu coração uma mistura de alívio e

panhei at

maninho. Eu sei que

. Te vejo amanhã

porta atrás dele, o som do clique da fech

ei o quarto de hóspedes. Clara já estava na cama,

. Senti uma onda de satisfação, uma pequena vitória na guerra que estava por vir. Eu podia respirar, pe

Reclame seu bônus no App

Abrir
Renascida para a Justiça
Renascida para a Justiça
“As chamas lambiam as paredes da casa, o calor e a fumaça queimavam meus pulmões, mas meus olhos estavam fixos no rosto de Clara, deformado pelo terror. O ódio que senti naquele momento era tão puro, tão intenso, que superava qualquer dor física. Na minha vida passada, a destruição da minha família começou com um pedido inocente e a malícia de Clara, minha colega de quarto universitária. Ela armou um escândalo, acusando meu irmão, Pedro, de assédio na véspera de seu vestibular crucial. Mesmo sem provas, a reputação de Pedro foi destruída, a universidade retirou sua oferta e nossos pais, ingênuos, a acolheram em nossa casa para evitar que nos prejudicasse mais. Pedro abandonou seus sonhos, trabalhando em uma fábrica clandestina para sustentar o luxo de Clara. A notícia de sua morte, esmagado por uma máquina, partiu meus pais, que adoeceram e se foram rapidamente, me deixando sozinha. Com o coração cheio de ódio, ateei fogo à casa, levando Clara comigo, vendo seu rosto aterrorizado como minha última vingança. E então, abri os olhos novamente, na luz do sol do meu antigo quarto universitário. O cheiro de livros e café me envolveu, e a data em meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que tudo começou, o dia em que Clara me pediria para morar em nossa casa. Eu tinha voltado, tido uma segunda chance. Um arrepio percorreu minha espinha – tudo era real. Naquele momento, a porta se abriu, e Clara entrou com seu sorriso doce e falso, seus olhos cheios de uma inocência fingida. "Sofia, posso te pedir um favor?" Sua voz melosa era um eco do inferno, mas desta vez, a resposta seria diferente. Eu não apenas impediria a tragédia; eu garantiria que ela pagasse por tudo que fez, e a justiça seria servida fria e em público.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10