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Um Amor Contra o Destino

Capítulo 2 

Palavras: 787    |    Lançado em: 02/07/2025

seus pulmões. A dor era um velho conhecido, mas hoje ela parecia mais forte, mais insistente. Trêmula, ela se arrastou até o armário do banheiro,

o estava pálido, os olhos fundos, a pele fina demais sobre os ossos. A

or um instante, toda a sua fachada de indiferença desmoronou. A dor física e o de

u estômago dói tanto... dói muito..." Era um apelo desesperado por

sado. "Onde você está? Fique aí, não se mexa. Estou indo para casa." A voz dele

o rosto marcado pela ansiedade. Ele a encontrou encolhida no chão do banheiro. Por um mome

a levou para a cama, cobrindo-a com o edredom. Ele foi até a cozinha e voltou com um copo de água morna e um prato de mingau de arroz

a do calor do passado invadiu o frio do presente, e Clara sentiu os ol

"Não preciso da sua pena," ela disse, a voz deliberadamente ríspida. "Você nã

uma máscara de raiva. A lembrança da traição dele

ar tudo, não é, Clara?" ele r

ro nos lábios. "Afinal, foi por isso que você se casou comigo,

suas mãos e se espatifando no chão. O som do vidro quebrando ecoou no silêncio tenso do qu

orta com força. Momentos depois, ela ouviu

cisava. Ela não podia deixá-lo ver o quão doente ela realmente estava. Ela não podia deixá-lo descobrir a v

dendo os frascos vazios no fundo da lixeira. Heitor continuou sua tortura emocional. Ele não trazia mais mulheres para casa, mas falava delas c

a olhava pelo espelho retrovisor com um olhar de compaixão. "Senhora," ele disse u

soas mudam, Jonas," ela respondeu, a voz sem emoção. Ela sabia que

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Um Amor Contra o Destino
Um Amor Contra o Destino
“A caneta preta deslizou sobre o papel, selando um destino. Câncer terminal. Clara assinou o testamento final de sua vida, decidida a proteger Heitor da dor da sua partida. Para isso, ela precisava se tornar a vilã. Ele, que prometeu nunca a deixar, estava em seus braços, beijando outra. O amor de anos se desfez em pedaços diante de seus olhos, mas um alívio amargo a inundou. Era o empurrão que faltava para executar seu plano. Clara reapareceu na vida dele, cruel e sem coração, destruindo-o para que ele a odiasse, para que ele a esquecesse e seguisse em frente. "Eu nunca te amei de verdade", suas palavras gelaram a alma dele, forçando-o a vê-la como um monstro materialista. Por que, mesmo morrendo e dedicando seus últimos dias a poupá-lo, ele a torturava de volta com a mesma intensidade? Por que a vingança dele era tão implacável, a ponto de permitir que outra mulher a humilhasse e que seu único consolo, seu gato Milo, fosse tirado dela de forma tão brutal? Mas foi a queda fatal de Milo que quebrou as últimas amarras de Clara, revelando seu segredo e selando um pacto sombrio com o próprio diabo. "Desapareça. Finja que o traiu. Faça-o te odiar tanto que ele nunca mais vai querer ouvir seu nome" , a voz de Sofia ecoou. A única saída era a morte. E assim, no fundo de uma banheira, Clara encerrou seu último ato de amor, sem saber que sua história não terminaria ali.”