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O Zumbido do Arrependimento

Capítulo 1 

Palavras: 845    |    Lançado em: 02/07/2025

que amava e brigava. Ele, um jogador de futebol em ascensão, com um futuro brilhante pela frente, a provocava constantemente, testando seus limites, mas sempre voltava, sempre estava lá. A

iam amar de

o cheiro de cerveja e a arrogância de quem acabara de ganhar um jogo importante. Ele criticou uma cor, fez uma piada sobre um traço, e o mundo de Maria desabou. A discussão foi feia, pública, che

durante o que parecia ser um assalto. O mundo de Maria ficou mudo. O barulho da rua, as cores do seu mural, tudo desapareceu. Só restava um zumbido no ouvido e a imagem do rosto de Pedro, sorr

Ela viu o nome dele na tela e, cega pelo orgulho e pela raiva da briga mais cedo, recusou a chamada. Desligou na cara do homem que amava, sem saber que eram seus últimos segundos de vida. A

ma. Ela olhou para o jovem espírito com uma mistura de pena e severidade. "Sua hora chegou, mas seu coração não partiu", disse ela. "Você tem um amor não resolvido, um ódio que te prende aqui." Ela lhe ofereceu um acordo, uma chance que raramente era dada. "Você terá cinco dias.

ão era macabra, irreal. Ele, em sua nova forma etérea, mas sólida, teve que enfrentar a tarefa horrível de limpar a cena do seu próprio assassinato. Arrastou o corpo para o banheiro,

go de infância, o amigo que sempre esteve por perto, agora abraçava a mulher que Pedro amava, com um olhar de falsa compaixão. A cena revirou o estômago d

ria, você precisa dizer. Diga que me ama. Por favor, apenas diga." Maria, ainda em choque pela notícia de sua morte e agora confrontada com sua aparição impossível, o empurrou. "Você

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O Zumbido do Arrependimento
O Zumbido do Arrependimento
“Maria e Pedro, um turbilhão de amor e ódio que incendiava a cidade, de repente foi silenciado. Num dia fatídico, após uma briga pública e humilhante em que ela o mandou ir embora, o telefone tocou. Uma voz fria anunciou o impensável: Pedro estava morto, vítima de um assalto brutal. O mundo de Maria desabou, as cores vibrantes de suas pinturas se esvairam, restando apenas um zumbido ensurdecedor de arrependimento. Mas o que ninguém sabia era que, segundos antes de sua morte, Pedro ligou para ela, e Maria, cega pela raiva e pelo orgulho, recusou a chamada. Aquele toque ignorado tornou-se um fantasma assombrando sua alma. Contudo, a verdade era ainda mais sombria: Pedro não se recusava a partir. Em um ato desesperado de amor e ódio, ele obteve uma chance única para que Maria dissesse as palavras que ele tanto ansiava: "Eu te amo". Ele retornou, uma figura etérea e sólida, no mesmo dia em que seu corpo jazia sem vida. Chegando, encontrou Maria nos braços de João, seu amigo de infância, que a consolava com falsa compaixão. As primeiras tentativas de Pedro foram repelidas com desprezo e acusações. Maria, envenenada pelas mentiras de João, o humilhou e o rejeitou, convencida de que ele era o monstro em sua vida. Pedro, em sua nova forma, testemunhou o homem que o invejava roubar seu lugar. O tempo era um carrasco, os cinco dias se esgotavam e as palavras "Eu te amo" pareciam cada vez mais distantes. Maria, consumida pela dor, pela fúria de João e pela loucura de Pedro, o empurrou para uma piscina gelada. Então, Pedro desistiu. Ele não lutaria mais. Ele se afastou, deixando Maria atordoada e um grito de agonia ecoando naquele cemitério de almas. A vingança de Maria por João e a redescoberta de seu amor por Pedro começam agora.”
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