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Nikolos Bussini

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Nikolos Bussini

Doce Vingança: O Amargo Traidor

Doce Vingança: O Amargo Traidor

Moderno
5.0
O doce cheiro de chocolate e baunilha disfarçava mal o amargo. Grávida aos sessenta, minha sogra, Dona Zilda, era um tormento, e a exigência de um copo d'água se transformou em um teatro de acusações: agredi-la, tentar expulsá-la de casa, quase matá-la de desgosto. Meu marido, Bruno, sempre a defendia, pedindo paciência. Mas as palavras dele foram a gota d'água: "Eu pensei que você poderia ajudar, fechar a confeitaria por uns meses e cuidar dela. Eu te pago um salário, se for o caso." A oferta de dinheiro por algo tão vil me fez explodir. Nunca me ofereça seu dinheiro para fazer uma coisa dessas. Leve sua mãe daqui. Agora! A briga escalou, Zilda correu para a rua, gritando socorro e me acusando de agressão, atraindo os vizinhos curiosos. "Cacau, o que deu em você? Você não era assim. Desde que você perdeu o bebê, você virou outra pessoa." Ele ousou mencionar meu filho. Meu filho perdido. Não fale do meu filho. Ele me ofereceu dinheiro para me calar, para ser "boazinha" com a mãe dele, mas eu joguei as notas no chão. "Eu não quero seu dinheiro sujo." Num acesso de fúria, ele destruiu o bolo de casamento, minha obra de arte. "Se você não vai cuidar da minha mãe, então talvez você deva ir embora. Volte para o buraco de onde você veio. Talvez assim você aprenda a dar valor a uma família de verdade." Que buraco? Eu apontei para a porta. "Saia. Você e ela. Peguem suas coisas e saiam da minha casa. E nunca mais voltem." Meu lar, a casa que o verdadeiro Bruno comprou, estava contaminado por um impostor e uma bruxa. O que havia acontecido com meu marido? E por que este homem se passava por ele?
A Vida Paralela Dele

A Vida Paralela Dele

LGBT+
5.0
O cheiro de desinfetante ainda estava em mim quando cheguei para uma visita domiciliar. Recebi uma paciente desesperada, dizendo que sua filha estava mal e ela não podia sair de casa devido a uma gravidez de risco. Mal sabia eu que a casa daquela mulher guardava um segredo que explodiria minha vida em pedaços. Ao entrar, vi fotos de família: uma mulher, uma menina e... ele. Ricardo. Meu marido. Fotos dele sorrindo, abraçando aquela mulher, segurando a menina no colo. Meu coração afundou, sufocado por uma verdade que eu não queria enxergar. E então a menina correu, os mesmos olhos castanhos dele. "Mamãe, o papai chegou!" A voz infantil soou como um trovão. Olhei para a porta dos fundos e lá estava ele, Ricardo, meu marido, vindo do quintal com um saco de carvão, com a barba por fazer, com um ar caseiro que eu nunca via. Ele não estava na Ásia. Ele estava ali. O saco de carvão caiu de suas mãos. Seu rosto empalideceu. "Maria? O que… o que você está fazendo aqui?" A menina apontou para mim: "Papai, é a tia má que você falou?" Eu era a vilã. A dor era física. Ele me viu ali, testemunha de sua farsa. Tudo o que construímos era uma mentira. Percebi que não era apenas um caso, era uma vida paralela, uma família inteira, enquanto eu vivia na cegueira, bancando sua farsa. A raiva me deu força. Não havia mais volta. Eu, que era médica e curava, agora precisava curar a mim mesma, ou destruir o que me destruía. Essa guerra estava apenas começando.
Ascensão da Imperatriz

Ascensão da Imperatriz

História
5.0
A umidade fria do templo budista costumava ser um refúgio para Elena, a Imperatriz Viúva, um lugar para meditar sobre o braço que sacrificou para salvar seu filho, o Imperador. Mas hoje, gritos e a voz estridente de arrogância da Concubina Chu, a favorita de seu filho, quebravam a paz do palácio. Ela presenciou a concubina chutando uma jovem criada, com uma crueldade que Elena não podia ignorar. Ao intervir, esperando que sua presença dissipasse o tirania, Elena foi recebida com desdém. A Concubina Chu, cega por seu poder e pela crença de que Elena era apenas uma velha serva sem títulos, zombou de sua aparência humilde e de sua manga vazia. Um tapa estalou no ar, virando o rosto de Elena, um choque físico que a deixou sem palavras, algo que ninguém ousaria fazer. A violência da Concubina Chu só aumentou. Ela não apenas esbofeteou Elena, mas também empurrou e chutou cruelmente sua leal serva Ava, ordenando que seus guardas a espancassem. Enquanto Ava gemia de dor, a Concubina Chu zombava, revelando que o Imperador, seu próprio filho, lhe dera permissão para limpar o harém "de ervas daninhas" como Elena. O coração de Elena se gelou. Seu braço havia sido sacrificado por um filho que, agora, dava poder a um monstro. Em um último esforço para revelar a verdade, Elena proclamou sua identidade: "EU SOU ELENA, A IMPERATRIZ VIÚVA! MÃE DO IMPERADOR!". A resposta foi uma gargalhada histérica. A Concubina Chu a viu como uma impostora, uma "velha aleijada feia" que se atrevia a usar o nome sagrado da verdadeira imperatriz. Em sua loucura, a concubina ordenou que raspassem a cabeça de Elena, quebrassem seus membros e costurassem sua boca, ridicularizando sua dignidade. Com os lábios costurados e o corpo quebrado, Elena foi jogada em um saco e levada para a coroação de seu próprio filho. Lá, a Concubina o manipulou com mentiras, acusando Elena de traição e de ter um caso. Seu filho, o Imperador, cegado pela raiva e pelo engano, desembainhou sua espada. Um golpe gelado em seu peito, e a vida de Elena se esvaiu, seu último pensamento a imagem distorcida de um filho que a esfaqueou, tudo sob os olhos triunfantes da concubina. No entanto, o destino tinha outros planos.
O Zumbido do Arrependimento

O Zumbido do Arrependimento

Fantasia
5.0
Maria e Pedro, um turbilhão de amor e ódio que incendiava a cidade, de repente foi silenciado. Num dia fatídico, após uma briga pública e humilhante em que ela o mandou ir embora, o telefone tocou. Uma voz fria anunciou o impensável: Pedro estava morto, vítima de um assalto brutal. O mundo de Maria desabou, as cores vibrantes de suas pinturas se esvairam, restando apenas um zumbido ensurdecedor de arrependimento. Mas o que ninguém sabia era que, segundos antes de sua morte, Pedro ligou para ela, e Maria, cega pela raiva e pelo orgulho, recusou a chamada. Aquele toque ignorado tornou-se um fantasma assombrando sua alma. Contudo, a verdade era ainda mais sombria: Pedro não se recusava a partir. Em um ato desesperado de amor e ódio, ele obteve uma chance única para que Maria dissesse as palavras que ele tanto ansiava: "Eu te amo". Ele retornou, uma figura etérea e sólida, no mesmo dia em que seu corpo jazia sem vida. Chegando, encontrou Maria nos braços de João, seu amigo de infância, que a consolava com falsa compaixão. As primeiras tentativas de Pedro foram repelidas com desprezo e acusações. Maria, envenenada pelas mentiras de João, o humilhou e o rejeitou, convencida de que ele era o monstro em sua vida. Pedro, em sua nova forma, testemunhou o homem que o invejava roubar seu lugar. O tempo era um carrasco, os cinco dias se esgotavam e as palavras "Eu te amo" pareciam cada vez mais distantes. Maria, consumida pela dor, pela fúria de João e pela loucura de Pedro, o empurrou para uma piscina gelada. Então, Pedro desistiu. Ele não lutaria mais. Ele se afastou, deixando Maria atordoada e um grito de agonia ecoando naquele cemitério de almas. A vingança de Maria por João e a redescoberta de seu amor por Pedro começam agora.