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O Zumbido do Arrependimento

Capítulo 3 

Palavras: 702    |    Lançado em: 02/07/2025

tempo esmagava seu peito. A missão parecia mais impossível a cada hora que passava. Ele precisava fazer Maria ver a

no sofá?", ele perguntou, com um tom de deboche mal disfarçado. "Maria prefere meu café. Ela diz que o seu sempre foi amargo demais." Ele então se virou para Pedro, a e

Pedro, a voz um sussurro ameaçador. "Eu acho que você vai. Pense bem, Pedro. Se você ficar aqui, sozinho, quem sabe o que pode 'acontecer' com a casa da Maria? Acidentes acontecem. Seria uma pena se o atel

fundado em seus próprios pensamentos sombrios. De repente, uma van preta fechou o carro deles. Dois homens mascarados saíram, armados. Arrancaram Maria e João

áscara. Pedro o reconheceu imediatamente. Era Ricardo, um zagueiro rival que Pedro havia humilhado em campo meses atrás, uma jogada que resultou em uma lesão grave e no fim d

radinhos dela. Mas o resgate é diferente. Você não vai pagar com dinheiro. Você vai escolher quem vive. Sua filha, ou o amiguinho dela, João. Você tem uma hora para deci

o. Ela escolheria João. Ela sempre escolheria João. Em sua mente, Pedro era o culpado por tudo aquilo, o imã de problemas

Ricardo, depois para a filha, para João e, por fim, para Pedro. Sua voz era firme. "Eu não vou escolher. Você pode levar o meu dinheiro, pode me levar, mas eu não vou sacrificar uma v

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O Zumbido do Arrependimento
O Zumbido do Arrependimento
“Maria e Pedro, um turbilhão de amor e ódio que incendiava a cidade, de repente foi silenciado. Num dia fatídico, após uma briga pública e humilhante em que ela o mandou ir embora, o telefone tocou. Uma voz fria anunciou o impensável: Pedro estava morto, vítima de um assalto brutal. O mundo de Maria desabou, as cores vibrantes de suas pinturas se esvairam, restando apenas um zumbido ensurdecedor de arrependimento. Mas o que ninguém sabia era que, segundos antes de sua morte, Pedro ligou para ela, e Maria, cega pela raiva e pelo orgulho, recusou a chamada. Aquele toque ignorado tornou-se um fantasma assombrando sua alma. Contudo, a verdade era ainda mais sombria: Pedro não se recusava a partir. Em um ato desesperado de amor e ódio, ele obteve uma chance única para que Maria dissesse as palavras que ele tanto ansiava: "Eu te amo". Ele retornou, uma figura etérea e sólida, no mesmo dia em que seu corpo jazia sem vida. Chegando, encontrou Maria nos braços de João, seu amigo de infância, que a consolava com falsa compaixão. As primeiras tentativas de Pedro foram repelidas com desprezo e acusações. Maria, envenenada pelas mentiras de João, o humilhou e o rejeitou, convencida de que ele era o monstro em sua vida. Pedro, em sua nova forma, testemunhou o homem que o invejava roubar seu lugar. O tempo era um carrasco, os cinco dias se esgotavam e as palavras "Eu te amo" pareciam cada vez mais distantes. Maria, consumida pela dor, pela fúria de João e pela loucura de Pedro, o empurrou para uma piscina gelada. Então, Pedro desistiu. Ele não lutaria mais. Ele se afastou, deixando Maria atordoada e um grito de agonia ecoando naquele cemitério de almas. A vingança de Maria por João e a redescoberta de seu amor por Pedro começam agora.”