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Não Há Volta Para Nós

Capítulo 2 

Palavras: 822    |    Lançado em: 02/07/2025

is, recebi alt

a casa, para a casa que

ia, parecia vazia sem a expec

m a porta fechada. Eu não

ava em casa. Nã

m enviado mensagens desde

filho perdido tivéssemos

. A minha mãe fez-me um chá, as suas mãos a pai

ficar comigo por uns tempo

minha casa. Eu não

ecisava de enfrentar isto

Pedro finalment

no sofá. Parecia cansado, os seus ombros caídos.

ele abri

r," disse ele, a sua vo

concordei, a minha

a em frente a mim, mante

a tragédia. Uma coisa terrível. Mas cul

rédula. Ele estava

a declarar um facto. Eu precisei de ti.

pelo cabelo, um g

ataque de pânico! O que é que eu devia

a ti," disse eu, a minha voz a quebrar-se pela primei

ue eu não estou a sofrer?" A sua voz ele

a vez. Não perguntaste o que aconteceu, não perguntaste se

olhar, incapaz

em pânico. Não sa

r à Eva, não sabias? S

omeçou a andar de u

torcer as coisas. A Eva é a tua melho

ém, a minha força a regressar com a raiva. "Eu entendo q

ente na minha direção, os seu

ério. Nós acabámos de perder o nosso filho. Precisam

trar apoio, Pedro. Ficar com outra mulher enquanto a tua

utra mulher',

enquanto o teu filho morria!" grit

ontorceu-se. "

ais ter de viver com

oupas do armário, enfiando-as numa mala. As minhas mã

-me, paran

que estás

ficar no quarto de hóspedes

s resolver as coisas." Ele deu um passo

"Não me

lado, o seu rosto um

o meu pai? Do

sabia. Que para vocês, eu sou descar

ão é ve

z-me que se pudesses voltar atrás, t

nhuma palavra saiu. O si

ue eu precis

sei por ele sem diz

abado. A batalha est

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Não Há Volta Para Nós
Não Há Volta Para Nós
“Quando acordei, o cheiro a desinfetante invadiu as minhas narinas. O meu filho, Leo, já não estava na minha barriga. O meu marido, Pedro, não estava lá. Liguei-lhe inúmeras vezes quando as contrações começaram, muito antes do tempo. Ele não atendeu. Em vez disso, recebi uma mensagem: "Eva está a ter um ataque de pânico. Preciso de ficar com ela. Chama uma ambulância." Naquele momento, no chão da nossa casa, a suar e a lutar contra a dor, a sua mensagem selou o destino do nosso filho. E do nosso casamento. Quando finalmente atendeu, a sua voz estava cheia de irritação. "O que é que se passa agora, Sofia? Não te disse que estou ocupado? A Eva ainda não está bem!" E lá estava a voz suave e chorosa da Eva, a minha melhor amiga, ao fundo. "Pedro, é a Sofia? Diz-lhe que não precisa de se preocupar. Ela está prestes a dar à luz." Ele respondeu-lhe: "Não sejas tola. Tu precisas de mim aqui. Ela é uma mulher adulta." Uma mulher adulta. Eu era isso para ele. Não a sua esposa de nove meses, a carregar o seu filho. Com a voz mais firme do que esperava, disse-lhe: "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele explodiu, incrédulo. "Divórcio? A sério? Só porque eu estava a ajudar a Eva?" A sua raiva era uma facada. Mas a minha dor era maior. "O nosso bebé morreu, Pedro." O choque na sua voz foi breve, seguido por uma acusação fria: "O quê? O que é que fizeste?" Senti o meu mundo em colapso. Fui abandonada. Traída. E agora culpada pela perda do meu próprio filho. A sua voz ainda me ressoa na mente: "Eu não podia ir! A Eva precisava de mim! Isto é culpa tua!" Como ele podia? Porquê a Eva? As lágrimas que eu tinha guardado desceram, quentes e amargas. O meu filho. O nosso Leo. Era tudo o que tínhamos. E agora, estava para sempre perdido. Mas não estava desamparada. "Mãe," disse, enquanto as lágrimas continuavam. "Liga a um advogado. Eu quero o divórcio. E quero tudo a que tenho direito."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10