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Feridas do Passado, Força do Presente

Capítulo 3 

Palavras: 766    |    Lançado em: 02/07/2025

ábios queimando em minha bochecha como uma marca de vergonha. A mãe de Lucas,

ra, Isabela," ela disse, sua voz gentil,

falar. A torrente de me

a inteira da minha

uma pequena, mas respeitada, construtora. Ele era o bolsista brilhante, cheio de ambição e com um carisma que cativava a todos

a. O romance da faculdade que flo

à beira da falência. Sem hesitar, convenci meu pai a intervir. Nossa construtora injetou capital, ofereceu contratos e, essencialmente, salvo

prio escritório, ganhou projetos importantes e se tornou o nome do momento no cenário da arquitetura. Eu estava ao seu lado e

difício mais alto que ele projetou, com a cidade aos nossos pés. Foi romântico, per

vado que Sofia Mendes

lestra na universidade. "Ela me lembra de mim mesmo quando comecei,

empre admirei a generosidade (ou o q

ele chegou com um

gar onde ela vive é perigoso. Pensei em deixá

do para ser nosso ninho de amor depois do casamen

, Pedro? Mas e as noss

pode ficar no quarto de hóspedes. Não vai atrapal

. Mas olhei para o rosto suplicante de Pedro, o mesmo rosto do garoto que eu

contra minha vontade. "

do Pedro de "mestre" . Ela se fazia de minha amiga, pedia conselhos, me tra

dia e encontrá-la usando um dos meus

ava lavando e este era tão maci

endo violadas. Mas eu sorri e disse que não havia problema. Eu não queria ser a noiva ciument

a tudo coisa da minha cabeça. Eu estava sendo paranoica. Pedro amav

riso falso, me causava um arrepio. Não era paranoia. Eram avisos. Avisos que eu escolhi ignora

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Feridas do Passado, Força do Presente
Feridas do Passado, Força do Presente
“A festa de gala do prêmio de arquitetura fervilhava, e meu coração transbordava de orgulho. Meu noivo, Pedro Almeida, o recém-consagrado "Arquiteto Revelação do Ano", sorria para mim da multidão. Nossos dez anos de sonhos e planos para o casamento, marcado para o próximo mês, pareciam finalmente se concretizar. Mas a imagem de um conto de fadas desmoronou em câmera lenta, nos fundos do salão. Pedro, o mestre das palavras e meu futuro marido, estava beijando Sofia Mendes. Sofia, a jovem estudante de arquitetura que ele "apadrinhava", a protegida que eu, em minha ingenuidade, acolhi como irmã. Não era um beijo qualquer; era profundo, desesperado, o tipo de paixão que há muito não compartilhávamos. Paralisada na penumbra, ouvi o sussurro dela: "E a Isabela? Pedro, como vamos fazer?". A resposta dele quebrou-me em mil pedaços: "Calma, meu amor. A Bela é ingênua, ela acredita em tudo que eu digo. Vou dar um jeito." A dor se transformou em uma clareza assustadora: eu era uma idiota. A humilhação pública veio em seguida, quando uma foto dos dois, íntimos demais, viralizou. Pedro, com sua máscara de preocupação, propôs: "Vou levá-la [Sofia] para a Europa, para longe dos holofotes, até a poeira baixar. É o melhor para todos." Ele não estava preocupado comigo, mas com a reputação dele e da amante. Com uma calma sobrenatural, eu disse: "Tudo bem, Pedro. Vá. Cuide da Sofia." No momento em que ele se virou para ir atrás dela, eu já discava um número. Lucas Fernandes, meu amigo de infância, herdeiro da maior construtora do país. "Lucas", eu disse, a voz firme. "Você ainda quer se casar comigo?"”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10