icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Feridas do Passado, Força do Presente

Capítulo 4 

Palavras: 814    |    Lançado em: 02/07/2025

ria mais fácil para ele orientá-la se ela estivesse por perto. De repente, ela não era a

te trabalhando em projetos. Almoçavam juntos quase tod

edores, olhares que se desviavam quando eu passava. A atmosfera ficou

o chegar em casa, no apartamento onde eu a

as no escritório

tó, o cansaço es

tando o

a. Sobre o tempo que

ongo e irritado, como se e

ha pupila. Eu estou investindo na carreira dela. Você de

. "Mas a forma como você a trata... parece d

mou, o rosto assumindo uma expressão de mágoa

ssamos juntos? Você realmente acha que eu te trocaria por uma... uma estu

duvidar, por ter ciúmes, por ouvir as f

m você, Pedro

eijou meu cabelo. "Eu te amo. Você é a mulher da minha vida. Nosso casamento está chegando. Não vamos deixar uma

tempo, el

oçar com ela todos os dias, incluiu outras pessoas nas reuniões. Ele fazia qu

casamento estava me deixando paranoica. Eu me agarrei àquela esperança, àqu

oite do prêmio

que mu

e eu era a futura Sra. Almeida. Depois de seu discurso, eu o perdi de vista. Fui procurá-lo na ár

a. A música do salão principal chegava abafada. Eu

rriso

ados nos dela. Não era um beijo roubado ou um deslize. Era um beijo de quem tem fome, de

atendo descompassado no peito. Cada promessa, cada "eu te amo" , cada gest

me traindo. Ele estava

z dele, baixa e cheia de uma tern

cuidado, Sofi. A Bela

que se aplicaria a mim. Minha cabeça não doía, mas eu sentia como se um par de chifres estiv

O chão pareceu sumir sob meus pés. Eu era a noi

gelou a paralisia. Mas não era uma raiva explosiva.

Minha mente, antes nublada pela negação, estava agora

Reclame seu bônus no App

Abrir
Feridas do Passado, Força do Presente
Feridas do Passado, Força do Presente
“A festa de gala do prêmio de arquitetura fervilhava, e meu coração transbordava de orgulho. Meu noivo, Pedro Almeida, o recém-consagrado "Arquiteto Revelação do Ano", sorria para mim da multidão. Nossos dez anos de sonhos e planos para o casamento, marcado para o próximo mês, pareciam finalmente se concretizar. Mas a imagem de um conto de fadas desmoronou em câmera lenta, nos fundos do salão. Pedro, o mestre das palavras e meu futuro marido, estava beijando Sofia Mendes. Sofia, a jovem estudante de arquitetura que ele "apadrinhava", a protegida que eu, em minha ingenuidade, acolhi como irmã. Não era um beijo qualquer; era profundo, desesperado, o tipo de paixão que há muito não compartilhávamos. Paralisada na penumbra, ouvi o sussurro dela: "E a Isabela? Pedro, como vamos fazer?". A resposta dele quebrou-me em mil pedaços: "Calma, meu amor. A Bela é ingênua, ela acredita em tudo que eu digo. Vou dar um jeito." A dor se transformou em uma clareza assustadora: eu era uma idiota. A humilhação pública veio em seguida, quando uma foto dos dois, íntimos demais, viralizou. Pedro, com sua máscara de preocupação, propôs: "Vou levá-la [Sofia] para a Europa, para longe dos holofotes, até a poeira baixar. É o melhor para todos." Ele não estava preocupado comigo, mas com a reputação dele e da amante. Com uma calma sobrenatural, eu disse: "Tudo bem, Pedro. Vá. Cuide da Sofia." No momento em que ele se virou para ir atrás dela, eu já discava um número. Lucas Fernandes, meu amigo de infância, herdeiro da maior construtora do país. "Lucas", eu disse, a voz firme. "Você ainda quer se casar comigo?"”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10