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Pacto de Sangue, Preço da Honra

Capítulo 1 

Palavras: 617    |    Lançado em: 02/07/2025

a a minha com força. Seus passos hesitav

aquilo: uma borracha colorida, com cheiro

te precisa me

a um fio, qua

sempre precisa cons

tômago. Eu era Maria, mãe solteira, educadora por profissão e por vocação

objeto na mochila dela, meu coração afundou. Não pela borracha, mas pelo que aquilo representava. Conversei com ela, expliquei sobre honestida

o moço bri

m você. Faremo

gar estava vazio, exceto por um homem atrás do balcão. Era João, o dono.

urrando Sofia gentil

senhor. Aconte

voz mais poli

mão trêmula, ofer

sem pagar

stado da minha filha. Seus olhos se estreitaram. O s

o inferno

ele se esticou por cima do ba

EU S

loja, fazendo as pratele

m grito agudo

EQUENA VA

ha agora!" gritei, tentando p

violência que a arrastou para o lado dele do b

de Sofia agora

anos, tremia incontrolavelmente sob o aperto de João. O rosto dela estava vermelho, m

o ela! Foi um erro,

a roubar cedo!" ele rosnou,

a porta nos fundos, atraída pelo barulho.

i, João?

ha que anda me ro

Ele não disse nada. Apenas sacou o celular e começou a filmar. A luz vermelh

sada, Ana se aproximou e cus

. Traz a filha pra fazer o serviç

lição sobre honestidade, e estava sendo acusada de ser a mentor

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Pacto de Sangue, Preço da Honra
Pacto de Sangue, Preço da Honra
“Minha filha Sofia apertava minha mão suada na calçada irregular, a borracha colorida na outra mão era a prova de um pequeno deslize infantil. Eu, Maria, mãe solteira e educadora, decidi que esta era a lição perfeita para ensinar honestidade. "Mamãe, a gente precisa mesmo voltar lá?", ela sussurrou, e eu respondi calmamente: "Sim, filha. A gente sempre precisa consertar nossos erros." Entramos na papelaria, o cheiro de papel e tinta preenchendo o ar, e João, o dono, nos esperava. Sofia estendeu a borracha, tremendo. "Eu peguei sem pagar. Desculpa." O que aconteceu em seguida foi um inferno. Num movimento brutal, João agarrou o braço de Sofia, gritando: "LADRA! PEQUENA VAGABUNDA!" Ana, a esposa, se juntou a ele, acusando-nos de roubos de meses, enquanto um cliente na porta filmava tudo descaradamente. Minha Sofia, minha menina de sete anos, foi jogada no chão como lixo. Ele pegou um caderno preto, cheio de anotações falsas, e me acusou de dever sessenta mil reais. "Ou vocês pagam agora, ou eu chamo a polícia e garanto que essa menina vá para um reformatório e você para a cadeia." Minha garganta se fechou; não era sobre justiça, era extorsão. Presa por Ana, eu vi João forçar Sofia a confessar. "Fui eu que roubei", ela soluçou. Naquele olhar, eu vi o meu fracasso como mãe. Minha retidão a tinha levado ao inferno. Ele amarrou uma placa de "EU SOU LADRA" no pescoço dela e a prendeu a um poste na rua, para todos verem. Quando a polícia chegou, eu esperei justiça. Mas a lei falhou. Eles descobriram que o verdadeiro ladrão era Pedro, o filho de João e Ana. "A agressão foi leve, não deixou marcas permanentes", disse o policial. Uma multa. Cestas básicas. O trauma da minha filha pagaria um preço irrisório. Sofia me olhou, seus olhos vazios. "Você disse que fazer o certo era o caminho, mamãe." Naquele instante, algo dentro de mim se quebrou. A moralidade que eu tanto prezava se tornou um luxo inútil. Se a lei falhou em proteger minha filha, eu faria justiça com minhas próprias mãos. Esperei a noite cair, vesti roupas escuras e peguei uma fita adesiva e uma tesoura. Pedro saiu, o filho bastardo que entregara minha filha ao inferno. O amor de mãe virou fúria. A caçada começou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10