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O Preço da Autenticidade

Capítulo 2 

Palavras: 859    |    Lançado em: 02/07/2025

le havia deixado jogadas na cadeira, um hábito que antes ela achava charmoso, mas que agora apenas a irritava. Foi ent

ralmente continham. Por um momento, uma onda de esperança t

ro, um anel de noivado deslumbrante brilhava sob a luz fraca do abajur. Um diamante enorme, cercado por outros menores. E

cou o dedo anelar. Aquele anel nunca caberia nela. Era pelo menos dois números maior. E

o da mesma gaveta, debaixo de alguns papéis, ela encontrou um c

honra de convidá-los para o noivado de seus

striais do país, uma família cuja riqueza faria a fortuna em declínio dos Mendes parecer uma piada. Era um casamento a

"eu te amo" , cada promessa, cada momento que passaram juntos, tudo era uma mentira. Ele não a mantinha em segredo para protegê-la d

sócios do pai de Pedro. Maria não queria ir, mas sabia que precisava. Precis

ples. Quando Pedro chegou para buscá-la, ele sorriu e a elo

es a faziam flutuar, agor

. Os amigos de Pedro, o mesmo

e Carla, com um sorriso falso. "Ainda firme e f

ançava seus olhos. Ela olhou para Pedro, esperando, implora

intura e disse, de forma casual: "Deixem a M

achada, nada mais. Ele a estava apaziguando, como se acalma uma criança, enquanto seu v

ho de casa, o silêncio era de

os?" ela perguntou, a

unta. "Como assim, meu amor? N

segredo. Seus amigos me tratam como se eu fos

o mundo deles. Eles não entendem alguém como você. Pura, simples, real. É

amando de seu refúgio. Ele usava a suposta simplicidade dela como uma arma

mor ali. Havia apenas conveniência e engano. A dor em seu peito era real, uma dor aguda de um coração partido. Mas por baixo da dor, algo novo começava a crescer

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O Preço da Autenticidade
O Preço da Autenticidade
“"Mãe, pai, eu decidi. Vou me mudar para São Paulo e tentar viver por conta própria," Maria disse, trocando o luxo de sua fazenda bilionária por um apartamento simples e um emprego de secretária. Ela queria ser amada por quem era, não pelo sobrenome Silva. Dois anos depois, essa busca a levou a um bar lotado, rodeada pelos amigos esnobes de seu namorado, Pedro. Eles zombavam de seu "emprego de secretária" e de seu "orçamento limitado" . Maria sorriu educadamente enquanto calculava mentalmente o custo de comprar o prédio inteiro. A humilhação era palpável, e Pedro permitia. Ele nunca a defendia de verdade. Naquela noite, a farsa desmoronou. Numa gaveta do apartamento dele, Maria encontrou uma caixa da Tiffany. Seu coração disparou antes que a esperança se transformasse em pavor gelado. O anel não era para ela. Atrás dele, um convite de noivado: Pedro Mendes e Ana Lúcia Almeida. A data: três semanas. Ana Lúcia, filha de um magnata industrial, a noiva arranjada, o futuro que ele escondia. Cada "eu te amo", cada promessa, tudo era uma mentira. Ela era a diversão, Ana Lúcia, o futuro. A dor era sufocante, mas na manhã seguinte, transformou-se em fúria fria. Maria pediu demissão de seu emprego insignificante, apanhou seus pertences do apartamento de Pedro, excluindo cada vestígio de sua existência. Na frente dele, ela rasgou a foto deles, jogou fora o colar barato que ele lhe deu, e entregou a chave. O vídeo de Ana Lúcia vestindo o vestido de noiva chegou no celular de Pedro naquele exato momento. Pedro finalmente entendeu. Ela sabia. "Pedro, acabou. Não porque você me traiu, mas porque você me subestimou. Aproveite sua festa de noivado. Adeus." Sem olhar para trás, Maria entrou no carro de luxo enviado por sua família. A garota ingênua havia morrido. Nela, uma mulher nova, forjada na traição, despertava para reclamar seu império e sua vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10