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A Vingança de Sofia Alencar

Capítulo 1 

Palavras: 772    |    Lançado em: 02/07/2025

camisa nova. Meus dedos tremiam, e eu apertei a alça da minha moch

O portão imponente da universidade, os estudantes ri

tava

ra da traição era mais forte que o medo da morte. Vi meus pais mortos, a fortuna da minha família roubada, e a minha "irmã"

o primeiro dia da universidade. O d

eito, não de ansiedade, mas de uma raiva

ncia, cercada por um grupo de novos

e é por minha conta! Considerem um pre

ar meus pais por anos. Ela tirou da bolsa um maço de dinheiro, not

eiro que ele deu a ela naquela ma

. Hoje, eu via a verdade. Ela estava construindo sua persona de "garota rica e generosa", a base par

lhares de pena, da humilhação de ser chamada de aproveitadora enquanto ela usava o meu dinheiro

e alargou, e ela acenou para

em aqui,

ha" soou como vene

es, meu rosto cuidadosamente neut

ros. O gesto era para parecer afetuoso, mas eu senti a posse, o controle. "Ela é um pouc

quanto se posicionava como a porta-voz social da nossa "família rica". Era uma provocação,

, um sorriso pequ

disse ao grupo, minha voz calm

com presunção. Ela ac

ação. Com um movimento rápido e discreto, peguei meu celular. Tirei uma foto clara do

al. Eu nunca a usava, mas sabia como funcionava. Em segundos, localizei a

ra livros e material

xatamente cin

mensagem rápida para o grupo de calouros da universidad

ando por rica, distribuindo dinheiro que acabou de receber dos 'pais adotivos' para

dinheiro e o prin

vi

upo em direção à cafeteria, um passo atrás de

prestes a acabar an

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A Vingança de Sofia Alencar
A Vingança de Sofia Alencar
“O suor frio escorria na minha testa no primeiro dia da universidade, um deja-vu insuportável. Eu caí do telhado, traída pela minha "irmã" Ana, que me incriminou pela morte dos meus pais e roubou a fortuna da minha família. Em vez da morte, um milagre: eu estava viva, de volta ao dia fatídico. Ana, com sua voz doce e generosa, distribuía o dinheiro do MEU pai para parecer a garota rica e boazinha, com a intenção de me humilhar como a "bolsista pobre" apadrinhada por caridade. Senti a raiva gélida crescer. Todas as humilhações da vida passada me atingiram como um soco no estômago, a dor era excruciante. Ela sorriu, acenou e me chamou de "irmãzinha", mas para mim soou como veneno. Ela tentou me diminuir, me pintar como a garota tímida e estranha, me colocando sob suas asas manipuladoras. Mas eu não era mais a garota ingênua. Com um sorriso frio, tirei uma foto do dinheiro e o print da transferência bancária: prova irrefutável da farsa. Compartilhei tudo com os calouros, expondo sua mentira antes mesmo que ela pudesse respirar. Aquele show dela estava prestes a acabar. A humilhação pública na cafeteria foi só o começo. Ao chegar em casa, Ana estava encenando para meus pais, se vitimizando, distorcendo a verdade, tentando jogá-los contra mim. Ela se pintava como a pobre garota adotada, vítima do preconceito, mas eu sabia a verdade. "Mãe, pai, a generosidade de vocês está os cegando", minha voz era firme. Revelar o roubo do colar da vovó e o celular comprado com o dinheiro sujo dela foi só o primeiro passo. Plantei a semente da dúvida. A raiva e o ódio nos olhos de Ana eram o presságio de uma guerra declarada. Na manhã seguinte, ela trouxe a guerra para a minha casa, com a mesma performance, tentando me fazer de impostora. Ela implorava "ajuda" de joelhos, mas eu não cederia mais. "Esta é a minha casa, a casa dos meus pais. Eu sou Sofia Alencar", anunciei, e chamei a segurança. Aquele sorriso venenoso dela desapareceu. Eu estava de pé, firme, vitoriosa, pronta para o banquete da vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10