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A Vingança de Sofia Alencar

Capítulo 2 

Palavras: 776    |    Lançado em: 02/07/2025

nversas e risadas preenchia o ar. Ana, como uma rainha em

uncionária do caixa, garantindo que todos ao redor ouvissem. "Quero

com gratidão e admiração. Ela se deleitava co

ois, depois uma cascata de notificações por todo o salão. As pessoas

s olhos se arregalaram, depois se moveram do celular para Ana, e de

e

... é o mesm

Ela disse que er

ao redor, confusa com a mudança repentina de atmosfera. Um dos g

e seus olhos. O sorriso d

ela gaguejou, sua voz de repente aguda e est

coisas. O print da transferência bancária, com o nome do meu

, agora a encarava com desconfiança. "Senhorita, o total

parecendo uma prova de sua farsa. O dinheiro que deveria co

minha

e, um olhar de preocup

z suave o suficiente para que apenas as pes

cheios de fúria e desespero. Ela

de," ela sussurr

e, projetando minha voz para que todos pudessem ouvir. "Minha irmã, Ana, foi

sorvida. Os olhares de desprezo se transfor

ndo gentilmente a carteira da mão dela. "Ela só queria que todos gostassem

meus pais me deram. O gesto foi rápido, discreto, mas poderoso. Eu não estav

generosa era, na verdade, uma coitada desesperada por atenção, usando o dinheiro de sua família adotiv

destruí a base de seu po

rte, antes de se virar e sair correndo

tudantes vie

fia, você

em sorte de

r termos acr

acioso e tranquilizador. "Não se

ção pública era apenas o começo. Eu precisava de mais. Precisava de

ador particular, o melhor da cidade. Um homem co

Silva," digitei na mensagem. "Passado, afiliações

u estava apenas começando a preparar o banque

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A Vingança de Sofia Alencar
A Vingança de Sofia Alencar
“O suor frio escorria na minha testa no primeiro dia da universidade, um deja-vu insuportável. Eu caí do telhado, traída pela minha "irmã" Ana, que me incriminou pela morte dos meus pais e roubou a fortuna da minha família. Em vez da morte, um milagre: eu estava viva, de volta ao dia fatídico. Ana, com sua voz doce e generosa, distribuía o dinheiro do MEU pai para parecer a garota rica e boazinha, com a intenção de me humilhar como a "bolsista pobre" apadrinhada por caridade. Senti a raiva gélida crescer. Todas as humilhações da vida passada me atingiram como um soco no estômago, a dor era excruciante. Ela sorriu, acenou e me chamou de "irmãzinha", mas para mim soou como veneno. Ela tentou me diminuir, me pintar como a garota tímida e estranha, me colocando sob suas asas manipuladoras. Mas eu não era mais a garota ingênua. Com um sorriso frio, tirei uma foto do dinheiro e o print da transferência bancária: prova irrefutável da farsa. Compartilhei tudo com os calouros, expondo sua mentira antes mesmo que ela pudesse respirar. Aquele show dela estava prestes a acabar. A humilhação pública na cafeteria foi só o começo. Ao chegar em casa, Ana estava encenando para meus pais, se vitimizando, distorcendo a verdade, tentando jogá-los contra mim. Ela se pintava como a pobre garota adotada, vítima do preconceito, mas eu sabia a verdade. "Mãe, pai, a generosidade de vocês está os cegando", minha voz era firme. Revelar o roubo do colar da vovó e o celular comprado com o dinheiro sujo dela foi só o primeiro passo. Plantei a semente da dúvida. A raiva e o ódio nos olhos de Ana eram o presságio de uma guerra declarada. Na manhã seguinte, ela trouxe a guerra para a minha casa, com a mesma performance, tentando me fazer de impostora. Ela implorava "ajuda" de joelhos, mas eu não cederia mais. "Esta é a minha casa, a casa dos meus pais. Eu sou Sofia Alencar", anunciei, e chamei a segurança. Aquele sorriso venenoso dela desapareceu. Eu estava de pé, firme, vitoriosa, pronta para o banquete da vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10