icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Vingança de Sofia Alencar

Capítulo 3 

Palavras: 788    |    Lançado em: 02/07/2025

mentos do dia sobre meus ombros. A casa estava silenci

ando histericamente. Meu pai estava sentado na poltron

bro da minha mãe. "Eles descobriram que sou adotada e me chamaram de mentirosa, d

-me um olhar triste. "Oh, minha querida, que

to dinheiro de uma vez poderia chamar a atençã

de classe, uma pobre garota adotada maltratada pelos ricos esnobes. Ela estava tentando envenenar meus pais c

no chão com um baque surdo, o

rês olhara

itar no que aconteceu com

minha voz fria e firme, caminhando p

me olhou, os olhos vermelhos e inchad

com ela," disse minha mãe. "E

amo, e amo o papai. Vocês são as pessoas mais generosa

a testa. "O que

essante, não é? Como todo o seu drama sobre ser uma 'pobre garota adotada'

la gritou, tentando ret

e, você se lembra do colar de diamant

"Sim... nós pensamos que a

o pegou. Ela o vendeu para comprar um celular novo, o mesmo que ela disse q

o na sala

eríodo," meu pai disse lentamente, a comp

hada por ser adotada. Ela foi humilhada porque tentou comprar amigos com o dinheiro que você deu a ela para os

choque e a decepção estampados em

a saiu. Ela estava encurralada, suas

ão agora dura. "Ana, vá para o s

se levantar e sair correndo da sala, desta ve

olharam, pare

s contou isso antes?" minha

ade amarga em minha boca. "Eu queria acreditar que e

ar, amor, tudo. Mas algumas pessoas são como a cobra da fábula. Não importa o quant

so. Mas uma semente de dúvida foi plantada. Eles começaram a v

ada dela e monitorar seus gastos. Fo

guerra. E eu sabia que a retalia

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Vingança de Sofia Alencar
A Vingança de Sofia Alencar
“O suor frio escorria na minha testa no primeiro dia da universidade, um deja-vu insuportável. Eu caí do telhado, traída pela minha "irmã" Ana, que me incriminou pela morte dos meus pais e roubou a fortuna da minha família. Em vez da morte, um milagre: eu estava viva, de volta ao dia fatídico. Ana, com sua voz doce e generosa, distribuía o dinheiro do MEU pai para parecer a garota rica e boazinha, com a intenção de me humilhar como a "bolsista pobre" apadrinhada por caridade. Senti a raiva gélida crescer. Todas as humilhações da vida passada me atingiram como um soco no estômago, a dor era excruciante. Ela sorriu, acenou e me chamou de "irmãzinha", mas para mim soou como veneno. Ela tentou me diminuir, me pintar como a garota tímida e estranha, me colocando sob suas asas manipuladoras. Mas eu não era mais a garota ingênua. Com um sorriso frio, tirei uma foto do dinheiro e o print da transferência bancária: prova irrefutável da farsa. Compartilhei tudo com os calouros, expondo sua mentira antes mesmo que ela pudesse respirar. Aquele show dela estava prestes a acabar. A humilhação pública na cafeteria foi só o começo. Ao chegar em casa, Ana estava encenando para meus pais, se vitimizando, distorcendo a verdade, tentando jogá-los contra mim. Ela se pintava como a pobre garota adotada, vítima do preconceito, mas eu sabia a verdade. "Mãe, pai, a generosidade de vocês está os cegando", minha voz era firme. Revelar o roubo do colar da vovó e o celular comprado com o dinheiro sujo dela foi só o primeiro passo. Plantei a semente da dúvida. A raiva e o ódio nos olhos de Ana eram o presságio de uma guerra declarada. Na manhã seguinte, ela trouxe a guerra para a minha casa, com a mesma performance, tentando me fazer de impostora. Ela implorava "ajuda" de joelhos, mas eu não cederia mais. "Esta é a minha casa, a casa dos meus pais. Eu sou Sofia Alencar", anunciei, e chamei a segurança. Aquele sorriso venenoso dela desapareceu. Eu estava de pé, firme, vitoriosa, pronta para o banquete da vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10