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Ana: Renascida das Cinzas do Amor

Capítulo 3 

Palavras: 1050    |    Lançado em: 02/07/2025

u tivesse acabado de confessar um crime. Dona Lúcia, por sua vez, int

Ela me odeia! Ela quer me

os os limites. Minha mãe não vai a lugar nenhum. Esta casa é dela. Se

vendo ali de favor. Na minha vida anterior, essa ameaça me paralisava, me e

uma calma que os desarmou. "Talvez seja a hora

o. Ele não esperava por isso. A ameaça era par

rio. Você não iria a lugar nenhu

nunca me protegeu. Você nunca protegeu

ele protestou, mas sua

la não vai mais interferir nos cuidados da Sofia. Diga a ela que

sposta, mas precisava ouvir. Precisava que aquela última e minúscula

tava com olhos de cachorrinho ab

e peça para

do. Você já escolhe

irmeza, e caminhei em direção ao m

a passagem. Seu rosto estava vermelho de raiva

eta a lugar nenhum! Ela é uma

cru e visceral. A imagem do corpo sem vida da minha filha no

ar, eu e

e proteger meu bebê. Mas Dona Lúcia, sempre exagerada, se desequilibrou. E para pior

batendo o quadril com força na quina

dril! Ela me qu

se nada estivesse acontecendo, finalmente se levantou e correu para a c

está bem?

la quer me matar!", Dona Lúcia gemia,

m um desprezo que eu n

acolhemos na nossa casa e é assim que você

a raiva que eu raramente via nele, uma raiv

na. Desta vez você foi long

o de antes deu lugar a uma frieza cal

r o prazer de entregar esta xícara e o resto do 'chazinho milagroso' que a sua mãe preparou para a minha

eguei a xícara caída no chão. Havia um pouco do líquido

tei para me proteger. Para proteger a Sofia. Vamos ver em quem eles vão acreditar, Pedro. Na mãe desesperada

hou para a mãe, caída no chão, e depois para a xícara

rlos r

o se atr

vocês conheciam, a que tinha medo de tudo, a que abaixava a cabeça e p

r por um instante, olhan

r disso, sua vagabunda

ma risad

pagar. Eu perdi a minha filha uma vez por causa de vocês. Não vai acontecer

diferente. Soava como a fúria de uma rainha destronada. Eu tranquei a porta do quarto e finalmente respirei fundo, meu coração

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Ana: Renascida das Cinzas do Amor
Ana: Renascida das Cinzas do Amor
“A chuva batia forte no para-brisa, as lágrimas se misturando às gotas, enquanto a urna fria com as cinzas da minha Sofia pesava no meu colo. Eu, Ana, estava no último limite da minha dor. Meu marido, Pedro, e meu sogro, Seu Carlos, me acusavam de loucura, ofuscados pela hipocrisia de Dona Lúcia, minha sogra. Ela que, com seu sorriso dissimulado e "chazinhos milagrosos", transformou a vida da minha filha em um pesadelo silencioso. Eles me culparam por tudo. Ninguém viu a verdade por trás da sua falsa bondade, da sua avareza criminosa que custou a vida da minha Sofia. Minha filha morreu envenenada por água sanitária e açúcar, uma "receita de avó" que Dona Lúcia deu para ela. E no funeral, eles me apontaram como a vilã. "A culpa não foi de ninguém", repetiam, enquanto eu via o assassino recebendo pêsames. O mundo desabou, e a Ana, doce e paciente, morreu. Cegada pela dor, pisei fundo no acelerador, determinada a levar todos nós para o inferno. O impacto foi brutal, e a escuridão me abraçou. Mas, então, um choro. O choro da minha Sofia. E a luz suave do meu antigo quarto. Eu estava de volta. Viva. Sofia estava viva. No calendário, a data fatídica: o dia em que o primeiro prego foi martelado no caixão da minha filha. Desta vez, não haveria caixão. A Ana submissa morreu naquele acidente. De suas cinzas, renasci leoa. E desta vez, a justiça seria feita. Por bem ou por mal.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10