icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Ana: Renascida das Cinzas do Amor

Capítulo 2 

Palavras: 1282    |    Lançado em: 02/07/2025

calor do seu corpo minúsculo contra o meu era real. O cheiro suave de bebê era real. Eu não estava

com um sorriso no rosto que, na minha vida passada, eu interpretava

is", disse ela, a voz falsamente doce. "A nossa pequena

tre ela e minha filha. Dona Lúcia parou, a expressão mudando por uma fração de se

? Parece que vi

, respondi, a voz firme, se

idão, era vívida. Mas a visão de Sofia, viva e respiran

fubá que você adora", disse ela, tentando me guiar para fora do q

vida anterior, eu a teria entregado sem pensar duas ve

la fica

Dona Lúcia va

tomar café com a menina no colo?

peti, o tom de voz mais baixo, mai

se estreitando. Ela não estava acostumada com essa resistência. A Ana qu

bros, forçand

. E eu já preparei o chazinho da Sof

nais" que quase a matou. Aquele foi o primeiro grande alerta qu

untei, mantendo

, natural. Muito melhor que esses remédio

obre a mesa, estava uma xícara fumegante. O cheiro era adocicado e estranho. Ao lado, a m

i e arranquei a xícara da mão dela. O líquido quente derramo

ESTÁ FAZENDO?", grit

ia de uma fúria que eu mantive represada por uma v

mante! Você está louca

são essas, Dona Lúcia? Você sabe o nome delas? Sabe os

a vez, eu a via sem a sua máscara de boa samaritana

com... com um pouco de

um adulto saudável! O médico disse, mil vezes, NADA além do leit

ra no chão, a expressão furiosa da mãe e o meu rosto transfor

ui? Ana, por que você está

Pergunte o que ela ia

para o filho, o ch

pra ajudar a acalmar a Sofia, e a sua mulher jo

a decepção e a irritaç

tória? Minha mãe só qu

r a verdade. Eles me internariam. - "Eu pesquisei. As ervas que ela usa são tóxicas para be

na minha voz era total, alimenta

Lúcia

nets que só falam mentira? Antigamente não

inha filha! Na minha filha, ninguém mais toca! Ninguém mais dá 'remedinhos altern

com a gritaria, começou a chorar no meu colo. Eu a aninhei, tent

is perto dela. Você não alimenta, nã

passo à frent

fazer isso! Ela é a

ro lugar para morar", retruquei, a fras

Talvez eu fosse. A antiga Ana, a confeiteira doce e paciente, não teria coragem de dizer aquilo.

choque, usou sua arma mais p

om tanto sacrifício, abri as portas da minha casa pra você... e é assim que voc

edro, os olhos c

r isso comigo, meu filho?

dilha. Ele olhou para mim, o ros

tá destruindo esta família! Peça

sfarçada de mágoa da minha sogra. Na vida passada, eu teria cedido. Teria ped

não

i a cabeça

ir desculpas por pro

Reclame seu bônus no App

Abrir
Ana: Renascida das Cinzas do Amor
Ana: Renascida das Cinzas do Amor
“A chuva batia forte no para-brisa, as lágrimas se misturando às gotas, enquanto a urna fria com as cinzas da minha Sofia pesava no meu colo. Eu, Ana, estava no último limite da minha dor. Meu marido, Pedro, e meu sogro, Seu Carlos, me acusavam de loucura, ofuscados pela hipocrisia de Dona Lúcia, minha sogra. Ela que, com seu sorriso dissimulado e "chazinhos milagrosos", transformou a vida da minha filha em um pesadelo silencioso. Eles me culparam por tudo. Ninguém viu a verdade por trás da sua falsa bondade, da sua avareza criminosa que custou a vida da minha Sofia. Minha filha morreu envenenada por água sanitária e açúcar, uma "receita de avó" que Dona Lúcia deu para ela. E no funeral, eles me apontaram como a vilã. "A culpa não foi de ninguém", repetiam, enquanto eu via o assassino recebendo pêsames. O mundo desabou, e a Ana, doce e paciente, morreu. Cegada pela dor, pisei fundo no acelerador, determinada a levar todos nós para o inferno. O impacto foi brutal, e a escuridão me abraçou. Mas, então, um choro. O choro da minha Sofia. E a luz suave do meu antigo quarto. Eu estava de volta. Viva. Sofia estava viva. No calendário, a data fatídica: o dia em que o primeiro prego foi martelado no caixão da minha filha. Desta vez, não haveria caixão. A Ana submissa morreu naquele acidente. De suas cinzas, renasci leoa. E desta vez, a justiça seria feita. Por bem ou por mal.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10