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O Cheiro do Engano

Capítulo 3 

Palavras: 924    |    Lançado em: 02/07/2025

e Ricardo

nsou, ele

fundo de sua alma, ele

de surpresa, acerta

do no osso ecoou pe

sorriso arrogante substituído p

tisfação imensa no peito de Ricard

apenas u

de Gustavo reagir

m profis

or trás, prendendo seus br

eriu um soco potente n

us pulmões em u

o segurança atrás d

limpando um filete de

queimavam

u, a voz distorcida pela raiva. "Você vai se arr

ara o segurança na

em co

foi uma surra br

obre o rosto e o

mas estava imobili

aguda, o

partir, o gosto de san

nte explodiu em

egurança finalmente o soltou,

ção ainda não

riu e Juliana saiu, s

o ensanguentado, e seu olhar nã

apenas

?" ela perguntou

colocando um braço possessi

acou. Ele precisa aprender

para Ricardo

iota, Ricardo

s próximo, voltando com um chicote de equitação fin

a o objeto nas mã

o fari

a

lembrar seu lugar", d

ela o

rtou as costas de Ricardo, r

oisa que ele já sentiu, um ardor

e, mas um dos seguranças pisou e

lpeou de nov

por sua rebeldia, uma afirm

de Juliana, quem

queremos que ele morra

e Ricardo, que tre

lo cabelo, forçando-

s ao senhor Gu

ue e terra no chão.

va. Ele deu um tapa no rosto de Ricard

os da sarjeta, demos um teto sobre sua cabeça, e é assim q

o, a raiva substituída p

ste verme. Ele não sabe o que faz. F

urvava para Gustavo, como Juliana estava ao lado

penas sobre o

a cons

ando encobrir um caso, eles estavam a

ceiros no plano de usá-l

a, mas a dor daquela p

amente sozinho, ce

u, olhando para Ric

liana e a beijou, bem

sou um homem compreensivo. Mas

do, o desprezo em se

para as câmeras. E você vai ficar quieto enqua

arou Gustavo, o ódio queimando em seu

osa pareceu irritar

amente, nas costelas, no estômago, em

a ele! R

Ricardo, cada golpe o levava ma

plano, não para parar, mas para ter cuidad

foi a de Juliana, parada ao lado de Gustavo, observando s

um inseto sendo es

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O Cheiro do Engano
O Cheiro do Engano
“O cheiro de charuto e perfume barato nunca deveria estar junto, mas naquele dia, Ricardo o sentiu no ar do seu pequeno apartamento. Parado à porta, sacola de compras na mão, ele viu Juliana, sua noiva, nos braços de Gustavo, o filho arrogante de um magnata. A sacola caiu, as laranjas rolaram, e Juliana se virou, não com culpa, mas irritação: "Ricardo? O que você está fazendo aqui tão cedo?" Gustavo riu, puxando-a para mais perto, enquanto Ricardo sentia o chão sumir sob seus pés. "Não seja dramático, Ricardo," ela disse, antes de soltar a bomba: "Eu e Gustavo estamos juntos." Aquela revelação, que já era um soco no estômago, se transformou em humilhação pública quando a família dela-mãe, pai, irmão-saiu do quarto, revelando uma emboscada. Eles não só esperavam que Ricardo aceitasse a traição, mas que se casasse com Juliana para encobrir o caso, garantindo a "aliança poderosa" com Gustavo. "Vocês querem que eu seja um 'chifrudo' de fachada?" ele cuspiu, sentindo a dignidade ser pisoteada. Sônia, sua pseudo-sogra, prometeu fortuna, mas Ricardo viu apenas a ambição fria nos olhos de Juliana e a lembrança de todos os seus sacrifícios por eles se transformou em raiva. Ele foi usado como um peão, um investimento, e agora, um obstáculo. Mas o Ricardo ingênuo havia morrido naquele jardim. "Não," ele disse, a voz firme, "Eu não vou fazer parte dessa sua sujeira." Eles o subestimaram. Ele não tinha mais nada a perder. No entanto, a humilhação escalou: Gustavo, com um cruel sorriso, atacou o velho jardineiro André, uma das poucas pessoas que Ricardo estimava. Ao tentar defender André, Ricardo foi espancado pelos seguranças de Gustavo, e Juliana, com um chicote nas mãos, adicionou mais golpes na sua pele já marcada. "Você vai se casar com Juliana. Você vai sorrir para as câmeras. E você vai ficar quieto enquanto eu faço o que eu quiser com ela," Gustavo sibilou. Mas enquanto a dor o abatia, uma nova chama se acendeu: a busca pela verdade de quem realmente era, e uma promessa silenciosa de vingança. Ele não seria um peão. Ele seria um jogador.”