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Nove Vidas, Um Só Amor

Capítulo 2 

Palavras: 803    |    Lançado em: 02/07/2025

à porta, cada passo uma declaração de sua recém-descoberta liberdad

voz de Isabella cortou o ar,

u pelo braço, suas unhas cravando em sua pele com uma f

centímetros do dele, seus olhos escuros faiscando de rai

ntando se livrar do aperto dela, ma

ava entre os resíduos hospitalares, um brilho perigoso passou por seus olhos. Ela o arr

ro, ela olhou para a imagem dos dois sorrindo, e então seu olhar se fixou

pado. "Meu amor, não se estresse com ele, ele deve ter visto um relógio caro ou a c

lla a aceitou sem hesitar, seus olhos se estreitaram,

fizemos por você? Depois que eu te tirei daquele lugar imundo e te

ele começou, mas

u. "Eu cansei das suas men

ndo contra o piso, ela ficou de pé sobre ele, uma figura imponen

do-lhe o ar, ele se encolheu, toss

sua voz desprovida de qualquer emoção. Ela o chutou de nov

to, acariciando seu cachorro como se esti

nuou, sua voz ecoando no quarto silencioso. "Eu deveria ter te

e cabeceira e o derramou sobre a cabeça dele, a água fria escorrendo por seu rost

rancado neste quarto até aprender a ser obedient

a Lucas, caído e encharcado no chão. A porta se fechou com um clique alto, e o s

, mais uma vez, em uma gaiola construída pela mulher que ele um dia amou. A escuridão do quarto parecia engoli-lo, e um dese

as costelas se tornou uma agonia constante, a porta se abriu no

mento?", ela perguntou, como se esti

le apenas a encarou do

i me comover, se você tentar fugir de novo, Lucas, eu juro que vou quebrar suas pe

a porta novamente, deixando-o sozinho com a dor, a fome

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Nove Vidas, Um Só Amor
Nove Vidas, Um Só Amor
“Esta era a nona vez. Nona vez que eu abria os olhos para o mesmo teto branco e estéril de hospital, o cheiro de desinfetante invadindo minhas narinas. Eu já sabia onde estava e o que viria a seguir. Meu corpo estava exausto, minha alma cansada de oito vidas de sofrimento e mortes brutais. Em todas elas, eu fui apenas um personagem secundário, um obstáculo irritante na grande história de amor entre Isabella, minha tia adotiva, e o verdadeiro protagonista, Gabriel. Meu papel? Amá-la, falhar miseravelmente, e morrer para fortalecer o amor deles. Lembro cada morte com clareza horrível: afogado, jogado de um precipício, envenenado. Todas orquestradas ou permitidas por ela, a mulher que um dia amei desesperadamente. Mas, na nona vida, algo quebrou. Meu amor por Isabella se tornou um vazio oco. "Não, obrigado", pensei quando ouvi o sistema anunciar: "[Iniciando o nono ciclo. Missão principal: Conquistar o amor de Isabella. Recompensa: Sobrevivência.]" Eu só queria paz, liberdade, mesmo que o preço fosse a morte definitiva. A porta se abriu, e ela entrou, deslumbrante como sempre, com Gabriel ao seu lado. Ela me ofereceu sua falsa preocupação, ele, seu sorriso de escárnio. "Ele é fraco, meu amor", Gabriel disse, "Provavelmente só queria um pouco de atenção." Então, vi Flocos, o pequeno spitz alemão, pular nos braços de Gabriel, recebendo carinho que eles nunca me deram. E Isabella sorriu, um sorriso genuíno que há anos não via. A verdade me atingiu com a força de um soco: para eles, eu valia menos que um cachorro. A humilhação suplantou a dor de todas as minhas mortes passadas. Com uma calma que eu não sentia há muito tempo, arranquei o acesso intravenoso do meu braço. Peguei o porta-retrato com nossa foto e o joguei na lixeira. O vidro se quebrando foi o som de correntes se partindo. "Eu desisto", eu disse, minha voz rouca, mas firme. "Eu não quero mais fazer parte disso." Isabella e Gabriel me encararam, chocados. Foi a primeira vez em nove vidas que eu me senti no controle. Eu me importava com as consequências? Não. Eu só queria que tudo acabasse.”