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Destino Quebrado

Capítulo 3 

Palavras: 771    |    Lançado em: 02/07/2025

ada imagem de Sofia sorrindo ao lado de Marcos era uma facada em seu coração já despedaçado. Ele olhava para as faturas do cartão de crédito dela, para os nomes das lojas de luxo

a fechadura. A

So

tido elegante fora trocado por uma calça jeans gasta e uma camiseta simples. As joias haviam sumido. O cabelo, antes penteado, estava agora

. Os olhos estavam um pouco vermelhos, como se ela t

tom baixo e lamentoso. "Eu soube... eu vim o mais

ele, ignorando a bagunça no chão. Ela parecia não ter

e tivesse sido espancado. Ele não sentia mais a dor aguda do luto. Em seu lugar, havia um frio c

r ao voltar dos seus supostos "bicos". Era um perfume. Um perfume caro, floral e sofisticado, que pairava sutil

ele perguntou, a voz rouca,

undo, pega de surpresa

daquela senhora, a dona Margarida. Meu celular

o, agora, soava oca, absurda. Ele olhou para os

ver os extratos bancários, o celular caro jogado ao lado da caixa de sapatos. O pânico cintilo

tentando mudar de assunto. "Você está bem? V

olo que agora parecia uma violação. Ela tentou envolvê-lo em seus braços, pr

conta de Ricardo. Era como tocar em algo sujo, contaminado. O cheiro do pe

empu

i um movimento brusco, forte,

as saindo como um rosnado baixo e pe

máscara de tristeza caiu, revelando surpresa e uma ponta de indign

samos nos apoiar um no outro!", ela exclamou, a voz su

io e o olhar dele eram mais devastadores do que qualquer acusação. Ele sabia a verdade. E ela, naquele instante, soube que ele sabia. A me

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Destino Quebrado
Destino Quebrado
“O telefone tocou, cortando o silêncio pesado da minha casa humilde. Era o hospital, informando que meu filho, Felipe, havia sofrido um acidente fatal enquanto fazia entregas. Minha mão tremia ao ligar para Sofia, minha esposa, a mãe de Felipe, buscando consolo no caos, mas ela recusou minha chamada, ocupada demais com seus "bicos" . Finalmente, ela atendeu, impaciente, e ao ouvir sobre Felipe, sua única preocupação foi: "Ele se meteu em encrenca de novo? Não tenho dinheiro para fiança." Foi um golpe mais doloroso que a própria tragédia. Minha companheira de vinte anos, a mulher com quem dividi suores e sonhos, estava em algum lugar celebrando, distante e fria, enquanto nosso filho jazia sem vida. No funeral, ela não apareceu; vi seu carro de luxo, o motorista Marcos e o filho dele, Lucas, passando pela entrada, e o pneu esmagando a única rosa vermelha que deixei para meu filho, num doloroso símbolo de sua indiferença. A dor da perda mesclou-se à amargura quando, entre os pertences de Felipe, encontrei o dossiê da verdade: extratos bancários de uma conta secreta com milhares de reais, fotos de Sofia, Marcos e Lucas sorrindo em praias e restaurantes caros, e a carta de aceitação de Felipe para a universidade, com bolsa integral. Meu filho, que sonhava em ser engenheiro, estava se matando em trabalhos extras para sustentar a farsa dela, para comprar para ela presentes que ela nunca precisou, enquanto ela financiava a vida de luxo de outra família. Com a raiva e dor me consumindo, descobri que eu também estava doente, com poucos meses de vida. Sofia apareceu com papéis de divórcio, revelando que meu dinheiro estava bancando o luxo dela, e que o filho dela, Lucas, era o culpado pelo acidente de Felipe. Eu podia aceitar o destino, mas não a hipocrisia; eu não morreria para purificar a consciência dela. Minha vingança seria viver em seu inferno particular, sem mim, sem nosso filho, mas com a culpa eterna corroendo sua alma.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10