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A Verdade Oculta da Heroína Acidental

Capítulo 1 

Palavras: 696    |    Lançado em: 02/07/2025

te encheu as minhas narinas, e o teto branco

do, especialmente a minha cabe

sentada ao meu lado, com os olhos

, disse ela, a sua voz rouc

mas a minha gar

stá o Leo?", co

fia mudou, e ela

tra sala. A mãe dele, a Clara

ar

ausou-me uma

Eles tinham-se separado há anos, mas ela n

uando um carro descontrolado veio na nossa direção. O Leo vi

foi do som de metal a torce

á?", perguntei, a minha

sar por ali e viu o acidente. Ela correu para t

ína. Sempre no lugar

mesa de cabeceira. Estava r

das e mensagens da minha mãe e amigo

dele. Chamou uma,

oz estava cheia de preocupação e

mpurrou-me para fora do caminho e ficou com a pe

oz fria como gelo. "Eu estava

pausa do o

ha vida. A minha mãe está aqui, ela es

de carro contigo, não é tão importante como a tua ex-n

ltura para isto. A Clara está a

a Isabel, soou ao fundo,

Deus, aquela rapariga é um anjo! Se não fo

giu-se diretamente ao t

fosses tu a insistir em ir àquele jantar estúpido, nada disto t

ndeu. Ele não d

a voz perigosamente cal

outro lado foi

raiva dele

ceu hoje? A Clara está numa cama de hospital por minha causa e

desl

. Tentei ligar de volta. Ocupado. Tent

rga escapou do

Eu era

te da ex dele, as comparações intermináveis da mãe dele, e a su

"Eva, não o ouças. Ele n

o", eu disse, olhando para o teto. "Ele acabou de m

o era u

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A Verdade Oculta da Heroína Acidental
A Verdade Oculta da Heroína Acidental
“Acordei no hospital, o cheiro a desinfetante e um choque na cabeça. Ao meu lado, a minha melhor amiga chorava, mas eu só conseguia perguntar pelo Leo, o meu marido. A sua voz rouca revelou a verdade: "A Clara magoou-se para o proteger." Clara, a ex dele, a heroína acidental que "salvou" o meu marido de um acidente onde eu também estava. Liguei-lhe, a voz cheia de angústia, mas não por mim. Ele só perguntava pela Clara; a minha sogra, Isabel, aproveitava para me humilhar. "Eva, é melhor não estares a incomodar o meu filho agora!" "Então, a tua mulher, que sofreu um acidente contigo, não é tão importante como a tua ex-namorada?" perguntei, a voz fria como gelo. Ele desligou-me o telefone na cara, bloqueou o meu número e chamou-me de egoísta por querer o divórcio. Egoísta? Eu? Que aturei a ex dele por anos e a sua própria incapacidade de me colocar em primeiro lugar? Perdi a esperança, mas o mundo parou quando o médico me disse: "Senhora Santos, está grávida." O meu bebé. O nosso bebé. Um bebé que o pai nem sabia que existia. Dois dias depois, recebi alta e voltei para casa. E lá estavam eles: Isabel, a minha sogra, e Clara, com a perna engessada, na minha casa. "Ela vai ficar aqui", disse Isabel, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. O Leo entrou a empurrar a cadeira de rodas da Clara, o sorriso dela era uma vitória silenciosa. A minha casa, invadida. O meu santuário, profanado. "Se ela fica, eu saio", declarei, esperando que ele protestasse. Ele deu de ombros. "Faz o que achas que tens de fazer, Eva." Aquele homem, que eu pensava conhecer, acabou de me escolher a ela em vez de mim. Ainda cambaleante, grávida e sem casa, pensei: isto não pode ser assim. O que ele não sabia é que o acidente, a ex, a sogra... tudo isso foi uma mentira. E eu descobri. Não ia lutar por ele, mas ia lutar contra a injustiça. Contra a manipulação, a traição e a dor. Quem era a verdadeira vítima aqui? E quem era o verdadeiro monstro? Eu ia descobrir, começando com a verdade sobre a "heroína" perfeita do meu marido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10