icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Verdade Oculta da Heroína Acidental

Capítulo 2 

Palavras: 577    |    Lançado em: 02/07/2025

o com uma prancheta na m

, tenho os resultad

rotestar com a dor. Sofia aju

a é que, para além de contusões e uma concussão leve, não tem

à espera da

s papéis, "é que descobrimos algo durante

ndo

áv

s de um ano, sem sucesso. Tínhamos desistido há alg

ora,

a começaram a cair. Eram lágrimas de choque, de

ão com força. "Eva? Ist

r, a minha garganta ape

. Um be

existia, porque estava demasiado oc

a maravilhosa. No entanto, dado o acidente e a concussão, precisamos de ser muito cuidadosos. T

r o s

Era como pedir a alguém no meio

doutor", co

o silêncio no q

r?", perguntou S

vamente sobre a minha barriga lisa. "Eu queria

io que eu tinha declarado com raiva mo

ece uma famí

Um que escolheria sempre outra pe

Era um número desconhec

va

evia estar a usar o tel

guntei, a minha voz

a sua voz mais baixa agora. "A minha mãe exag

me dela para mi

. A cirurgia correu bem. Ela vai precisa

la", respondi s

os falar sobre... sobre o que disseste

e agora guardava. Pensei no con

se de tempo para pensar, para decidir o que

se, a minha voz cansada

ias entender. Vou tentar p

u fiquei a olhar

do. Longe disso. Mas

e que eu precisava

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Verdade Oculta da Heroína Acidental
A Verdade Oculta da Heroína Acidental
“Acordei no hospital, o cheiro a desinfetante e um choque na cabeça. Ao meu lado, a minha melhor amiga chorava, mas eu só conseguia perguntar pelo Leo, o meu marido. A sua voz rouca revelou a verdade: "A Clara magoou-se para o proteger." Clara, a ex dele, a heroína acidental que "salvou" o meu marido de um acidente onde eu também estava. Liguei-lhe, a voz cheia de angústia, mas não por mim. Ele só perguntava pela Clara; a minha sogra, Isabel, aproveitava para me humilhar. "Eva, é melhor não estares a incomodar o meu filho agora!" "Então, a tua mulher, que sofreu um acidente contigo, não é tão importante como a tua ex-namorada?" perguntei, a voz fria como gelo. Ele desligou-me o telefone na cara, bloqueou o meu número e chamou-me de egoísta por querer o divórcio. Egoísta? Eu? Que aturei a ex dele por anos e a sua própria incapacidade de me colocar em primeiro lugar? Perdi a esperança, mas o mundo parou quando o médico me disse: "Senhora Santos, está grávida." O meu bebé. O nosso bebé. Um bebé que o pai nem sabia que existia. Dois dias depois, recebi alta e voltei para casa. E lá estavam eles: Isabel, a minha sogra, e Clara, com a perna engessada, na minha casa. "Ela vai ficar aqui", disse Isabel, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. O Leo entrou a empurrar a cadeira de rodas da Clara, o sorriso dela era uma vitória silenciosa. A minha casa, invadida. O meu santuário, profanado. "Se ela fica, eu saio", declarei, esperando que ele protestasse. Ele deu de ombros. "Faz o que achas que tens de fazer, Eva." Aquele homem, que eu pensava conhecer, acabou de me escolher a ela em vez de mim. Ainda cambaleante, grávida e sem casa, pensei: isto não pode ser assim. O que ele não sabia é que o acidente, a ex, a sogra... tudo isso foi uma mentira. E eu descobri. Não ia lutar por ele, mas ia lutar contra a injustiça. Contra a manipulação, a traição e a dor. Quem era a verdadeira vítima aqui? E quem era o verdadeiro monstro? Eu ia descobrir, começando com a verdade sobre a "heroína" perfeita do meu marido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10