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A Verdade Oculta da Heroína Acidental

Capítulo 3 

Palavras: 613    |    Lançado em: 02/07/2025

is, recebi alt

, sempre com a mesma desculpa: "A Clara precisa de mim. A mãe

reen

um gosto amarg

meu apartamento, o apartamento que eu parti

na fechadura

a dif

que eu não reconhecia. Era cor-de-rosa e

i a voz da minh

o disse que ela é uma lutadora. Claro, eu fico aqui o temp

ão à cozinha, o meu

ancada estava coberta de ingredientes para uma can

do me viu, o seu sorriso desapareceu, su

uma intrusa na minha própria casa. "Pen

minha voz firme. "O que é que estás a fa

r das coisas, já que tu aparentement

"A Clara? O que é que a mala d

m, mas precisa de cuidados constantes. E como o Leo precisa de trabalhar, e eu sou a única que pode ajudar,

desaparecer deba

qui? No meu apartam

problema?",

a subir. "Esta é a minha casa! Eu não vou viver deb

joelhos, não a ser uma cabra ciumenta. Francamente, Eva, a tua atitude é nojenta. A C

ra era uma

inha voz a tremer de raiva. "Ele s

om um sorriso triunfante. "Foi ideia dele.

ue eles usavam para me manipular, par

ento, a por

empurrar uma c

engessada e um sorriso frá

omo mel. "Espero que não te importes. É só po

baixo da sua fachada de donzela em

minha casa, no meu santuário, e

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A Verdade Oculta da Heroína Acidental
A Verdade Oculta da Heroína Acidental
“Acordei no hospital, o cheiro a desinfetante e um choque na cabeça. Ao meu lado, a minha melhor amiga chorava, mas eu só conseguia perguntar pelo Leo, o meu marido. A sua voz rouca revelou a verdade: "A Clara magoou-se para o proteger." Clara, a ex dele, a heroína acidental que "salvou" o meu marido de um acidente onde eu também estava. Liguei-lhe, a voz cheia de angústia, mas não por mim. Ele só perguntava pela Clara; a minha sogra, Isabel, aproveitava para me humilhar. "Eva, é melhor não estares a incomodar o meu filho agora!" "Então, a tua mulher, que sofreu um acidente contigo, não é tão importante como a tua ex-namorada?" perguntei, a voz fria como gelo. Ele desligou-me o telefone na cara, bloqueou o meu número e chamou-me de egoísta por querer o divórcio. Egoísta? Eu? Que aturei a ex dele por anos e a sua própria incapacidade de me colocar em primeiro lugar? Perdi a esperança, mas o mundo parou quando o médico me disse: "Senhora Santos, está grávida." O meu bebé. O nosso bebé. Um bebé que o pai nem sabia que existia. Dois dias depois, recebi alta e voltei para casa. E lá estavam eles: Isabel, a minha sogra, e Clara, com a perna engessada, na minha casa. "Ela vai ficar aqui", disse Isabel, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. O Leo entrou a empurrar a cadeira de rodas da Clara, o sorriso dela era uma vitória silenciosa. A minha casa, invadida. O meu santuário, profanado. "Se ela fica, eu saio", declarei, esperando que ele protestasse. Ele deu de ombros. "Faz o que achas que tens de fazer, Eva." Aquele homem, que eu pensava conhecer, acabou de me escolher a ela em vez de mim. Ainda cambaleante, grávida e sem casa, pensei: isto não pode ser assim. O que ele não sabia é que o acidente, a ex, a sogra... tudo isso foi uma mentira. E eu descobri. Não ia lutar por ele, mas ia lutar contra a injustiça. Contra a manipulação, a traição e a dor. Quem era a verdadeira vítima aqui? E quem era o verdadeiro monstro? Eu ia descobrir, começando com a verdade sobre a "heroína" perfeita do meu marido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10