icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Sem Raiva, Sem Pena: Vazio

Capítulo 2 

Palavras: 589    |    Lançado em: 02/07/2025

te, Clara aco

lhinhos inchados, e chamou por

ap

mei e a abra

ma como seu corpinho se encaixava no meu

i, meu amor. O pa

çou no m

osta de mi

s e direta, me atingiu

e, tentando esconder m

a, filha. Ele só...

ntira que eu contava pa

onda de culpa e arrep

ara a este mundo, um mundo ond

por ter sido tão

tempo, para a noite

uarto, lendo, quan

cas palavras, mas com um amor por

na beirada d

ue você gosta do

sem saber

era um segredo que eu

, eu

rrompeu, su

es têm interesse em unir as faze

me contou

o, saído de um

-entendido, que forçaria Pedro a se c

ra loucura, que não se po

tola e sonhadora de mim

mpo, ele apren

daquela noit

me do ca

ia rápida

eira noite juntos, no qu

usando a melhor cam

tirou o paletó e o j

hou pa

", ele disse, a voz cheia de desprezo. "P

foi para o quar

os separados desd

nciou sua primeira viagem

na fazenda

z duas semanas dep

da, pensando que a notícia

silêncio do out

z dele, fri

quiser. O

esl

eu continue

oso, durante as noites em claro com um bebê nos braços,

va fotos

nca re

rimeiros passos dela,

retornava

sto triste da minha filh

a não era

um v

nvenenado por t

Reclame seu bônus no App

Abrir
Sem Raiva, Sem Pena: Vazio
Sem Raiva, Sem Pena: Vazio
“Meu pai armou para que eu me casasse com Pedro Costa, o herdeiro da fazenda vizinha. Eu o amava, um amor ingênuo de adolescente, e a tola em mim acreditava que, um dia, ele me amaria também. Mas Pedro, um homem frio e calculista, aceitou o casamento arranjado apenas para evitar um escândalo, e logo depois, partiu para a Europa, vivendo sua vida como se eu e nossa fazenda não existíssemos. Três anos de espera solitária, três anos criando sozinha nossa filha, Clara, alimentando a ilusão de que o retorno dele mudaria tudo. Até que, um dia, recebi o vídeo. Pedro, o "marido ausente", na Europa, não estava sozinho; o sorriso charmoso que nunca me dedicou era todo para Beatriz, sua ex-namorada, e para Ana, a filha dela. Ele não tinha aversão a germes; ele tinha aversão a mim, à nossa filha. A farsa desmoronou, e a dor me sufocou. Mas o que seria do meu coração ao ver meu marido trazer sua amante e a filha dela para a minha casa, a casa da nossa filha? Como se não bastasse, Pedro a tratava como sua própria filha, enquanto Clara, nossa Clara, era completamente ignorada, invisível aos olhos dele. A crueldade atingiu o ápice quando Ana, mimada, destruiu um desenho de Clara e Pedro, em vez de repreendê-la, se virou para mim e disse: "Ana é só uma criança. Não seja tão dramática, Sofia." A raiva me consumiu, e eu o confrontei, minha voz tremendo: "Pedro, quem é a sua filha? É a Clara ou a Ana?" Com um sorriso desdenhoso, ele respondeu: "Você realmente precisa perguntar?" Aquela insinuação, a negação de nossa filha na frente de todos, pulverizou o que restava do meu coração. Eu era uma tola por ter acreditado em contos de fadas. Peguei Clara nos braços, e, com os olhos secos e a voz firme, declarei: "Eu quero o divórcio." Mas ele riu, zombando da minha dor, acreditando que eu era fraca demais para deixá-lo. Ele não fazia ideia da mulher que ele acabara de criar. Naquela noite, a mesma Beatriz que provocava meu marido em vídeo, me mandou uma mensagem: "Ele me disse ontem à noite que o casamento de vocês foi o maior erro da vida dele. Ele só está esperando o momento certo para se livrar de você." A dúvida se dissipou. Finalmente, eu estava livre. Livre para cortar meus laços, mudar minha aparência, e, com a ajuda de meu pai, sumir do mapa, levando a única pessoa que importava de sua vida, para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10