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Sem Raiva, Sem Pena: Vazio

Capítulo 3 

Palavras: 600    |    Lançado em: 02/07/2025

passaram desde

silêncio de Ped

trabalho, tentando criar uma

ho de um carro caro roncando na estrada de te

Pe

salto, uma mistur

aminhou em direção à casa sem nem olhar para

ou, e eu

a à minha saia, com os olhos

i?", perguntei, minha voz ma

la, olhando ao redor com

repare o quarto de

r q

la primeira vez, vi uma pon

ara o Brasil. Vão passar uma

dos meus

lha dela para a nossa casa. Para

a palavra saind

q

Elas não são be

risada curt

asa é minha. A fazenda é minha. V

suas palavras

as subindo, mas as

a. "Clara? Ela não significa nada para você? Você vai trazer outra criança para a

mim, seu rosto a

ro caro

explicando algo óbvio para uma criança. "O ex-marido dela está criando proble

ade com Clara? Ela também não tem um pai, Pedro! O pai dela está bem aq

ão va

r era de

s. Minha relação com

caminhando em

nhã. Esteja com

mo se ela fosse um obje

ro dele se afastando

irei e

stava mai

ecidos com os dele, me encaravam com uma compree

elhei e a

o de mim era

tudo. Queria grita

u não

ue ser for

vida me

as coisas e ir embora

? Lutar pelo quê? Pela d

rmia, eu voltei a olhar para os

mais clara, mais u

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Sem Raiva, Sem Pena: Vazio
Sem Raiva, Sem Pena: Vazio
“Meu pai armou para que eu me casasse com Pedro Costa, o herdeiro da fazenda vizinha. Eu o amava, um amor ingênuo de adolescente, e a tola em mim acreditava que, um dia, ele me amaria também. Mas Pedro, um homem frio e calculista, aceitou o casamento arranjado apenas para evitar um escândalo, e logo depois, partiu para a Europa, vivendo sua vida como se eu e nossa fazenda não existíssemos. Três anos de espera solitária, três anos criando sozinha nossa filha, Clara, alimentando a ilusão de que o retorno dele mudaria tudo. Até que, um dia, recebi o vídeo. Pedro, o "marido ausente", na Europa, não estava sozinho; o sorriso charmoso que nunca me dedicou era todo para Beatriz, sua ex-namorada, e para Ana, a filha dela. Ele não tinha aversão a germes; ele tinha aversão a mim, à nossa filha. A farsa desmoronou, e a dor me sufocou. Mas o que seria do meu coração ao ver meu marido trazer sua amante e a filha dela para a minha casa, a casa da nossa filha? Como se não bastasse, Pedro a tratava como sua própria filha, enquanto Clara, nossa Clara, era completamente ignorada, invisível aos olhos dele. A crueldade atingiu o ápice quando Ana, mimada, destruiu um desenho de Clara e Pedro, em vez de repreendê-la, se virou para mim e disse: "Ana é só uma criança. Não seja tão dramática, Sofia." A raiva me consumiu, e eu o confrontei, minha voz tremendo: "Pedro, quem é a sua filha? É a Clara ou a Ana?" Com um sorriso desdenhoso, ele respondeu: "Você realmente precisa perguntar?" Aquela insinuação, a negação de nossa filha na frente de todos, pulverizou o que restava do meu coração. Eu era uma tola por ter acreditado em contos de fadas. Peguei Clara nos braços, e, com os olhos secos e a voz firme, declarei: "Eu quero o divórcio." Mas ele riu, zombando da minha dor, acreditando que eu era fraca demais para deixá-lo. Ele não fazia ideia da mulher que ele acabara de criar. Naquela noite, a mesma Beatriz que provocava meu marido em vídeo, me mandou uma mensagem: "Ele me disse ontem à noite que o casamento de vocês foi o maior erro da vida dele. Ele só está esperando o momento certo para se livrar de você." A dúvida se dissipou. Finalmente, eu estava livre. Livre para cortar meus laços, mudar minha aparência, e, com a ajuda de meu pai, sumir do mapa, levando a única pessoa que importava de sua vida, para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10