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Sete Anos, Um Adeus Cruel

Capítulo 1 

Palavras: 929    |    Lançado em: 02/07/2025

l escolheu com tanto cu

ar. Ele tinha reservado o lugar inteiro, um pequeno bistrô charmoso que Patrícia sempre disse que adorava, para

um, cada um com um sorriso, um abraço

uel! Parab

va? Esconde

s não paravam de mirar a porta. Ele olhou o relógio

sabe como é," ele respondeu,

ara a caixa postal. Ele franziu a testa. Estranho. Patrícia

as, mas a cadeira ao lado de Miguel continuava vazia. A ansiedade começou a apert

rguntou Léo, seu melh

alançou

é do fei

xendo no celular, fez uma cara estranha. Ela se incli

uel perguntou, o

pois virou o ce

colega da faculdade dela. Eles estavam em um apartamento vazio, caixas de mudança espalhadas pelo chão. A legenda da foto

amor, para a cadeira vazia ao seu lado. A humilhação foi como um soco no estômago. Ela não esta

sala ficou em silêncio. T

ma. "Obrigado por terem vindo. Comam, bebam, aprov

frio da noite bateu em seu rosto. Ele enfiou a mão no bolso e sentiu a pequena caixa de veludo. O anel. Ele o tirou, olhou para o diamante que tinha econ

. Patrícia. Ele ignorou. Quando finalmente chegou em casa, o apartamento parecia frio e vaz

Patrícia entrou, sorrindo, c

ecisava muito de ajuda com a mudança, co

o ver a exp

nteceu alguma c

, a voz saindo b

o do que fez h

iu a test

dei um amigo. Você está com ciúmes d

que a própria ausência. Ela não via. Ela simpl

, Patrícia. Para todos os nosso

Com a correria da mudança dele... a gente

ma festa que poderia ser remarca

ocou. Ela olhou para a tela e u

aixo, acho que esqueceu a c

a voz cheia d

á estou desce

ou para Miguel, já in

lto já

Patrícia havia deixado entreaberta. El

uma festa. Foi mal por ter 'roubado' a estre

ra inconfundível. Patrícia, ao lado dele, não disse nada.

ransformado em um gelo cortante. Ele nã

isse, com uma calma que assu

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Sete Anos, Um Adeus Cruel
Sete Anos, Um Adeus Cruel
“Sete anos. Sete anos de namoro, de planos, de sonhos construídos, tudo culminava naquela noite perfeita, no bistrô charmoso que Patrícia tanto amava. Eu a esperava, com o coração transbordando, pronto para o "sim" que selaria nosso noivado, rodeado por amigos que vieram celebrar nosso amor. Então, a foto. Em um piscar de olhos, a imagem dela sorrindo ao lado de outro, em um apartamento vazio, caixas de mudança espalhadas, um mundo desabou sobre mim. "Ajudando o amigo Tiago na casa nova! Que comece a nova fase! 💪" A legenda zombava da minha dor enquanto eu, sozinho, era humilhado diante de todos. Meu estômago gelou, a bile subiu à garganta. Ela não estava atrasada; ela não viria. Ela me trocou por caixas. A humilhação era um soco, a confusão um nó na garganta. Como ela pôde? Como pude ser tão cego? A dor da traição. O choque da indiferença dela quando, ao chegar em casa, eu a confrontei. "Eu esqueci completamente! A gente pode fazer outra festa, não tem problema!" Era só uma festa para ela, mas para mim, era o fim de tudo. "Saiam da minha casa. Agora." Com um anel de noivado jogado no bueiro e a alma em frangalhos, fechei aquela porta para sempre. Acertei as malas, comprei a passagem para a Europa. Decidi que era hora de virar a página e construir minha nova fase, longe de tudo que me destruiu. Longe dela.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10