Faith
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Livros e Histórias de Faith
Renasci para Vingança: Coração Gelado
Moderno Eu tinha morrido uma vez, traída pelo meu noivo Cauã e pela minha meia-irmã Heloísa. Eles me humilharam, roubaram meu filho e me deixaram para morrer em um hospital.
Mas o destino me deu uma segunda chance.
Eu renasci, voltando ao dia em que tudo começou a desmoronar.
Desta vez, a dor não me cegaria. Meu coração, antes cheio de amor, agora estava frio como gelo. Meu único plano era simples: uni-los e me libertar para sempre.
No entanto, ao encará-lo na festa, percebi algo terrível: Cauã também havia renascido. Mas sua arrogância o impedia de ver a verdade, e ele continuou a me tratar com o mesmo desprezo cruel.
"Silvana, você está atrasada. Ou sua obsessão por mim te fez perder a noção do tempo de novo?", ele zombou, enquanto Heloísa, a víbora disfarçada de anjo, exibia um colar de diamantes que deveria ter sido meu.
Eles achavam que eu era a mesma tola do passado, a que chorava e implorava.
Mal sabiam eles que a Silvana que eles conheciam estava morta.
E a nova Silvana não estava aqui para implorar. Eu estava aqui para tomar tudo o que era meu por direito, começando com o império do Avô Afonso. Minha vingança seria a minha felicidade, e a ruína deles estava apenas começando. A Vingança da Noiva Traída
Moderno Eu estava no ateliê, vestida de branco, quando o mundo desabou: a organizadora ligou pedindo para confirmar a mudança no nome da noiva, de Fátima Soeiro para Thalita Mata, a ex-namorada do meu noivo.
Gilberto, o homem que sustentei e amei por sete anos, estava usando meu dinheiro e meu planejamento luxuoso para realizar o "último desejo" da amante, que alegava estar à beira da morte.
Ele teve a audácia de me pedir para adiar nosso casamento por uma suposta "conferência importante", enquanto planejava subir ao altar com ela na mesma data e no mesmo local que eu paguei.
Ouvi ele dizer aos amigos que eu era apenas sua "base segura", a idiota que pagava as contas, enquanto Thalita era o amor de sua vida.
Ele ria da minha ingenuidade, crente de que eu esperaria por ele como um cachorro fiel enquanto ele brincava de casinha com outra.
Mas ele não sabia que eu tinha ouvido tudo.
Engoli o choro, fingi aceitar o adiamento com um sorriso frio e fiz a ligação que mudaria meu destino.
"Vovô, eu aceito. Quero me casar com Tadeu Weber."
No dia da cerimônia, Gilberto esperava celebrar seu amor proibido em paz.
O que ele não esperava era me ver entrando no salão anexo, deslumbrante, para me casar com um Delegado Federal impiedoso, transformando o dia de glória dele em seu completo funeral social. Memórias Vivas, Amor Eterno
Máfia Três anos atrás, meu amor, Gabriel andava sobre a corda bamba da máfia, um herdeiro orgulhoso e indomável.
Eu, Sofia, deveria ser seu anjo da guarda, sua missão: zerar seu "índice de corrupção".
Mas o destino é um trapaceiro, e eu o amei de verdade, abandonando-o no auge da nossa paixão, sem uma palavra.
Para o sistema, eu era uma desertora; para ele, uma ferida aberta.
O sistema implacável narrou seu colapso, sua busca insana, o caos de sua dor.
Ele quase morreu, a corrupção disparou.
Agora, ele é um tirano ainda mais temido.
E eu? Estou de volta, não por amor, mas por desespero e dinheiro, para salvar a pessoa mais importante da minha vida.
Minha plateia virtual me bombardeia com desprezo, mas ignoro.
A fachada do nosso antigo apartamento, antes gasta, agora é fria, impessoal.
A senha, a data em que nos conhecemos, ainda é a mesma, um fio de esperança.
Mas o que encontro é um anúncio de venda, meu santuário listado no dia do meu retorno.
A esperança murcha, a confusão me invade.
Por que, Gabriel? Por que manter a senha e cuidar do cacto, apenas para vender tudo hoje?
As palavras da audiência me cortam: "Você é um peão num jogo sádico."
Uma risada amarga me escapa: "Se querem um show, terão um show!"
Eu farei qualquer coisa por dinheiro.
Não vou deixar que vendam nosso apartamento, minha última ligação com o Gabriel que conheci.
Ligo para a imobiliária, a voz firme: "Quero comprá-lo."
Uma voz suave responde: "Já há um acordo verbal."
"Eu cubro qualquer oferta. Pago à vista."
A pausa se estende, a voz retorna: "O Sr. Moretti falará pessoalmente."
Sr. Moretti! Meu coração dispara.
"Ele está a caminho para encontrar a noiva dele aqui."
Noiva.
A palavra me atinge como um soco.
Ele está noivo.
Então, sua voz profunda e rouca: "Sofia? Onde você está?"
"No apartamento", sussurro.
"Não saia daí. Estou indo."
O passado me sufoca, o futuro me aguarda. Traição e Renascimento: A Vingança de João
Romance João Carlos desligou o telefone com um sorriso, pronto para surpreender sua amada Ana Lúcia em sua viagem de negócios, o sol brilhando em seu coração apesar do céu cinzento de São Paulo.
Mas ao arrombá-la em seu apartamento estrangeiro, encontrou um silêncio perturbador, interrompido pela visão de Ana Lúcia com uma barriga inconfundivelmente grávida de vários meses.
O buquê de rosas escorregou de suas mãos enquanto ela, pálida, tentava justificar a farsa de sua infertilidade e revelar que o filho era de Ricardo, seu ex-namorado moribundo, tudo por "compaixão".
A traição escalou para a humilhação total quando ele descobriu roupas e cigarros masculinos, percebendo que Ricardo estava morando ali, rindo de sua idiotice.
"Ana, o laudo de infertilidade… era falso, João.", ela confessou, as lágrimas rolando, enquanto ele sentia a raiva fria se transformar em chamas ao ser confrontado com a impossibilidade.
Um ultimato foi lançado: "Ou você interrompe essa gravidez agora, ou nós nos divorciamos."
Ela berrou: "Eu não vou fazer isso! É uma vida, João! Como você pode ser tão cruel?"
A situação se agravou com a chegada de Ricardo, sorridente e presunçoso, que se autodenominou o "campeão", agindo com a posse de um marido.
João Carlos, dominado pela fúria, atacou Ricardo, mas foi impedido por Ana Lúcia, que se jogou na frente do amante, protegendo-o com seu corpo.
"Eu não conheço este homem", ela declarou friamente antes de chamar a polícia, transformando João Carlos em um agressor desconhecido e louco, humilhando-o publicamente e resultando em sua prisão.
Na delegacia, embora a verdade tenha vindo à tona, a profunda dor e a raiva foram substituídas por uma fria determinação.
"Eu não aceito", ele disse ao advogado, recusando o acordo e decidindo lutar, porque a batalha estava apenas começando e ele não seria mais a vítima.
A vingança seria paga, e com juros. Gravidez, Traição e Renascimento Feminino
Romance Eu sentia o milagre da vida crescer dentro de mim, fruto de anos de sacrifícios e tratamentos de fertilização in vitro que exauriram meu corpo e alma em busca de um filho com Pedro.
A palavra "grávida" deveria ser música, mas naquele dia, o som de Pedro assobiando uma melodia no quarto, alheio à minha náusea matinal, soava um alarme silencioso.
Horas depois, sozinha, abri o Instagram e vi o post de Camila, a secretária dele: "Comemorando nosso terceiro aniversário. Obrigada por tudo, meu amor", com a foto de um relógio exclusivo que dei a Pedro no nosso aniversário de casamento.
A fúria gelada me consumiu ao perceber que as "reuniões noturnas" e "viagens de negócios" eram, na verdade, um caso de três anos.
Quando Pedro chegou, mostrei a foto, e ele, pálido, tentou me desqualificar: "Você está grávida, sensível. Camila tem me ajudado muito, cuidando de mim enquanto você fica aí reclamando o dia todo."
Naquele instante, algo em mim se quebrou.
O amor, a esperança, a esposa dedicada, tudo virou pó.
Ele me via como um fardo, um estorvo, enquanto eu carregava o sonho dele.
Eu estava sozinha.
A revelação foi um soco no estômago: o filho que eu gestava era um elo com um homem que não me merecia, que celebrava sua traição enquanto eu vomitava de enjoo.
A decisão foi clara: não seria um divórcio amigável, nem um final silencioso.
Eu era Sofia de Albuquerque Moraes, herdeira de um império imobiliário no Rio, e usaria todo o meu poder para me reerguer.
Apenas me lembrei de quem eu sou.
Na clínica, a médica perguntou: "Você tem certeza absoluta de que quer abortar, Sofia? Você lutou tanto por essa gravidez."
Minha voz saiu firme, sem lágrimas: "Lutei por uma família, doutora, não por um elo com um homem que me traiu e humilhou. Preciso cortar essa âncora para não afundar."
Enquanto eu assinava os papéis, o celular vibrou: "Estou indo para um happy hour com o pessoal do escritório. Não me espere para o jantar. Não se esqueça de comprar meu vinho preferido para o fim de semana, o estoque acabou."
A banalidade da mensagem era um insulto.
Pouco depois, outra notificação, um número desconhecido, uma foto: Camila, no meu banheiro, vestindo meu roupão de seda, com a legenda cruel: "Ele diz que seda fica melhor em mim. E que meu cheiro é mais excitante que o seu."
A raiva me invadiu, mas não respondi com ela.
Respondi com poder: "Fique com o roupão. Fique com o homem. Restos não me interessam. Aproveite bem a vida que você está roubando. Você vai precisar de sorte."
Bloqueei o número.
A guerra havia começado, e eu não seria mais a vítima.
Eu seria a estrategista.
Dias de planejamento secreto se seguiram, enquanto eu desfazia metodicamente cada laço que me prendia a Pedro.
O voo para o Rio, marcado para depois do procedimento na sexta-feira, foi cancelado por uma tempestade.
Pedro entrou em casa, encharcado: "Que dilúvio! O trânsito está um inferno. Decidi vir para casa mais cedo."
Ele viu minha mala, perguntando para onde eu ia.
"Minha mãe não está se sentindo bem. Ia passar o fim de semana com ela no Rio.", menti, a voz calma.
Ele relaxou, aliviado.
Ele sorria, falando em comprar o berço e pintar o quarto de amarelo, desenhando um futuro que ele mesmo destruiu.
A ironia era insuportável.
Ele não tinha ideia do que estava prestes a perder: não apenas um filho, mas tudo.
No dia seguinte, numa loja de móveis infantis, Pedro discutia cores de berço, enquanto minha farsa se tornava insuportável.
Então, a vi: Camila, rindo, apontando para um carrinho de bebê, com um colar de ouro com um pingente de menino no pescoço.
Era para "esposa de cliente importante," outra mentira dele.
"Que colar bonito, Camila," eu disse, chocantemente calma.
"Obrigada. Foi um presente. De alguém que acredita que serei uma mãe maravilhosa", ela respondeu, o sorriso alargando.
Pedro empalideceu, gaguejando.
"Você não está feliz que vamos ter um menino?", Camila o desafiou, a revelação pairando no ar pesado da loja.
Eu quase ri.
A mentira dela era tão descarada.
Pedro tentou uma desculpa patética, mas ele e a vendedora afastada se olhavam.
Camila pegou a mão de Pedro.
"Vamos embora, querido. Deixe ela com os brinquedinhos dela. Nós temos coisas mais importantes para resolver."
E, para meu horror, Pedro permitiu ser puxado, me deixando sozinha, cercada pelos símbolos de uma maternidade que ele me prometeu, mas construía com outra.
A humilhação ressoava em meus ouvidos como um zumbido, a dor se transformando em uma certeza fria.
Peguei o celular, liguei para meu advogado.
"Doutor Martins? É Sofia de Albuquerque Moraes. Preciso de seus serviços. Quero iniciar o processo de divórcio. O mais rápido e discreto possível. Litigioso. Com separação total de bens. Ele não vai ficar com um centavo."
A justiça não viria de lágrimas, mas dos tribunais, dos contratos, do poder do dinheiro e da lei, e eu tinha tudo ao meu lado.
À noite, Pedro voltou, trazendo pizza, tentando uma normalidade forçada depois de beijar Camila no carro.
"Pensei em pedir nossa pizza preferida. Para compensar o dia horrível."
Recuei sutilmente e ele comeu sozinho.
Mais tarde, na cama, ele tentou me beijar: "Sinto sua falta, Sofia."
A repulsa era física.
"Não estou me sentindo bem, Pedro. A gravidez... me deixa exausta."
Ele aceitou, frustrado, e logo dormiu o sono dos injustos.
Levantei e encontrei o paletó dele.
O cheiro de Camila, doce e floral, me causou ânsia.
No bolso interno, encontrei uma chave e um contrato de aluguel: um apartamento em nome de Pedro, com Camila Alves como locatária secundária.
O ninho deles.
Voltei, o contrato e a chave na mão, a prova física da vida dupla dele.
Olhei para o homem adormecido.
A relação não estava quebrada, estava pulverizada.
Não havia nada para salvar.
Sentei na poltrona da sala, esperando o amanhecer, o dia do procedimento, o dia da minha libertação.
No dia seguinte, Pedro tentou ser o marido atencioso, preparando café "anti-enjoo" e prometendo demitir Camila, que ele sabia que não faria.
"E como você acha que ela vai reagir a isso, Pedro?", perguntei com voz neutra.
"Ela é manipuladora. Ela não está tentando me atingir. Ela está tentando te prender."
Pedro empalideceu.
O celular dele tocou, era Camila.
Ele recusou a chamada.
Mensagens implacáveis começaram a vibrar.
Ele atendeu, furioso.
"O que você quer, Camila? Eu disse para você não me ligar!"
Ouvi a voz histérica dela do outro lado.
"O quê? O que você quer dizer com 'sangrando' ? Pelo amor de Deus, Camila, não faça um drama!"
Pedro ficou lívido.
"Não, não, fique aí! Não chame uma ambulância! Eu estou indo. Apenas fique aí."
Ele desligou, os olhos arregalados de medo.
"Eu preciso ir. Camila… ela… ela disse que está passando mal. Acha que está perdendo o bebê."
Uma jogada desesperada, mas Pedro caiu nela.
"Eu preciso ir," ele repetiu, correndo para a porta.
"Sofia, me desculpe. Eu juro que vou resolver isso. Apenas... espere por mim."
E se foi, correndo para socorrer a amante e sua gravidez falsa, deixando a esposa grávida de verdade no dia de sua consulta para acabar com a única verdade de toda aquela confusão.
A última gota de dúvida e esperança em Pedro evaporou.
Ele fez a escolha dele.
Agora, eu faria a minha.
Sem hesitação.
Sem olhar para trás.
Sexta-feira, dez da manhã.
Eu estava na sala de espera da clínica, o relógio ditando um tempo que eu estava prestes a deixar para trás.
Nenhuma ligação de Pedro, nenhuma mensagem.
Exatamente como previsto.
Às nove e meia, meu celular tocou.
A recepcionista do prédio de Pedro ligou: "Uma moça, Camila, está aqui embaixo. Fazendo um escândalo, dizendo que precisa falar com o Sr. Pedro, é uma emergência de vida ou morte."
"Deixe-a subir," eu disse, a voz fria.
Minutos depois, a campainha.
Pedro, pronto para sair, atendeu.
Era Camila, teatralmente chorando.
"Pedro! Você não pode me deixar! Eu preciso de você!"
Ele a empurrou para o corredor.
"Camila, eu já disse que acabou! Vá embora!"
"Não! Eu não vou a lugar nenhum! Eu estou grávida de um filho seu! Você vai me abandonar assim?"
A cena patética, mas eficaz.
Pedro olhou de Camila para mim, o pânico nos olhos.
"Sofia, eu... eu preciso resolver isso. É rápido. Eu te encontro na clínica. Eu juro."
"Tudo bem, Pedro," eu disse calmamente.
"Resolva."
Ele hesitou, então saiu, levando-a para "resolver".
Assim que o elevador desceu, peguei minha mala, lançando um último olhar ao apartamento vazio, ao anel de diamantes sobre a mesa, às flores murchas.
Nada importava.
Um carro preto discreto me esperava, enviado por João.
O motorista abriu a porta para mim.
Não fui à clínica.
O procedimento ocorreu na quinta-feira, enquanto Pedro comprava o anel.
A consulta das dez da manhã era uma farsa.
Um teste.
Que ele falhara espetacularmente.
O carro me levou ao aeroporto de Guarulhos.
Horas depois, Pedro voltou para um apartamento vazio, chamando meu nome, sem resposta.
Ele viu.
Sobre a mesa de centro, ao lado da pizza fria, estavam três coisas: o contrato de aluguel do apartamento de Camila, a chave extra, e um ultrassom carimbado em vermelho com a palavra "inviável".
Um laudo médico anexado confirmava o aborto: quinta-feira, 16h30.
Pedro pegou o papel, as mãos tremendo.
A realidade o atingiu como um trem.
Ela sabia de tudo.
Tinha planejado tudo.
O bebê que ele usou como desculpa não existia mais.
Ele caiu de joelhos no meio da sala.
Ele não tinha perdido apenas uma consulta.
Tinha perdido tudo.
Para sempre.
Não havia mais nada a ser resolvido. Sete Anos, Um Adeus Cruel
Romance Sete anos.
Sete anos de namoro, de planos, de sonhos construídos, tudo culminava naquela noite perfeita, no bistrô charmoso que Patrícia tanto amava.
Eu a esperava, com o coração transbordando, pronto para o "sim" que selaria nosso noivado, rodeado por amigos que vieram celebrar nosso amor.
Então, a foto.
Em um piscar de olhos, a imagem dela sorrindo ao lado de outro, em um apartamento vazio, caixas de mudança espalhadas, um mundo desabou sobre mim.
"Ajudando o amigo Tiago na casa nova! Que comece a nova fase! 💪"
A legenda zombava da minha dor enquanto eu, sozinho, era humilhado diante de todos.
Meu estômago gelou, a bile subiu à garganta.
Ela não estava atrasada; ela não viria.
Ela me trocou por caixas.
A humilhação era um soco, a confusão um nó na garganta.
Como ela pôde?
Como pude ser tão cego?
A dor da traição.
O choque da indiferença dela quando, ao chegar em casa, eu a confrontei.
"Eu esqueci completamente! A gente pode fazer outra festa, não tem problema!"
Era só uma festa para ela, mas para mim, era o fim de tudo.
"Saiam da minha casa. Agora."
Com um anel de noivado jogado no bueiro e a alma em frangalhos, fechei aquela porta para sempre.
Acertei as malas, comprei a passagem para a Europa.
Decidi que era hora de virar a página e construir minha nova fase, longe de tudo que me destruiu.
Longe dela. A Última Facada: Um Novo Começo
Romance A televisão no quarto do hospital transmitia a celebração da vitória de Isabela.
Ao meu lado, Tiago, meu filho, com os olhos fixos na tela, disse: "O Ricardo é incrível, pai. Devias ser mais como ele."
As palavras dele foram a última facada. Fechei os olhos. Arrependimento e mágoa. Morri.
Abri os olhos. Quinze anos antes. Hoje era o dia em que Isabela lançaria a sua campanha para vereadora. O dia em que eu desisti do meu sonho de ser chef para a apoiar.
Desta vez, não. Mas o passado era um eco doloroso. Ricardo, o pilar do "sucesso" de Isabela, continuava a usurpar o meu lugar. A minha esposa confiava cegamente nele, e o meu próprio filho, Tiago, idolatrava o "tio" Ricardo, ignorando-me e chamando-me de "falhado".
Certa noite, quando Tiago estava com febre alta e precisava de mim, Ricardo recusou-se a vir, preferindo um jantar de angariação de fundos. Mais tarde, Tiago, manipulado por Ricardo, culpou-me por uma queda, gritando: "A culpa é do pai! Ele não me queria deixar ir! Ele fez-me cair!"
Como puderam ser tão cegos? Como pude permitir tanta humilhação e desrespeito em minha própria casa? A dor da traição era insuportável, mas o meu coração gelou com uma nova certeza e uma determinação implacável.
A mesa estava posta, um assado especial para Isabela e Tiago. Mas eles não apareceram. "A mãe disse para avisar que vamos jantar fora com o Ricardo", a voz de Tiago era pura excitação. Senti um vazio que consumia. Peguei a certidão de divórcio que Isabela, por engano, tinha assinado e deixei-a em cima do meu prato vazio. Saí de casa. Sem olhar para trás. Você pode gostar
A primeira-dama sai, Sua Majestade chega
Asher Wolfe Durante três anos, Allison desempenhou o papel de perfeita primeira-dama em um casamento no qual o marido nunca retribuiu o seu amor.
Seu marido, Nolan, zombava de suas origens, sua sogra a ridicularizava por não poder conceber, e a amante grávida tomava seu lugar.
Então, Allison aceitou o divórcio e foi embora.
No mesmo dia, a família real a reivindicou como sua princesa perdida.
Agora, coroa, fortuna, poder, três irmãos formidáveis e um companheiro real escolhido a dedo estavam ao seu lado.
O irmão mais velho, o traficante de armas mais temido do mundo, empurrou um cartão preto sobre a mesa. "Pegue. Compre o que quiser."
O segundo, um médico genial, girava um bisturi entre os dedos. "Diga-me, Allison, quantos cortes merecem aqueles que te machucaram?"
O terceiro, uma estrela mundial das artes marciais, invadiu o território de seu ex-marido. "Quem fez minha irmã chorar? Hora de pagar."
Quando o ex implorou por uma segunda chance, Allison apenas sorriu.
Era tarde demais. Ela não era mais a esposa de Nolan, mas seu maior arrependimento. A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
Quando fui avaliar o sangramento, meu estômago revirou. A paciente era Allena, a noiva do primo dele.
August me empurrou violentamente contra a parede, exigindo tratamento VIP e escondendo o rosto dela. Mas o ultrassom revelou a verdade nojenta: uma ruptura interna grave causada por sexo agressivo nas últimas horas. Para me calar, ele jogou um cheque de cem mil dólares no chão, bem aos meus pés, enquanto Allena sorria cinicamente para mim da maca.
Mais tarde, para proteger a amante, ele me empurrou contra uma mesa de vidro, rasgando o meu braço, e exigiu que eu me ajoelhasse para pedir desculpas a ela por espalhar boatos.
Sete anos interpretando a esposa perfeita e submissa evaporaram no ar estéril daquele hospital. Ele realmente achava que eu era apenas uma enfermeira inútil e pobre, que engoliria qualquer humilhação pelo dinheiro dele e choraria implorando para que ele ficasse.
Mas ele não sabia de um detalhe: nosso contrato de casamento expirava em exatamente três dias.
Limpei o sangue do meu braço, deixei os papéis do divórcio assinados na mesa dele e peguei minha única mala. Dentro dela, estava o disco rígido com a tecnologia de IA de bilhões de dólares que construí em segredo.
"Agende a doação de todos os bens da cobertura para amanhã de manhã," instruí a instituição de caridade pelo telefone.
A esposa troféu estava morta. Agora, era a minha vez de jogar. Sete anos uma tola, um dia uma rainha
Stella Montgomery Todos sabiam que Kristine amava Colton, mas o coração do homem estava preso a uma mulher em outro país - alguém com quem ele passava a maior parte dos dias, agora grávida de seu filho.
Mesmo assim, Kristine ainda o pediu em casamento e ele aceitou.
Porém, no dia do registro de matrimônio, ele nunca apareceu, pois seu verdadeiro amor voltou.
Após sete anos de dedicação leal, Kristine finalmente desistiu e deixou a cidade.
Colton não se importou com isso até vê-la no cartório, de braços dados com outro homem, e o rosto do orgulhoso CEO ficou pálido imediatamente.
Ele foi atrás dela, tomado pelo desespero. "Desculpe. Por favor, me dê outra chance."
Ela retrucou: "Você pode parar? Já estou casada." Hora de deixar de ser tola
Stella Montgomery Kristine amava Colton de forma intensa e humilde.
Mesmo que o coração de Colton pertencesse apenas à sua amada no exterior, mesmo que ele passasse a maior parte do ano ao lado dessa mulher, mesmo que essa mulher estivesse grávida do filho dele...
Ainda assim, Kristine pediu para se casar com ele.
Porém, no dia marcado para a certidão, Colton não apareceu, pois sua amada havia retornado ao país.
Depois de sete anos amando em vão, Kristine finalmente desistiu, o bloqueou e partiu da cidade onde ele vivia.
Colton não se importava com isso, certo de que, cedo ou tarde, ela voltaria.
Até que um dia, ele a viu com outro homem na frente do cartório.
Mais tarde, alguém viu o sempre arrogante Colton quase enlouquecendo.
"Kristine, me desculpe, eu errei. Me dê outra chance!"
A resposta que ele recebeu foi dita com impaciência: "Pode parar de me incomodar? Já estou casada." Enquanto Eu Sangrava Até a Morte, Ele Acendia Lanternas Para Ela
Lady Ann June abriu mão de sua identidade como uma cientista genial para ser a esposa dócil de Cole Compton por quatro anos.
Até a noite em que sofreu uma ruptura de gravidez ectópica e, sangrando no chão do quarto, ligou para o marido implorando por ajuda.
Mas Cole apenas atendeu com impaciência. Ele estava em uma gala luxuosa, de braços dados com Alycia, a amante que havia roubado a pesquisa médica de June.
"Se esta é sua tentativa patética de me impedir de ir à gala, é uma péssima estratégia."
Ele desligou na cara dela, deixando June quase morrer na mesa de cirurgia enquanto a TV do hospital mostrava o sorriso dele para a outra mulher.
No dia seguinte, Cole invadiu o quarto do hospital. Irritado com a súbita frieza de June, ele a empurrou violentamente contra a cama, arrebentando seus pontos cirúrgicos recém-suturados.
Vendo o sangue fresco encharcar os lençóis, ele apenas atendeu uma ligação carinhosa de Alycia e olhou para a esposa com nojo.
"Limpe-se. Pare de envergonhar o nome Compton."
A dor dilacerante não vinha apenas da carne rasgada, mas da constatação de que ela havia sacrificado sua vida por um monstro. A submissão desapareceu, substituída por um ódio gélido e implacável ao descobrir que a família Compton havia orquestrado o assassinato de seus pais.
June arrancou a agulha do soro, assinou os papéis do divórcio sobre uma gota de seu próprio sangue e deixou a aliança para trás. Era hora de descongelar sua fortuna secreta de 128 milhões de dólares e fazer o império Compton queimar. A escolha do destino
Lila Rivers Sophie assumiu o lugar de sua irmã e se casou com um homem conhecido por sua aparência desfigurada e passado vergonhoso.
No dia do casamento, a família de seu noivo até rompeu relações com ele, tornado-o motivo de chacota de toda a cidade.
Enquanto todos esperavam para ver a ruína dos dois, a carreira de Sophie prosperou, e o amor deles só se aprofundou.
Mais tarde, durante um evento de grande destaque, o CEO de um conglomerado tirou a máscara, e todos descobriram que ele era o marido de Sophie!
***
Adrian não tinha interesse em seu casamento arranjado e se escondia atrás de um disfarce na esperança de que sua esposa desistisse dele.
Porém, quando ela tentou se afastar, ele entrou em pânico e pediu: "Por favor, Sophie, não vá. Um beijo, e eu farei qualquer coisa por você." Tarde demais para me reconquistar!
IReader Desde que Ryan a acolheu, Nicole tentou ser sensata e obediente, adaptando-se ao humor dele.
Embora Ryan a tivesse criado, ela nunca o viu como família, convencida de que acabariam se casando.
No dia em que ela fez vinte anos, pronta para confessar seus sentimentos novamente, a mulher que ele amava voltou.
"Nicole é apenas uma criança para mim. A única pessoa que amo é Olivia."
Ao ouvir isso, Nicole decidiu abrir mão e ir embora.
Mais tarde, no casamento dela, Ryan implorou: "Eu me arrependo, Nicole. Por favor, não se case com ele!"
Nicole manteve a calma. "Pode me soltar? Meu noivo não vai gostar disso." A Ascensão da Fênix: A Vingança da Herdeira Marcada
Betty O meu marido atirou o acordo de divórcio para cima da cama, sem sequer se dignar a olhar para a minha cara.
"A Cais voltou", disse ele com uma frieza entediada. "Quero a casa vazia até hoje à noite. Acrescentei cinco milhões para comprares uma casa no interior e esconderes esse rosto deformado onde ninguém precise de o ver."
Acordei naquele corpo com uma cicatriz de queimadura na bochecha e memórias de uma vida de submissão, mas a mente que agora operava aqueles olhos não era a da esposa frágil que ele conhecia.
Assinei os papéis sem ler, recusei o dinheiro "sujo" dele e saí da mansão vestida com um fato de treino e uma mochila velha, deixando para trás todas as joias e luxos.
Mas o inferno não acabou ali. O meu pai, ao saber que eu tinha saído sem nada, deixou uma mensagem a dizer que eu era inútil para a família.
Fui a uma loja de luxo para me recompor e encontrei a minha meia-irmã, Brisa, e as suas amigas. Elas cercaram-me, rindo-se da minha roupa e da minha cicatriz, tentando expulsar-me por eu ser uma "mendiga divorciada".
Eles achavam que eu ia chorar. Achavam que eu ia implorar por misericórdia, como a antiga Andorinha fazia.
Mal sabiam eles que estavam a lidar com a Fênix.
Enquanto a Brisa gritava para os seguranças me tirarem dali, encostei o meu telemóvel velho ao terminal de pagamento.
O ecrã não pediu código. Piscou vermelho e exibiu um alerta que fez o gerente da loja correr e curvar-se a noventa graus diante de mim: "AUTORIZAÇÃO NÍVEL 0".
Sorri para a minha irmã, que olhava em choque para o telemóvel dela.
"O cartão do papá foi recusado, Brisa?", perguntei suavemente. "Talvez seja porque acabei de denunciar a fraude da empresa dele e congelar todos os bens da família."
Entrei no meu carro privado, pronta para resgatar a minha mãe e ver o império deles arder.