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O Tapa do Destino

Capítulo 4 

Palavras: 707    |    Lançado em: 02/07/2025

ino, por mais terrível que fosse. Pelo menos a incerteza havia acabado, eu sabia o que me esperava, um casamento se

lado depois do escândalo. Ela não fazia parte do nosso círculo social rico

no telefone, "Preciso de uma n

r novo e tranquilo, longe dos lugares que eu costumava frequentar com Pedr

ex-melhor amiga, estava do outro lado do bar. Mas ela não parecia a socialite elegante que eu conhecia, ela usava um vestido curto e vulgar,

i?" , eu sussurrei para Clar

da fachada de menina rica e inocente, ela trabalha como acompanhante de luxo, ela entretém homens

ela me copiou, tudo começou a fazer sentido. Ela não queria apenas o meu namorado, ela q

o se formou nos lábios dela, ela se levantou

aindo a atenção das pessoas ao redor, "Veio afogar as mágoas? N

ta d'água, a raiva que eu

fia" , eu disse,

a mais, "O que foi? A verdade dói?

tava se levantou e veio até nossa mesa, ele estava

ele perguntou, a

noivo" , Sofia respondeu, se fazendo

em paz!" , ele gritou e, antes que eu pudesse reagir, ele jogou o copo de bebida em mim. O lí

car Sofia. Ao ver a cena, ele correu para o lado dela,

ela soluçou, "Maria me atacou, ela

máscara de fúria e desprezo. Sofia, por trás do ombro dele, sorriu para mim, um sorriso vitorioso e cruel. Para completar o

rranhão. O nojo e a frustração me deixaram sem palavras, eu estava

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O Tapa do Destino
O Tapa do Destino
“O tapa do meu pai estalou no meu rosto, ecoando pela sala luxuosa. "Sua inútil," ele rosnou, o rosto contorcido de raiva, "Você arruinou tudo, a chance da nossa família." Minha mãe, sentada no sofá, virou o rosto, seu silêncio era uma faca cravada ainda mais fundo. Eles me acusaram de arruinar os negócios da família Santos, que estavam à beira da falência, tudo por minha causa. A acusação me deixou sem ar; a vítima era sempre a culpada para eles. "Ainda há uma chance," minha mãe finalmente falou, a voz fria, "O senhor Mendes fez uma proposta. Ele quer se casar com você." Fui forçada a um casamento arranjado para pagar pelos pecados de outra pessoa. Minha mente voltou à noite anterior: Pedro me convidou para uma festa, eu ingênua, pensei que ele me pediria em casamento. Em vez disso, ele me humilhou, anunciando o noivado com Sofia, minha melhor amiga de infância. "Você é estéril, Maria," ele riu, "Sofia vai me dar os filhos que você nunca pôde." A dor foi insuportável, mas uma raiva fria começou a subir. Eu o olhei nos olhos, vendo um monstro egoísta. Peguei o anel de noivado, o diamante que simbolizava promessas agora parecia um pedaço de vidro. Deixei a joia cair no chão. Saí daquele quarto e daquela vida, sem olhar para trás. O futuro era incerto e assustador, mas pela primeira vez, era só meu.”