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O Tapa do Destino

Capítulo 5 

Palavras: 607    |    Lançado em: 02/07/2025

onteceu, Pedro marchou até mim, a raiva distorcendo suas fe

rosnou, o rosto a centímetros do m

a violento e ameaçador. O choque da situação, a injus

Pedro!" , eu consegui

ificando, "Você sempre foi uma manipuladora invejosa, não

erindo mais profundamente. Ele estava projetando em mi

Pedro para longe de mim, "Você é cego ou apenas estúpido? Foi a su

ceu chocar Pedro por um momento, ele olhou para S

ro perguntou a Clara, a confusão l

ricos" , Clara disse sem rodeios, o desprezo em sua voz era evide

ançou para Clara, o punho erguido, "C

tegendo minha amiga, "Chega,

ara o lado de Pedro, chorando histericamente, "Não acredite nela, que

gil e assustada. A manipulação funcionou, a dúvida nos olhos de P

longe de nós, Maria, esta é a última vez que eu te aviso, se v

ra tão óbvia, tudo isso finalmente quebrou o último fio que me prendia a ele. Eu o olhe

ia de uma nova determinação, "A partir de hoje, você não exis

ele, que nunca mais permitiria que ele ou qualquer outra pessoa me humilhasse

ombros. O fim foi doloroso, mas também foi uma libertação. Eu estava finalmente, verdadeiramente, livre dele. O futuro ainda era assustador, co

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O Tapa do Destino
O Tapa do Destino
“O tapa do meu pai estalou no meu rosto, ecoando pela sala luxuosa. "Sua inútil," ele rosnou, o rosto contorcido de raiva, "Você arruinou tudo, a chance da nossa família." Minha mãe, sentada no sofá, virou o rosto, seu silêncio era uma faca cravada ainda mais fundo. Eles me acusaram de arruinar os negócios da família Santos, que estavam à beira da falência, tudo por minha causa. A acusação me deixou sem ar; a vítima era sempre a culpada para eles. "Ainda há uma chance," minha mãe finalmente falou, a voz fria, "O senhor Mendes fez uma proposta. Ele quer se casar com você." Fui forçada a um casamento arranjado para pagar pelos pecados de outra pessoa. Minha mente voltou à noite anterior: Pedro me convidou para uma festa, eu ingênua, pensei que ele me pediria em casamento. Em vez disso, ele me humilhou, anunciando o noivado com Sofia, minha melhor amiga de infância. "Você é estéril, Maria," ele riu, "Sofia vai me dar os filhos que você nunca pôde." A dor foi insuportável, mas uma raiva fria começou a subir. Eu o olhei nos olhos, vendo um monstro egoísta. Peguei o anel de noivado, o diamante que simbolizava promessas agora parecia um pedaço de vidro. Deixei a joia cair no chão. Saí daquele quarto e daquela vida, sem olhar para trás. O futuro era incerto e assustador, mas pela primeira vez, era só meu.”