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Memórias Perdidas, Amor Encontrado

Capítulo 1 

Palavras: 957    |    Lançado em: 03/07/2025

furava minha cabeça, e cada som parecia amplificado, como um martelo batend

oz feminina soou, di

r. Uma mulher estava de pé ao lado da cama, com os braços cruzados. Ela era lind

idiu parar com o show?" ela

co. Olhei para a mulher, confuso. Eu a conhecia? O rosto dela parecia

?" minha voz

tro truque? Depois de tentar se matar, agora vai fing

gulhas e um curativo no meu pulso. Meu coração acelerou. Nada daquilo fazia sentido. A última coisa que eu lembrava era de estar comem

ejei. "Eu tenho dezoito anos.

umor em seu rosto. Era uma ri

e anos. Nós estamos casados há cinco

Minha esposa? Olhei para as minhas mãos. Elas não eram as mãos de um garoto de dezoito anos, eram maiores, com cal

e ser...

são e seu ciúme doentio, especialmente pelo Tiago. E agora isso. Um acidente de carro porque você estav

ue sempre estava por perto. Eu nunca gostei dele. A ideia de que ele ain

Ele era mais velho, com um olhar calmo. Seu nome era

so ter um momento a

sse. "Fique à vontade. Eu tenho uma reunião

ra frio e final, como a porta de uma prisão se fechando. Fiqu

ital, tive um colapso e tentei cortar meus pulsos. O trauma do acidente, combinado com o estresse emocional, aparentemente causou

guntei, a voz fraca. "Eu tenho vinte e sete an

anterior aos eventos traumáticos recentes. Pedro, o que você lemb

rutal. O rosto que me encarava não era o de um jovem de dezoito anos. Era o rosto de um homem. Havia olheiras escuras sob meus olhos, uma barb

a vida. Um "lambe-botas", um "cachorrinho", como Sofia insinuou. A vergonha me queimou por dentro. O idealismo dos meus dezoito anos se chocou violentament

a minha vida agora, eu não a aceitaria. Se esse homem no espelho era quem eu me

uma libertação. Ela me devolveu a mim mesmo, o Pedro de dezoito anos, mas no

voz firme pela primeira

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Memórias Perdidas, Amor Encontrado
Memórias Perdidas, Amor Encontrado
“A luz branca do hospital queimava meus olhos, e uma dor aguda perfurava minha cabeça. Tentei me mover, mas meu corpo pesava uma tonelada. "Pedro, você finalmente decidiu parar com o show?", uma voz feminina cortante perguntou. Eu mal conseguia me lembrar do meu próprio nome, muito menos dela. "Quem é você?", minha voz saiu rouca. Ela bufou, desdenhosa. "Sério, Pedro? Outro truque? Depois de tentar se matar, agora vai fingir amnésia?" Suicídio? Olhei para as marcas de agulhas e o curativo no meu pulso. A última coisa que eu lembrava era de estar comemorando meus dezoito anos, sonhando em convidar Sofia Costa para sair. "Eu tenho dezoito anos. Acabei de terminar o colégio!", gaguejei. Ela riu, amargamente. "Pedro, você tem vinte e sete anos. Nós estamos casados há cinco anos. Eu sou Sofia Costa, sua esposa." Sofia Costa. A garota dos meus sonhos. Minha esposa. Olhei para a aliança de ouro no meu dedo. "Casados?", sussurrei, sentindo o peso do mundo desabar sobre mim. "Sim. Um casamento que você transformou em um inferno com sua obsessão e ciúme doentio", ela respondeu, antes de me acusar de um "acidente de carro porque você estava bêbado, seguido de uma tentativa de suicídio no hospital." Um médico confirmou que minha mente voltou para os dezoito anos. Ele me entregou um espelho. O rosto que me encarava não era o de um jovem sonhador, mas o de um homem esgotado, com linhas de preocupação. O idealismo dos meus dezoito anos se chocou violentamente com a realidade degradante dos meus vinte e sete. Eu me tornei um "cachorrinho", um "lambe-botas", um homem tão patético que Sofia me tratava como lixo. Mas o garoto lá dentro, aquele Pedro que nunca se humilharia, estava de volta. E com uma determinação fria e dura. "Doutor", eu disse, minha voz firme pela primeira vez. "Eu quero o divórcio."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10