Login to Lera
icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
closeIcon

Reclame seu bônus no App

Abrir

Luo Ye Fen Fei

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Luo Ye Fen Fei

Vingança Dança da Alma

Vingança Dança da Alma

Moderno
5.0
Eu era Sofia, a promessa do balé nacional, com um futuro tão perfeitamente coreografado quanto um grand jeté. Arthur, meu grande amor, prometia-me o mundo, e eu acreditava. Até a noite em que ele, bêbado e furioso, destruiu não só o carro, mas minha perna, minha carreira de bailarina e a vida da minha mãe, que teve um AVC ao saber da tragédia, deixando-a em estado vegetativo. Como se não bastasse, uma nova vida brotava em mim: Lucas, filho dele. De Sofia, a bailarina, tornei-me Luna, a dançarina misteriosa do "Luxus", vendendo minha graça para homens que me viam como mero objeto, tudo para manter minha mãe viva e meu filho alimentado. Meu salário mal cobria as dívidas. A humilhação era diária, a dor na minha alma, constante. Seis anos depois, ele reapareceu. Arthur, um empresário de sucesso, noivo de uma herdeira, nem sequer me reconheceu enquanto eu, Luna, me curvava para servi-lo. Ele observou, indiferente, quando seus amigos me humilhavam, e só interveio quando a cena o incomodou. A injustiça me queimava. Ele, vivendo no topo, enquanto eu, no fundo do poço, carregava o peso de sua irresponsabilidade, com o filho dele crescendo longe de seu conhecimento. A raiva me consumia: ele me ofereceu dinheiro para me calar, insinuou que eu era uma golpista, sem a menor ideia da vida que eu levava por sua causa. A crueldade de suas palavras, a forma como ele me via, me fez perceber: a vingança, antes um pensamento distante, tornou-se meu único foco. Ele destruiu minha vida e teria de pagar por cada cicatriz, cada lágrima.
Memórias Perdidas, Amor Encontrado

Memórias Perdidas, Amor Encontrado

Romance
5.0
A luz branca do hospital queimava meus olhos, e uma dor aguda perfurava minha cabeça. Tentei me mover, mas meu corpo pesava uma tonelada. "Pedro, você finalmente decidiu parar com o show?", uma voz feminina cortante perguntou. Eu mal conseguia me lembrar do meu próprio nome, muito menos dela. "Quem é você?", minha voz saiu rouca. Ela bufou, desdenhosa. "Sério, Pedro? Outro truque? Depois de tentar se matar, agora vai fingir amnésia?" Suicídio? Olhei para as marcas de agulhas e o curativo no meu pulso. A última coisa que eu lembrava era de estar comemorando meus dezoito anos, sonhando em convidar Sofia Costa para sair. "Eu tenho dezoito anos. Acabei de terminar o colégio!", gaguejei. Ela riu, amargamente. "Pedro, você tem vinte e sete anos. Nós estamos casados há cinco anos. Eu sou Sofia Costa, sua esposa." Sofia Costa. A garota dos meus sonhos. Minha esposa. Olhei para a aliança de ouro no meu dedo. "Casados?", sussurrei, sentindo o peso do mundo desabar sobre mim. "Sim. Um casamento que você transformou em um inferno com sua obsessão e ciúme doentio", ela respondeu, antes de me acusar de um "acidente de carro porque você estava bêbado, seguido de uma tentativa de suicídio no hospital." Um médico confirmou que minha mente voltou para os dezoito anos. Ele me entregou um espelho. O rosto que me encarava não era o de um jovem sonhador, mas o de um homem esgotado, com linhas de preocupação. O idealismo dos meus dezoito anos se chocou violentamente com a realidade degradante dos meus vinte e sete. Eu me tornei um "cachorrinho", um "lambe-botas", um homem tão patético que Sofia me tratava como lixo. Mas o garoto lá dentro, aquele Pedro que nunca se humilharia, estava de volta. E com uma determinação fria e dura. "Doutor", eu disse, minha voz firme pela primeira vez. "Eu quero o divórcio."
Cicatrizes de um Amor Proibido

Cicatrizes de um Amor Proibido

Romance
5.0
Há cinco anos, fui exilada da fazenda dos Silvas, minha casa de criação, com uma única condição para meu retorno: esquecer Ricardo, meu irmão de criação, o homem que eu amava. Eu voltei, mas não curada, apenas mais forte. Trouxe comigo a prova perfeita da minha "cura": um noivado com Pedro, amigo de Ricardo. Mal lancei a bomba, no dia do meu retorno, Ricardo esmagou meu anel de noivado sob sua bota suja, afirmando que eu não me casaria com ninguém, sua fúria mascarando uma verdade que só agora começo a desvendar. A humilhação se seguiu em uma festa onde Laura, a noiva de Ricardo e minha algoz, me acusou de roubo diante de todos, antes de me empurrar em um lago imundo. Ricardo assistiu, sem estender a mão, depois me trancou na biblioteca de casa. Mais tarde, ele me viu pegar fogo e me deixou queimar, preferindo proteger Laura. A cada rejeição, a cada ferida, eu me perguntava: por que ele me odeia tanto? Ainda assim, agarrei-me a Pedro, que se tornou meu porto seguro. As palavras de Ricardo me assombravam: "Nunca sentiria nada por você além de nojo. Você é minha irmã." Mas sua aversão era tão profunda que escondia algo mais sinistro. Foi na capela, no meu casamento com Pedro, que o segredo veio à tona. Ricardo invadiu a cerimônia, gritando que eu ainda era dele. Pedro, em um ato de desespero, revelou: "Seus pais são os responsáveis pela morte dos pais dela." Aquilo explodiu meu mundo. O amor deles se tornou ódio, e a "proteção" dele, uma farsa cruel. Eu era uma Sofia Pereira, não mais uma Silva. Fui libertada daquela teia de mentiras e violência. Agora, eu e Pedro vivemos nossa felicidade na Europa, observados de longe por um Ricardo cada vez mais imerso em suas próprias ilusões, assombrado pelos fantasmas de um amor que ele mesmo destruiu.