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Ela Renasceu para o Sucesso

Capítulo 1 

Palavras: 1500    |    Lançado em: 03/07/2025

ente, carregado de uma ansiedade que grudava na pele junto com o suor e a maresia. Era o dia da

mos na praça, em frente ao painel de corti

mão de Clara com força, seu

não dirigiu

s olhos de minha mãe, a filha perfeita, a promessa de um futu

a mãe, com uma agilidade que eu não sabia que ela possuía, arrastou Clar

gria de minha mãe ante

nha filha!

ou. Alguém ao lado d

de Música do Rio de Janeiro..

emer, uma onda de euforia e descrença me atingiu. Eu consegui. Meu sonho, minhas noites em claro

tas e inconfundíveis. Abaixo, em uma posição muito inferior, est

e fúria e decepção. Ela olhou para mim

sibilou, baixo o suficiente para

choro alto e desesperado qu

to... eu queria tant

por cima do ombro da minha irmã. Naquele momento, a

escola de música chegou. Eu a vi na mesa da cozinha, um envelope pardo com

ive a chance

inha mãe e Clara cochichando no quarto. A curiosidade foi m

E se descobrirem?" a

músicas idiotas em vez de arrumar um bom casamento. Você vai para o Rio, vai se tornar uma grand

angue

onseguia

to. O papel timbrado da escola estava nas mãos de Clara, mas algo estava diferente. O nome. O nome

izeram?" minha

oque primeiro. Seu rosto se

eito. O que é justo. Essa

va na lista! Isso é um crime!" eu gritei

atrás da nossa m

o faça um escândalo.

isa disso! Você

e interpôs. Ela era mais forte do que parecia.

nsando só em você! Quer estragar o f

a mãe me segurou, seus dedos cravando em meus braços. A briga se espalhou p

nha mãe jogou su

u para a pequena multidão que se formava. "Ingrata! Tentei da

versário da escola, recortadas e coladas para parecer que eu estava bêbada, abraçada a rapazes que eu mal conhecia, em poses sug

a quer tirar a única chance da irmã decente de te

espalharam como veneno. "Sempre soube que essa menina n

itou o momento. Com lágrimas nos olhos

.. eu só queria que a mamãe ficasse feliz. A

. Eu era a vilã. A invejos

apontou pa

o mais filha! Vá viver sua vida v

ra fora e bateu a

como um lixo. Ninguém me ofereceu ajuda. As portas se fecharam para mim. Pedro, meu único amigo de infâ

os, comi restos que encontrava. Tentei arrumar trabalho, mas a fama que minha mã

ência. Eles não se importavam com meu passado, apenas com o dinheiro que minha voz poderia trazer. Mas o ambi

A música, que antes era minha s

ar uma passagem para qualquer lugar longe dali, a violência explodiu. Fui arrastada para

pedos. A última coisa que senti foi o gosto de san

ela aí.

ensamento um lamento silencioso pelo sonho que me foi rouba

ão...

.

uz fo

vozes fam

ri os

u quarto. Minha mãe estava de pé, ao lado d

dia da formatura! Não me faça

corpo... não havia feridas. Olhei para minhas mão

oração disparado. Olhei p

formatura do

e a lista f

convites. Antes da humilh

estav

ava de

. As lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto, mas não

, seria d

eu não seri

, eles ir

-

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Ela Renasceu para o Sucesso
Ela Renasceu para o Sucesso
“O sol do nordeste castigava, mas aquele dia da formatura do ensino médio parecia diferente. Era o dia em que Ana e sua irmã gêmea, Clara, esperavam o anúncio das bolsas de estudo, um futuro promissor acenando. Mas para Ana, a luz dos olhos da mãe sempre foi Clara, a filha perfeita, enquanto ela era a sombra, a rebelde. Até que seu nome foi lido em voz alta: "Bolsa integral para a Escola de Música do Rio de Janeiro... Ana de Sousa!" A euforia foi triturada pelo ódio no rosto da sua mãe, Maria, que sibilou: "Isso deve estar errado!" A alegria virou cinzas quando Clara chorou, e Maria lançou-lhe um olhar venenoso. Dias depois, a carta oficial da escola chegou. Mas Ana não teve chance de abri-la. Escondida, ouviu a voz trêmula de Clara: "...tem certeza, mãe? E se descobrirem?" E, então, a de Maria: "Ninguém vai descobrir. Você merece isso, não ela. O convite agora está no seu nome." O sangue de Ana gelou. Elas falsificaram o documento. "O que vocês fizeram?" Ana gritou, a dor e a raiva rasgando sua garganta. A dor piorou quando Maria apontou para a porta: "Fora da minha casa! Eu não tenho mais filha! Vá viver sua vida vergonhosa longe daqui!" E para a vila, com fotos distorcidas: "Vejam! Vejam todos o tipo de filha que eu tenho! Ingrata! Tentei dar tudo para ela, e agora ela ataca a própria irmã por inveja!" Ana foi jogada na rua, com a humilhação queimando. Dias de fome, frio, e a reputação espalhada: "A filha da Maria? A desvergonhada? Não, obrigado." A música, antes sua salvação, virou corrente. Em um beco, após uma briga brutal, chutes, socos, sua cabeça no paralelepípedo. "Deixa ela aí. Já era." A escuridão a engoliu, seu último pensamento sobre o sonho roubado. Mas, de repente, uma luz forte. O sol do nordeste entrava pela janela do seu quarto. "Vamos, Ana, levanta! Hoje é o dia da formatura!" Ana piscou. Estava de volta. Uma risada insana escapou. Lágrimas de uma fúria fria. Desta vez, seria diferente. Desta vez, eles iriam pagar.”