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Ela Renasceu para o Sucesso

Capítulo 2 

Palavras: 1450    |    Lançado em: 03/07/2025

a dor, era agora um mapa do futuro. Cada traição, cada palavra cruel, cada olhar de desprez

tos deliberadamente lentos. Mi

onta, linda como uma noiva. E você aí

maneira como ela arrumou a gola do vestido novo de Clara, um vestido que custou o dinheiro que deveria ter sido para nossos materiais es

inha voz calma, desprovida

, mas seus olhos continham a dor de uma vida inteira de sofrimento. A memória da agressão no beco ainda estava f

estida. Ela se olhou no meu

um pouco pálida, Ana? Mamãe disse que re

o. Na minha vida anterior, eu teria dito que ela est

e n

com cara de doente

, mas nenhuma palavra saiu. Ela não esperava

finalmente conseguiu dizer,

penas a v

tou em comprar um novo para mim. Na cozinha, o cheiro de peixe frito enchia o ar. Maria colocou o melh

de outras, havia me esmagado. Mas agora, eu via tudo com outros

e um plano. Apenas confrontá-las como fiz da última vez não adiantaria. Eu seri

ai, me contou uma história. Ele disse que meu pai, antes de morrer no mar, havia deixado um pequeno baú com documentos importantes e alg

ai morreu sem deixar um centavo.

nde esta

chegar à praça. Eu disse que precisava pegar um ca

nte entrava. Comecei a procurar. Debaixo da cama, dentro

Onde ela esconderia algo que não qu

quarto. Uma imagem de Santa Bárbara, a preferida dela. Havia uma base de

est

quena caixa de metal,

o para forçar a fechadu

aldo surpreendentemente alto para a época. Havia também

ame d

al conseguia segurar o papel. L

era filha

Ela engravidou. Meu pai, apaixonado e de bom coração, a perdoou e assumiu Clara como sua. Mas o turista, antes

iro da

para o futuro de Clara para sustentar seus próprios caprichos, enquanto nos fazia viver na pobreza. A preferência dela por Clara não era apenas porque ela era a "favor

a. Mas eu a sufoquei. Agora não era a hor

ato da poupança. Enviei tudo para um endereço de e-mail que criei na hora, um que elas nunca

ra a praça, e

oração deu um salto. Na minha vida anterior,

ue viu um fantasma," ele disse,

da sua ajuda. É muit

"volta". Ele acharia que eu estava louca. Mas eu contei a ele sobre minhas suspeitas

Sua mãe não faria iss

o?" eu perguntei, olhando

r um momento,

onf

lá, eu quero que você use seu celular para gravar a reação da minha mãe e da Clara. Dê um zo

confuso, m

ocê não sabe o quanto is

a sair, ele seg

ão difíceis na sua casa. Mas sa

o antes. Uma preocupação que ia além da amizade. Na minha pressa

meu peito, uma pequena ilha de segu

tava sendo pregada. Minha mãe me lançou

edro, que já estava com o celular

i lido em

scola de Música do Rio de

ncio. Os mes

nti a necessidade de cor

olhei diretamen

u s

egou aos meus olhos. Um sorriso que

que, fúria e uma ponta de medo, foi perfeitam

ado. E desta vez,

-

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Ela Renasceu para o Sucesso
Ela Renasceu para o Sucesso
“O sol do nordeste castigava, mas aquele dia da formatura do ensino médio parecia diferente. Era o dia em que Ana e sua irmã gêmea, Clara, esperavam o anúncio das bolsas de estudo, um futuro promissor acenando. Mas para Ana, a luz dos olhos da mãe sempre foi Clara, a filha perfeita, enquanto ela era a sombra, a rebelde. Até que seu nome foi lido em voz alta: "Bolsa integral para a Escola de Música do Rio de Janeiro... Ana de Sousa!" A euforia foi triturada pelo ódio no rosto da sua mãe, Maria, que sibilou: "Isso deve estar errado!" A alegria virou cinzas quando Clara chorou, e Maria lançou-lhe um olhar venenoso. Dias depois, a carta oficial da escola chegou. Mas Ana não teve chance de abri-la. Escondida, ouviu a voz trêmula de Clara: "...tem certeza, mãe? E se descobrirem?" E, então, a de Maria: "Ninguém vai descobrir. Você merece isso, não ela. O convite agora está no seu nome." O sangue de Ana gelou. Elas falsificaram o documento. "O que vocês fizeram?" Ana gritou, a dor e a raiva rasgando sua garganta. A dor piorou quando Maria apontou para a porta: "Fora da minha casa! Eu não tenho mais filha! Vá viver sua vida vergonhosa longe daqui!" E para a vila, com fotos distorcidas: "Vejam! Vejam todos o tipo de filha que eu tenho! Ingrata! Tentei dar tudo para ela, e agora ela ataca a própria irmã por inveja!" Ana foi jogada na rua, com a humilhação queimando. Dias de fome, frio, e a reputação espalhada: "A filha da Maria? A desvergonhada? Não, obrigado." A música, antes sua salvação, virou corrente. Em um beco, após uma briga brutal, chutes, socos, sua cabeça no paralelepípedo. "Deixa ela aí. Já era." A escuridão a engoliu, seu último pensamento sobre o sonho roubado. Mas, de repente, uma luz forte. O sol do nordeste entrava pela janela do seu quarto. "Vamos, Ana, levanta! Hoje é o dia da formatura!" Ana piscou. Estava de volta. Uma risada insana escapou. Lágrimas de uma fúria fria. Desta vez, seria diferente. Desta vez, eles iriam pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 15