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A Farsa Desmascarada Do Noivo

Capítulo 1 

Palavras: 835    |    Lançado em: 03/07/2025

entrava pela janela, iluminando a poeira que dançava no ar, mas a alegria que ela sentia há poucas horas tinha se desfeito, substituída por uma

vai dar pr

um amálgama de pressa e u

mãe não está bem, a saúde

de decepção, mas a preo

Eu posso ir aí com você,

da linha, um s

. Eu vou passar o dia com ela, garantir que ela tome os remédios. Não quero estrag

por Pedro e a preocupação com a sogra eram genuínas. Ela conhecia a história: uma mãe com saúde frágil, que exigia cuidados const

no último semestre que a "crise de saúde" da mãe dele coincidia perfeitamente com um compromisso import

ro, o homem com quem ia se casar. Ela não podia duvidar dele assim. Tentando se convencer de que estava sendo paranoi

stava aberto. E foi então que a suspeit

de sua casa, Dona Alice. A imagem mostrava uma festa animada, com balões e um bolo decorad

homem e

o sorriso de um homem preocupado com a mãe doente. Era o sorriso de alguém que estava exatamente onde queria es

dos. As roupas, o rosto, o relógio no pulso dele. Não havia dúvida. Era Pedro. E a festa não era em um lugar

sa dela. Na casa que ela tinha c

náusea subiu pela sua garganta. Mas a humilhação foi rapidamente sobrepuja

que ainda sussurrava que poderia haver um mal-entendido. Com os dedos rígidos, ela abriu uma nova aba

de três meses atrás. A foto de uma senhora sorridente, a mesma que Pedro mantinha na estan

entindo sobre a morte dela. Usando a memória da pró

passiva. Ela não iria chorar em um canto escuro. Ela se levantou, a decisão tomada. Pegou a chave do carro, a bo

a a casa dela. E iria a

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A Farsa Desmascarada Do Noivo
A Farsa Desmascarada Do Noivo
“As malas estavam prontas para a viagem dos sonhos ao lado de Pedro, meu noivo. O sol da manhã até tentava iluminar, mas a alegria já tinha sumido. Um telefonema acabou com tudo: "Amor, não vai dar pra gente ir." A mãe dele estava "doente de novo", era a desculpa de sempre. Eu, como a boba apaixonada que era, tentei ser compreensiva, ofereci ajuda. Mas algo não soava certo. Pela terceira vez, uma "crise de saúde" da sogra coincidia com um compromisso importante nosso. A desconfiança me corroía, mas tentei ignorar, pensando que era paranoia. Até que, no feed de notícias, uma foto de Clara, filha da minha empregada, comemorando seu aniversário, mudou tudo. No centro da foto, abraçado a ela, sorrindo como nunca sorria para mim, estava Pedro. Meu sangue gelou. A festa, com balões e bolo, não era em qualquer lugar. Era na minha casa. A mentira sobre a mãe doente era só a ponta do iceberg. Ele havia me traído, usando a memória da própria mãe falecida há meses como escudo para os encontros secretos. A dor era dilacerante, mas a raiva, fria e determinada, me levantou do chão. Eu não iria chorar. Peguei as chaves, minha bolsa e saí. Não para o aeroporto, mas para a minha casa, para acabar com a festa dele. Eles não sabiam com quem estavam se metendo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10