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A Farsa Desmascarada Do Noivo

Capítulo 2 

Palavras: 519    |    Lançado em: 03/07/2025

volante. A raiva que sentia não era quente e explosiva, mas fria e concentrada. Cada quilômetro percorrido solidi

do motor. Caminhou pela calçada arborizada, o som de música e risadas ficando mai

u-a lentamente, sem fazer barulho, e entrou. A cena

avam perto do teto. E ali, no centro de tudo, em seu sofá, estava Pedro com Clara no colo. Ele sussurrava a

s de Clara e

casal do ano! P

Não foi um beijo rápido ou discreto. Foi um beijo longo, profundo, cheio de uma

tudo convergiu em um único ponto. Ela caminhou para frente, seus passos firme

gelou em seus lábios. Ele tentou afastar Clara sutilmente, mas era tarde demais. O olhar dele encon

. Os convidados começaram a perceber sua presença, a música parecia diminuir d

tou a mão

o foi rápi

L

sala. A cabeça de Pedro virou com a força do impacto.

que até então estava aninhada confortavelmente, olhava para So

estavam pregados em Sofia, a mulher desconhecida que ousara interromper a celebração com um ato de violência tão direto e chocan

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A Farsa Desmascarada Do Noivo
A Farsa Desmascarada Do Noivo
“As malas estavam prontas para a viagem dos sonhos ao lado de Pedro, meu noivo. O sol da manhã até tentava iluminar, mas a alegria já tinha sumido. Um telefonema acabou com tudo: "Amor, não vai dar pra gente ir." A mãe dele estava "doente de novo", era a desculpa de sempre. Eu, como a boba apaixonada que era, tentei ser compreensiva, ofereci ajuda. Mas algo não soava certo. Pela terceira vez, uma "crise de saúde" da sogra coincidia com um compromisso importante nosso. A desconfiança me corroía, mas tentei ignorar, pensando que era paranoia. Até que, no feed de notícias, uma foto de Clara, filha da minha empregada, comemorando seu aniversário, mudou tudo. No centro da foto, abraçado a ela, sorrindo como nunca sorria para mim, estava Pedro. Meu sangue gelou. A festa, com balões e bolo, não era em qualquer lugar. Era na minha casa. A mentira sobre a mãe doente era só a ponta do iceberg. Ele havia me traído, usando a memória da própria mãe falecida há meses como escudo para os encontros secretos. A dor era dilacerante, mas a raiva, fria e determinada, me levantou do chão. Eu não iria chorar. Peguei as chaves, minha bolsa e saí. Não para o aeroporto, mas para a minha casa, para acabar com a festa dele. Eles não sabiam com quem estavam se metendo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10