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A Vingança da Filha Abandonada

Capítulo 2 

Palavras: 709    |    Lançado em: 03/07/2025

celular. Não era um sonho. Era real. De alguma forma, eu tinha v

, mas eu o forcei para baixo. Eu não podia entrar em desesper

café está

osa. Exatamente como ela soava todas as manhãs, antes de

anela no fogão. Júlia estava sentada à mesa, digitando furiosamente no celular, um sorriso no rosto enquanto conversava

filha. D

oucas horas, desapareceria para dar lugar a uma máscara

.. do

nsamento era a carta. A carta de aceitação. Ela ainda estava na gave

nto deles, cada palavra, me deixava em alerta máximo. Eu observava Júlia. Em que momento ela iria ao meu

minei o café,

umar meu

a, meu corpo tremendo. Fui direto para a cômoda, abri a gaveta de meias e enfiei

saria em procurar. Olhei ao redor do quarto, desesperada. Debaixo do

o guarda-roupa. Uma caixa que guardava coisas da minha i

ro dela, bem no fundo, debaixo de desenhos antigos e pulseiras de miç

sido desarmado. Júlia não encontraria a carta. A briga não aconteceria.

z naquela manhã, eu relaxei um pouco. Talvez tudo fi

tudar. O tempo passava e nada acontecia. Júlia não veio

i uma batid

Posso e

minh

e, m

uma pilha de

pas e dar uma arrumad

ngue gelou. "Arrumar a bagunça" era

ãe, eu mesma ar

as ela já estava ab

filha. Eu

oração martelava contra as minhas costelas. Fiquei parada, observan

s olhos se fixaram no

tanto tempo. Deve estar cheia de

ão

ntes que eu pu

para mim, a testa f

Lara? Por qu

A história estava se repetind

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A Vingança da Filha Abandonada
A Vingança da Filha Abandonada
“A primeira coisa que senti foi a raiva da Júlia, minha irmã. Ela segurava um envelope amassado, a carta da universidade estrangeira. Meu coração parou. Eu tinha escondido tão bem, no fundo da gaveta de meias. "Me devolve isso, Júlia. Não é da sua conta." Ela recuou, com um olhar que nunca tinha visto. Uma mistura de inveja e ódio puro. "Você ia fugir, não é? Ia para o outro lado do mundo e deixar a gente aqui." A voz dela atraiu minha mãe, Marta. "O que está acontecendo? Por que essa gritaria?" Júlia estendeu o envelope para ela. O rosto da minha mãe se fechou. A frieza me atingiu. "É verdade, Lara? Depois de tudo que sacrificamos por você, você ia nos abandonar?" A palavra "abandonar" soou como uma sentença. Eu tentei explicar sobre a bolsa de estudos integral. A garganta fechou. O tapa no meu rosto veio rápido e forte. "Sua ingrata." Meu pai, Sérgio, chegou em casa. "Que bagunça é essa?" Júlia, com um sorriso vitorioso, apontou para mim. "A Lara ia fugir do país. Ia deixar a gente na mão." Meu pai agarrou meu braço com força. "Você não vai a lugar nenhum." Ele me arrastou para a sala, me jogando no chão. Minha cabeça bateu na mesinha. A dor explodiu. Júlia e minha mãe só observavam. Meu pai pegou meu celular. "Não vai precisar mais disso." Ele o arremessou na parede. Me puxou pelos cabelos de volta ao quarto. "Você vai ficar aí até aprender qual é o seu lugar." Ouvi a chave girar. No chão frio, a dor latejava. A escuridão me levou. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela. O cheiro de café. Minha cabeça não doía. Meu celular intacto na mesinha. A data era a mesma do dia anterior. Eu estava de volta. Eu tinha renascido no início do meu pesadelo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10