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A Vingança da Filha Abandonada

Capítulo 3 

Palavras: 647    |    Lançado em: 03/07/2025

rioso, mas ainda não hostil

ranhas aí em ci

consegui inventar. Minha mãe ri

cê tem medo de aranhas? D

ou a caixa de sapatos velha. A caixa escorregou e caiu no chão com um baque surdo, espa

, o logotipo da universidade v

. A mudança em seu rosto foi instantânea e terrível. O calor desapareceu, a

e é i

ope. Seus dedos rasgaram o papel sem cuidado, e ela puxou a carta. Seus o

por isso o

ou, a carta a

ão é? Você só escondeu a prov

para trás, o med

bolsa de estudos, eu não ia gastar nada. Eu

uda

m som feio

um namorado rico e ter vergonha da sua família pobr

e atingindo uma a uma. Cada uma dela

verdade! E

a um sussurr

receu na porta. Ele viu a cena: minha mãe f

aqui? Mãe, por que você

foi o mais calmo, o mais racional. Talvez ele pudesse me aj

ue tem nesse papel q

tração. Por um segundo, ele pareceu confuso. Então, ele levantou os olhos e ol

os da Júlia er

is para si mesmo

o, nã

sua voz agora fria

ir e deixar a gente se ferrando aqu

aliado, desapareceu. Em seu lugar, havi

fugir! Eu

beça, um sorriso

nte sabe que tipo de '

smo pesadelo, e todas as portas de saída estavam se fechando, uma por uma. Minha família, as pessoas que deveriam me proteger, eram meus piores

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A Vingança da Filha Abandonada
A Vingança da Filha Abandonada
“A primeira coisa que senti foi a raiva da Júlia, minha irmã. Ela segurava um envelope amassado, a carta da universidade estrangeira. Meu coração parou. Eu tinha escondido tão bem, no fundo da gaveta de meias. "Me devolve isso, Júlia. Não é da sua conta." Ela recuou, com um olhar que nunca tinha visto. Uma mistura de inveja e ódio puro. "Você ia fugir, não é? Ia para o outro lado do mundo e deixar a gente aqui." A voz dela atraiu minha mãe, Marta. "O que está acontecendo? Por que essa gritaria?" Júlia estendeu o envelope para ela. O rosto da minha mãe se fechou. A frieza me atingiu. "É verdade, Lara? Depois de tudo que sacrificamos por você, você ia nos abandonar?" A palavra "abandonar" soou como uma sentença. Eu tentei explicar sobre a bolsa de estudos integral. A garganta fechou. O tapa no meu rosto veio rápido e forte. "Sua ingrata." Meu pai, Sérgio, chegou em casa. "Que bagunça é essa?" Júlia, com um sorriso vitorioso, apontou para mim. "A Lara ia fugir do país. Ia deixar a gente na mão." Meu pai agarrou meu braço com força. "Você não vai a lugar nenhum." Ele me arrastou para a sala, me jogando no chão. Minha cabeça bateu na mesinha. A dor explodiu. Júlia e minha mãe só observavam. Meu pai pegou meu celular. "Não vai precisar mais disso." Ele o arremessou na parede. Me puxou pelos cabelos de volta ao quarto. "Você vai ficar aí até aprender qual é o seu lugar." Ouvi a chave girar. No chão frio, a dor latejava. A escuridão me levou. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela. O cheiro de café. Minha cabeça não doía. Meu celular intacto na mesinha. A data era a mesma do dia anterior. Eu estava de volta. Eu tinha renascido no início do meu pesadelo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10