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A Vingança da Filha Abandonada

Capítulo 4 

Palavras: 564    |    Lançado em: 03/07/2025

casa. Meu pai tinha chegado. Meu corpo inteir

nos olhou, primeiro para mim, encolhida perto da parede, depois para

ontecendo aqui? Parec

iada, mas sua voz esta

amente pelo texto. Eu vi o momento exato em que a compreensão o atingiu. Seus ombros caíram, e ele

ra.

e, uma parte estúpida de mim pensou que se

indo de seu quarto como uma

ão disse que ela estava

egou a carta da mão do meu pai e

! Enquanto a gente come pão com ovo, a princesin

eu pai se transformou na fúria que eu tanto temia. Ele deu

ing

fez as pare

o. A mesma dor ardente no meu rosto. A força me jogou

a sol nessa oficina de merda pra te dar um futuro, e é

o pelo meu rosto. Eram lágrimas de dor, de medo, mas pr

r q

meus lábios, um soluço

sso comigo? Eu só queria um fu

iu, um som

você quer dizer. Um futuro l

beça, o olhar de de

m a gente, Lara. Só com vo

sta para justificar a própria crueldade. Eu olhava de um rosto para o outro - minha mãe, meu pai, meu irmã

avor... não f

or era ainda mais nítida, a traição ainda mais profunda. Eu sabia o que vinha a seguir. Sabia da

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A Vingança da Filha Abandonada
A Vingança da Filha Abandonada
“A primeira coisa que senti foi a raiva da Júlia, minha irmã. Ela segurava um envelope amassado, a carta da universidade estrangeira. Meu coração parou. Eu tinha escondido tão bem, no fundo da gaveta de meias. "Me devolve isso, Júlia. Não é da sua conta." Ela recuou, com um olhar que nunca tinha visto. Uma mistura de inveja e ódio puro. "Você ia fugir, não é? Ia para o outro lado do mundo e deixar a gente aqui." A voz dela atraiu minha mãe, Marta. "O que está acontecendo? Por que essa gritaria?" Júlia estendeu o envelope para ela. O rosto da minha mãe se fechou. A frieza me atingiu. "É verdade, Lara? Depois de tudo que sacrificamos por você, você ia nos abandonar?" A palavra "abandonar" soou como uma sentença. Eu tentei explicar sobre a bolsa de estudos integral. A garganta fechou. O tapa no meu rosto veio rápido e forte. "Sua ingrata." Meu pai, Sérgio, chegou em casa. "Que bagunça é essa?" Júlia, com um sorriso vitorioso, apontou para mim. "A Lara ia fugir do país. Ia deixar a gente na mão." Meu pai agarrou meu braço com força. "Você não vai a lugar nenhum." Ele me arrastou para a sala, me jogando no chão. Minha cabeça bateu na mesinha. A dor explodiu. Júlia e minha mãe só observavam. Meu pai pegou meu celular. "Não vai precisar mais disso." Ele o arremessou na parede. Me puxou pelos cabelos de volta ao quarto. "Você vai ficar aí até aprender qual é o seu lugar." Ouvi a chave girar. No chão frio, a dor latejava. A escuridão me levou. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela. O cheiro de café. Minha cabeça não doía. Meu celular intacto na mesinha. A data era a mesma do dia anterior. Eu estava de volta. Eu tinha renascido no início do meu pesadelo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10