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Renascimento em Seus Braços

Capítulo 4 

Palavras: 811    |    Lançado em: 03/07/2025

fazer isso comi

agudo de fúria e orgulho ferido.

ilhar na frente de todo mundo por causa... dela?", ela cuspi

João Carlos novamente,

ense no nosso pai! Isso vai matá

am destruído tudo na sua vida anterior. Ele apenas e

s lado a lado. Os traidores. O casal secreto. A v

gelado silenciando os protestos. "Você fala de fam

bolso interno do paletó. Em sua vida anterior, ele não tinha nada

a de peso. "Eu tive um sonho muito vívido na noite passada. Sonhei que hoje

palideceu. Pedro franzi

, Ana Lúcia. Dizendo que você não podia se casar comigo. Que voc

edro. "E o mais engraçado é que, na carta, vo

ais próximas prenderam a respiração. Ana Lúcia e Ped

ção estava lá. O plano estava traçado. E a ac

, mas sua voz não tinha convicção. Ela olhou para Pedro em busca de

ombros, um gesto de

Ana Lúcia, que eu não preciso de uma carta para saber a

va e seu irmão expostos, os convidados em choque,

undo, uma sensação de libertação. A dor daquela traição já havia sido vivida e

olhos arregalados, uma compreensão lenta começando a surgir em

ra ela novamente, seu rosto s

rto com a sua resposta. Eu sei que te devo uma vida inteira de explicações. E eu prometo que

lhos, sua alma nu

ra, case-s

recia ter desaparecido, deixando apenas os dois a

ergueu e tocou a dele. A mão dela ainda tre

para Pedro, e depois de

voz fraca, mas clara c

or se espalhar por seu peito. Ele

egurou a mão dela com firmeza e c

que vão?!", gritou

Carlos!", berrou

ltidão chocada, deixando para trás o salão de festas

dadas, em direção a um futuro que, pela

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Renascimento em Seus Braços
Renascimento em Seus Braços
“Aos oitenta anos, no leito de um hospital estéril, João Carlos sentia o peso de uma vida inteira de arrependimentos. Uma vida ao lado de Ana Lúcia, a mulher que ele não amava, e que nunca o amou, enquanto o desprezo dela o corroía. Ele casou-se com ela por desespero, depois que sua verdadeira noiva, a própria Ana Lúcia, o abandonou no altar com seu irmão, Pedro, em uma humilhação pública que ecoou por décadas. A dor daquela traição e a farsa de sua "salvação" pelo casamento com Maria Clara, a irmã mais nova e silenciosa de Ana Lúcia, o assombravam. Maria Clara, sua esposa por cinquenta anos, sempre esteve lá, com seu amor silencioso e devoção inabalável, a paz que ele nunca soube valorizar, cego pela amargura. Em seu leito de morte, com Maria Clara ao seu lado, ele se deu conta do quão tolo fora, percebendo que ela era o amor que sempre buscou. "Se eu pudesse voltar... Eu escolheria você, Maria Clara." A escuridão o engoliu. Então, um barulho ensurdecedor. Abri os olhos e me vi em um quarto ricamente decorado. Eu tinha vinte e cinco anos novamente, e Pedro, meu irmão, estava na minha porta. "A noiva está esperando. Você não vai querer deixar Ana Lúcia esperando no altar, vai?" Eu estava de volta. No dia do meu casamento. O dia que definiu minha miséria e também minha salvação. Uma segunda chance me foi dada. Ana Lúcia estava linda em seu vestido, esperando por Pedro. E Maria Clara, no canto, escondida, chorando por mim. Não. Desta vez, não. "Este casamento está cancelado!" , declarei para toda a sala, chocada. Ignorei Ana Lúcia, ignorei todos. Fui direto até Maria Clara. Ajoelhei-me diante dela, no meio do salão, diante de todos. "Maria Clara, eu sei que isso é repentino" , disse, minha voz ressoando no silêncio mortal. "Eu não quero me casar com ela. Eu quero me casar com você."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10