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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar

Capítulo 3 

Palavras: 620    |    Lançado em: 03/07/2025

A Sra. Almeida tentou intervir, a

Os seus olhos estavam fixos

sei que estás chateada, mas isto?" Ele gesticulou para

sua postura era um insulto. El

! Não culpes a Bethany. Eu não devia ter tocado nas coisas dela. Eu disse-lhe que p

são foi uma obra-p

z de acalmares a situação, ficas aqui a acusar uma rapariga

Leonel,

!" ele

e Leonel, correu para a parede e bateu com a cabeça com força. Não o suficient

morro para provar a minha ino

a protetora. Ele virou-se para mim, a sua voz gélida. "Estás satisfeit

ouve," eu comecei, a

ou novamente, desesperada. "A menina Raelyn é que tem manipul

de sinceridade que vejo aqui é a tua, Bethany. Recusas

rezo. "Qual é o castigo por destruir p

lideceu. "Cinquenta

Raelyn, a voz fraca.

essoando com uma decisão chocant

s musculosas. Pegou no chicote da mão de um

gritei, o meu c

cote ao segurança.

estremeci. O sangue começou a brotar no segundo, no terceiro. Ele não emitiu um

ova final da sua escolha. Ele estava a sacrificar-se fisicamente por ela,

uma massa de feridas. Raelyn chor

colo e caminhou em direção à porta, pa

lyn. Vou cu

a destruição, com a Sra. Almeida a

urrou, a voz quebrada. "De

a porta por onde ele tinha saído.

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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
“A joalheria da minha família, um legado de gerações, estava à beira da falência. A única saída: uma fusão com o império Neame, com uma condição absurda. O Sr. Hugo Neame queria casar-se com a herdeira principal, Bethany Hayes, que sou eu. Enquanto o meu avô e a minha mãe protestavam, uma parte de mim sabia que tinha de aceitar. Mas havia outra razão para o meu 'sim': o meu coração já estava em frangalhos por Leonel, o meu noivo. Na véspera, ele faltou ao nosso jantar de noivado crucial para levar a "irmã" Raelyn ao hospital. Aquela desculpa, sempre a mesma, sempre a Raelyn. Decidida a aceitar o meu destino, voltei para casa e ele estava à minha espera, sorridente, com rosas. Ele não sabia que já era tarde demais. Poucos dias depois, fui à quinta dele para buscar as minhas coisas, ouvindo empregadas a comentar a generosidade de Leonel para com Raelyn – o quarto principal com vista para o rio, as ações de uma boutique. Quando entrei no meu estúdio, o anel de noivado que eu mesma desenhara estava em pedaços no chão. Raelyn estava sentada, a chorar, alegando ter escorregado. Mas a Sra. Almeida, a nossa governanta, acusou-a: "Foi ela! Eu vi-a destruir tudo!" Naquele exato instante, Leonel entrou. Raelyn viu-o e, num movimento rápido e deliberado, pegou num caco afiado e cortou o próprio braço. Leonel correu para ela, os olhos em mim cheios de uma falsa acusação: "Bethany! Como pudeste ser tão cruel?" Ele não me perguntou; acusou-me. A Sra. Almeida tentou defenderme: "Não foi a Menina Bethany! A Raelyn manipulou tudo!" Mas Leonel esmagou-me com o seu desprezo, e para provar a "inocência" dela, vestiu a camisa e aceitou levar cinquenta chicotadas às minhas mãos. A cada golpe, a verdade era uma facada no meu coração: ele, o homem que amei, escolhia-a sempre a ela. A sua cegueira, a sua devoção doentia. Será que ele nunca veria a verdade? E eu, conseguirei alguma vez ser livre deste amor que me destruiu?”