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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar

Capítulo 4 

Palavras: 745    |    Lançado em: 03/07/2025

finalizar os detalhes da fusão e a preparar os documentos para a minha partida pa

lier. Ele parecia mais magro, e as cicatrizes nas

, a voz suave. "Prec

m idiota. Mas já resolvi as coisas. A Raelyn vai para um colégio intern

ómica na sua ingenuidade. Ele ainda não percebia q

l," eu disse, sem o olhar, contin

me digas que ainda estás a fazer birra por causa daquele dia.

u és minha, Bethany. Nós vamos c

i, a voz fria como gelo.

dureceu. "Para de

. Ele olhou para o ecrã, e a sua irr

Estás a chorar? Calma, eu vo

u tenho de ir. Ela está em pânico por causa

ez abandonando-me para ir ao e

lhei para o anel de noivado que ele me tinha dado, ainda no me

ca

o "nós" nunca iria acontecer. A aceitação trouxe uma

de uma igreja no Douro, vestida de noiva, o meu véu de filigran

som de sinos de igreja e mús

ina onde se erguia a capela da quinta dos Gordon. Uma mult

casamento.

dolorosa. Leonel, de pé no altar, impecavelmente vestido.

caíram, quentes e amargas. Ele estava a casar com ela.

riu-se. A Sra. Almeida e

se ela, a voz gentil. "Ele disse que

primeira classe, e um colar deslumbrante, uma das criações

rça. Decidi que não ia mais esconder-me. Tin

ei pela vinha, usando as sombras como cobertura. Chegu

Ele sussurrava algo ao ouvido dela, e ela ria, o ros

escorregou numa pedra solta. Caí ruidosamente contra

seguiu à música. Todas as cabeç

do choque ao pânico. Raelyn agarrou-se a ele

to era in

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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
“A joalheria da minha família, um legado de gerações, estava à beira da falência. A única saída: uma fusão com o império Neame, com uma condição absurda. O Sr. Hugo Neame queria casar-se com a herdeira principal, Bethany Hayes, que sou eu. Enquanto o meu avô e a minha mãe protestavam, uma parte de mim sabia que tinha de aceitar. Mas havia outra razão para o meu 'sim': o meu coração já estava em frangalhos por Leonel, o meu noivo. Na véspera, ele faltou ao nosso jantar de noivado crucial para levar a "irmã" Raelyn ao hospital. Aquela desculpa, sempre a mesma, sempre a Raelyn. Decidida a aceitar o meu destino, voltei para casa e ele estava à minha espera, sorridente, com rosas. Ele não sabia que já era tarde demais. Poucos dias depois, fui à quinta dele para buscar as minhas coisas, ouvindo empregadas a comentar a generosidade de Leonel para com Raelyn – o quarto principal com vista para o rio, as ações de uma boutique. Quando entrei no meu estúdio, o anel de noivado que eu mesma desenhara estava em pedaços no chão. Raelyn estava sentada, a chorar, alegando ter escorregado. Mas a Sra. Almeida, a nossa governanta, acusou-a: "Foi ela! Eu vi-a destruir tudo!" Naquele exato instante, Leonel entrou. Raelyn viu-o e, num movimento rápido e deliberado, pegou num caco afiado e cortou o próprio braço. Leonel correu para ela, os olhos em mim cheios de uma falsa acusação: "Bethany! Como pudeste ser tão cruel?" Ele não me perguntou; acusou-me. A Sra. Almeida tentou defenderme: "Não foi a Menina Bethany! A Raelyn manipulou tudo!" Mas Leonel esmagou-me com o seu desprezo, e para provar a "inocência" dela, vestiu a camisa e aceitou levar cinquenta chicotadas às minhas mãos. A cada golpe, a verdade era uma facada no meu coração: ele, o homem que amei, escolhia-a sempre a ela. A sua cegueira, a sua devoção doentia. Será que ele nunca veria a verdade? E eu, conseguirei alguma vez ser livre deste amor que me destruiu?”