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Ascensão da Imperatriz

Capítulo 3 

Palavras: 564    |    Lançado em: 03/07/2025

e uma vida inteira na realeza, Elena d

IMPERATRIZ VIÚVA!

io. Os guardas pararam de bater em Ava, que agora ja

soltou uma

ica, que fez seu corpo tremer. Suas aias e os eunucos se jun

a lágrima de riso do canto do olho. "Você? Você

dador, examinando-a de cima a

á aqui fora, se intrometendo nos assuntos dos outros. A Imperatriz Viúva é conhecida

lena, sua voz baixando p

obre. Ela sacrificou seu braço por Sua Majestade. E você... você é apenas uma alei

seus seguidores, o sorriso m

ubina, mas também insultando a sagrada Imperatriz Vi

alou os

ssa impostora careca entenda o que

não queria os luxos do poder, apenas a segurança de seu filho e a paz para si mesma. Agora, sua própria humildade era a arma usada contra ela, a prova de

egava uma navalha. Elena fechou os olhos, sentindo o aço frio contra seu couro cabeludo. O

m nela, rindo de sua apa

peratriz Viúva'

ria começou a se formar no coração de Elena. El

gado de uma promessa sombria. "Quando meu filho souber disso, ele arrancará

to. Ela se agachou na frente de El

i me recompensar por isso. Agora, cale a boca, sua

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Ascensão da Imperatriz
Ascensão da Imperatriz
“A umidade fria do templo budista costumava ser um refúgio para Elena, a Imperatriz Viúva, um lugar para meditar sobre o braço que sacrificou para salvar seu filho, o Imperador. Mas hoje, gritos e a voz estridente de arrogância da Concubina Chu, a favorita de seu filho, quebravam a paz do palácio. Ela presenciou a concubina chutando uma jovem criada, com uma crueldade que Elena não podia ignorar. Ao intervir, esperando que sua presença dissipasse o tirania, Elena foi recebida com desdém. A Concubina Chu, cega por seu poder e pela crença de que Elena era apenas uma velha serva sem títulos, zombou de sua aparência humilde e de sua manga vazia. Um tapa estalou no ar, virando o rosto de Elena, um choque físico que a deixou sem palavras, algo que ninguém ousaria fazer. A violência da Concubina Chu só aumentou. Ela não apenas esbofeteou Elena, mas também empurrou e chutou cruelmente sua leal serva Ava, ordenando que seus guardas a espancassem. Enquanto Ava gemia de dor, a Concubina Chu zombava, revelando que o Imperador, seu próprio filho, lhe dera permissão para limpar o harém "de ervas daninhas" como Elena. O coração de Elena se gelou. Seu braço havia sido sacrificado por um filho que, agora, dava poder a um monstro. Em um último esforço para revelar a verdade, Elena proclamou sua identidade: "EU SOU ELENA, A IMPERATRIZ VIÚVA! MÃE DO IMPERADOR!". A resposta foi uma gargalhada histérica. A Concubina Chu a viu como uma impostora, uma "velha aleijada feia" que se atrevia a usar o nome sagrado da verdadeira imperatriz. Em sua loucura, a concubina ordenou que raspassem a cabeça de Elena, quebrassem seus membros e costurassem sua boca, ridicularizando sua dignidade. Com os lábios costurados e o corpo quebrado, Elena foi jogada em um saco e levada para a coroação de seu próprio filho. Lá, a Concubina o manipulou com mentiras, acusando Elena de traição e de ter um caso. Seu filho, o Imperador, cegado pela raiva e pelo engano, desembainhou sua espada. Um golpe gelado em seu peito, e a vida de Elena se esvaiu, seu último pensamento a imagem distorcida de um filho que a esfaqueou, tudo sob os olhos triunfantes da concubina. No entanto, o destino tinha outros planos.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11