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Entre a Lei e a Paixão Inesperada

Capítulo 2 

Palavras: 879    |    Lançado em: 03/07/2025

bálsamo doloroso para Maria da Graça, ela s

smoronar, ela pegou a pequena pensão deixada pelo marido e,

heiro de café fresco enchendo o pequeno apartamento

a polir as maçãs até brilharem, a empil

sobre trabalho duro, honestidade e a importância

Ana sempre dizia, enxugando o suor da t

mundo juntas, a dor da perda se tran

rande esperança de Ana, a prova de

ãe, imóvel e conectada a tubos em uma ca

r uma queixa formal na delegacia

vidade do ataque a um novo oficial, a porta se abr

, que imediatamente se lev

e surpresa! Em q

e se virou para Maria, seus

tas do bolso e o jogou

m ouvir, "Isso deve cobrir os danos da sua barraca e as despesas m

fração do que as contas do hospital já so

e depois para o rosto de Ricar

a, todos esperando que ela pegasse o

stão quase a venceu, s

nte de seu pai e da determinação inc

ta na direção dele com uma for

do o silêncio da sala, "Eu não quero seu dinheiro podre, eu quero just

areceu, substituído por um

ele sibilou, "Você acabou de co

do bolso e fez uma l

da filha da vendedora de frutas... houve um engano, parece que ela tem sério

uvindo a resposta do

ia contar com você, te vejo

u para Maria com um

ceu, você não é nada, você não tem nada, agora, se m

aria petrificada no meio da sala, o som de s

rava, agora a olhava com um

le, balançando a cabeça, "Você

recia uma teia de aranha gigante, e ela estava pres

ua natureza, a dor e a humilhação se

is não a ajudariam, ela e

, ela se sentou à pequena mesa

, ela leu artigos sobre os direitos das vítimas, aprendeu sobre como redigir uma p

legal, confuso, mas ela persistiu, mov

queixa-crime, detalhando cada momento do a

ance pequena, um tiro no

icas armas que tinha: sua inteligên

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Entre a Lei e a Paixão Inesperada
Entre a Lei e a Paixão Inesperada
“Era para ser um dia de celebração para Maria da Graça e sua mãe, Ana. A bolsa de estudos para a faculdade de direito havia sido aprovada, um sonho prestes a se realizar, comemorado com um simples bolo ao lado da modesta barraca de frutas que as sustentava desde que seu pai, um herói nacional, morreu em serviço. De repente, uma van preta freou violentamente, e quatro homens intimidadores desceram, destruindo tudo, chutando laranjas e rasgando a lona. Ana, na tentativa de proteger o pouco que tinham, foi brutalmente agredida. "Parem! O que vocês estão fazendo?", gritou Ana, antes de ser empurrada. Maria foi forçada a assistir ao espancamento de sua mãe, os gritos de dor e o som dos ossos se quebrando, enquanto ninguém na rua ousava intervir. No hospital, o diagnóstico foi devastador: múltiplas fraturas e traumatismo craniano grave. Na delegacia, recebi bocejos e desprezo. "Isso é um assunto civil, mocinha", disse o policial, ironicamente. Ricardo, o mandante, apareceu no hospital para me humilhar, gabando-se de ter cancelado minha bolsa e de ter a polícia e a justiça em suas mãos. Meus vizinhos, antes amigos, me abandonaram, com medo e me vendo como causadora de problemas. Sozinha e desesperada, com meu apartamento destruído e meu gato covardemente assassinado, a ideia de justiça parecia uma mentira. Mas no meio dos escombros, encontrei a Medalha de Honra do meu pai, um herói de guerra. "No exército, nunca deixamos um dos nossos para trás, nunca." Eu não iria a um juiz ou político. Eu iria aos camaradas do meu pai. Com a medalha em minhas mãos, e a última gota de esperança, me ajoelhei diante dos portões do quartel-general do exército. "Filha de um herói, não se ajoelha para ninguém nesta terra."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10