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Entre a Lei e a Paixão Inesperada

Capítulo 3 

Palavras: 840    |    Lançado em: 03/07/2025

e cada um trazia uma

astronômicos, muito além de qualqu

que elas tinham se

vou a tomar uma

ão bancário especial para ela, era o fundo de pensão dele,

ele dissera, com um abraço apertado, "Par

do, Maria foi até

enha, as lágrimas esc

a livros de direito, mas para pagar

na parecia um pedaço de seu

urrou para si mesma, "Eu fa

e o dinheiro se esgotava, Maria perceb

e a opinião pública podi

a de Ana naquela noite

ar, sua voz, inicialmente fraca, ganhou

ou, ela narrou os fatos

a de estudos e, com cuidado para proteger a dignidade de sua mãe, uma foto de sua mã

vídeo com um

da para morrer por um homem chamado Ricardo, porque nossa pequena barraca de frutas estava no caminho de seus negócios, a polícia nã

as plataformas de mídia so

s horas, nad

compartilhou, depo

vídeo havia se

ha do Herói" tocou

apoio inundar

ia! Estamos

monstro! Jus

e é assim que tratamos su

estranhos, e doações começaram a chegar, não era muito, mas o

ria sentiu um vislumbre de esper

no entanto,

um homem que ace

força total de sua i

ecebeu um e-mail do diretor de sua antiga es

via como uma "aluna problemática com um histórico de desonestidade", in

o, representando Ricardo, e

legando que seu cliente era uma "vítima de u

itamente suspensas, a justificativa oficial era "violação do

ntes lhe dera voz,

l foi o mais

ls", um exército de contas falsas para

meçou a mudar

com fotos falsas e t

onhecida por arrumar brig

foi expulsa da escola por c

a estava endividada e inventou tudo

sas e se espalhavam mai

tes a apoiavam co

o foram substituídos p

aris

veita

onrando a mem

uanto sua história era distorc

momento pareceu ser sua salvação, agora se vol

desta vez, não estava apenas isolada,

rangente e sinistro do que ela

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Entre a Lei e a Paixão Inesperada
Entre a Lei e a Paixão Inesperada
“Era para ser um dia de celebração para Maria da Graça e sua mãe, Ana. A bolsa de estudos para a faculdade de direito havia sido aprovada, um sonho prestes a se realizar, comemorado com um simples bolo ao lado da modesta barraca de frutas que as sustentava desde que seu pai, um herói nacional, morreu em serviço. De repente, uma van preta freou violentamente, e quatro homens intimidadores desceram, destruindo tudo, chutando laranjas e rasgando a lona. Ana, na tentativa de proteger o pouco que tinham, foi brutalmente agredida. "Parem! O que vocês estão fazendo?", gritou Ana, antes de ser empurrada. Maria foi forçada a assistir ao espancamento de sua mãe, os gritos de dor e o som dos ossos se quebrando, enquanto ninguém na rua ousava intervir. No hospital, o diagnóstico foi devastador: múltiplas fraturas e traumatismo craniano grave. Na delegacia, recebi bocejos e desprezo. "Isso é um assunto civil, mocinha", disse o policial, ironicamente. Ricardo, o mandante, apareceu no hospital para me humilhar, gabando-se de ter cancelado minha bolsa e de ter a polícia e a justiça em suas mãos. Meus vizinhos, antes amigos, me abandonaram, com medo e me vendo como causadora de problemas. Sozinha e desesperada, com meu apartamento destruído e meu gato covardemente assassinado, a ideia de justiça parecia uma mentira. Mas no meio dos escombros, encontrei a Medalha de Honra do meu pai, um herói de guerra. "No exército, nunca deixamos um dos nossos para trás, nunca." Eu não iria a um juiz ou político. Eu iria aos camaradas do meu pai. Com a medalha em minhas mãos, e a última gota de esperança, me ajoelhei diante dos portões do quartel-general do exército. "Filha de um herói, não se ajoelha para ninguém nesta terra."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10